28 de março de 2014

15:02

Benefícios da Linhaça


É linhaça o novo alimento maravilha?
Estudos preliminares mostram que ele pode ajudar a combater doenças cardíacas, diabetes e câncer de mama.

Alguns chamam-lhe um dos alimentos vegetais mais poderosas do planeta. Há alguma evidência de que pode ajudar a reduzir o risco de doenças cardíacas ,câncer , acidente vascular cerebral e diabetes . Isso é uma tarefa difícil para uma pequena semente que tem sido em torno de séculos.

A linhaça foi cultivada na Babilônia, já em 3000 aC. No século 8, o rei Carlos Magno acredita tão fortemente nos benefícios de saúde de linhaça que aprovaram leis que exigem seus súditos para a consumir. Agora, treze séculos mais tarde, alguns especialistas dizem que temos uma pesquisa preliminar para respaldar o que Carlos Magno suspeita.

A linhaça é encontrada em todos os tipos de alimentos de hoje de biscoitos para waffles congelados para aveia. As estimativas do Conselho de linho perto de 300 novos produtos à base de linho foram lançados em os EUA eo Canadá só em 2010.Não só a demanda do consumidor por linhaça crescido, uso agrícola também aumentou. A linhaça é o que é usado para alimentar todas aquelas galinhas que estão colocando ovos com altos níveis de ômega-3 ácidos graxos.

Apesar de linhaça contém todos os tipos de componentes saudáveis, ele deve a sua reputação saudável primário para três deles:

  • Omega-3 os ácidos gordos essenciais , gorduras “boas” que foram mostrados para ter efeitos saudáveis para o coração. Cada colher de sopa de semente de linhaça moída contém cerca de 1,8 gramas de vegetais ômega-3.
  • Lignanas, que têm tanto de plantas estrogênio e qualidades antioxidantes. A linhaça contém 75-800 vezes mais lignanas que outros alimentos vegetais.
  • Fibra . A linhaça contém ambos os tipos solúveis e insolúveis.

Os benefícios de saúde do Linho

Embora Lilian Thompson, PhD, pesquisador da linhaça conhecido internacionalmente pela Universidade de Toronto, diz que ela não chamaria nenhum dos benefícios de saúde de linho “conclusivamente estabelecida”, a pesquisa indica que o linho pode reduzir os riscos de certos tipos de câncer, bem como doenças cardiovasculares e doença pulmonar.

Câncer

Estudos recentes têm sugerido que a linhaça pode ter um efeito protetor contra o câncer de mama, câncer de próstata e câncer de cólon. Pelo menos dois dos componentes de linhaça parecem contribuir, diz Kelley C. Fitzpatrick, diretor de saúde e nutrição com o Conselho de linhaça do Canadá.

Em estudos com animais, a planta de ômega-3 ácidos graxos encontrados na semente de linhaça, chamado ALA, inibiu a incidência de tumores e crescimento.

As lignanas na semente de linhaça podem fornecer alguma proteção contra os cânceres que são sensíveis aos hormônios, sem interferir com as tamoxifeno droga contra o câncer de mama. Thompson diz que alguns estudos têm sugerido que a exposição à lignanas durante a adolescência ajuda a reduzir o risco de câncer de mama e também pode aumentar a sobrevida de pacientes com câncer de mama.

Os lignanos podem ajudar a proteger contra o cancro, bloqueando enzimas que estão envolvidas no metabolismo da hormona e interferir com o crescimento e proliferação de células tumorais.

Alguns dos outros componentes na linhaça também têm propriedades antioxidantes, que podem contribuir para a proteção contra o câncer e doenças cardíacas.

26 de março de 2014

14:55

Alimentação e exercício físico: o que o diabético deve saber?




Cada vez mais, estudos mostram a importância da atividade física em pacientes com doenças crônicas e degenerativas. Na diabetes, por exemplo, o exercício físico tem sua eficácia comprovada na melhora da capacidade funcional, no controle do peso corporal, na modulação dos níveis glicêmicos e na redução de outros fatores metabólicos de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Associado ao exercício, o diabético deve ter uma boa alimentação e a dieta é um dos melhores caminhos para reduzir os níveis glicêmicos, evitando o agravamento dessa doença. Para isso, devemos lembrar que ao iniciar a atividade física é preciso prestar atenção na alimentação, ingerindo frutas, fibras e ter sempre à mão alguma bala ou doce na hora do exercício para uma eventual hipoglicemia e aumentar o consumo de líquidos para manter a hidratação corporal.

Durante o exercício, é importante estar atento aos sintomas de baixa glicemia como tremores, palpitações, sudorese intensa, palidez e sensação de desmaio, pois já é comprovado que a prática de exercício físico aumenta a tolerância à glicose. Ao término da atividade, a musculatura continua captando glicose mais eficientemente, com o objetivo de recompor a glicose do fígado e a muscular, e recuperar o organismo, podendo ocorrer hipoglicemias até 48h após o término do exercício.

Em alguns pacientes a dose de insulina chega a ser reduzida, devido à prática regular de exercício físico. Após o exercício, deve-se realizar uma refeição, com sanduíche, barra de cereais e frutas, por exemplo, mesclando um pouco de carboidratos e proteínas (hipocalórica) para manter os níveis glicêmicos normais.

Os efeitos de treinamento na musculatura esquelética podem ser vistos com aumento da força e da capacidade física, representando, assim, uma contribuição significativa no controle da diabetes, bem como uma melhora na capacidade de trabalho.

Os potenciais benefícios da atividade física regular associada a uma alimentação balanceada em pacientes diabéticos promoverão maior controle e uma melhor qualidade de vida nesses pacientes. Assim, não adianta fazer uma dieta balanceada sem atividade física e nem uma atividade física sem uma dieta balanceada, nesse caso a união é que faz a diferença.

Autores

Rita de Cássia da Costa Venâncio

Fisioterapeuta especialista em fisioterapia cardiovascular – UNIFESP

Colaboradora no Laboratório de Atividade Física e Saúde (LAtiS – CEPEUSP)

Guilherme Veiga Guimarães

Professor de Educação Física – UniSA

Doutor em Ciências pela FMUSP

Pós-Doc – UNIFESP

Coordenador do Laboratório de Atividade Física e Saúde (LAtiS – CEPEUSP)

19 de março de 2014

16:14

Oito passos para perder os quilos extras e alcançar o peso desejado

Experts ensinam oito dicas para começar a dieta da maneira correta (Foto: Thinkstock)

Começar uma dieta de um dia para o outro pode até funcionar, mas as chances de que o peso volte a aumentar em pouco tempo depois são grandes. Os programas de sucesso geralmente possuem uma série de etapas e até preparações para o corpo e para a mente, que devem durar de duas a três semanas antes de encarar com tudo novos hábitos alimentares. Com a ajuda de especialistas internacionais, a revista norte-americana de saúde e beleza RedBook listou oito passos para começar uma dieta e conquistar o sucesso. Confira!

LISTE SEUS MOTIVOS
De acordo com a expert de saúde e fitness, Michelle Bridges, é difícil manter o foco se você não consegue pensar em motivos reais para entrar em dieta. O que vai mudar em sua vida ao emagrecer? Quais são os pontos positivos? Faça uma lista com todos eles e relembre-a sempre que sentir necessidade.

ESTUDE SEU CORPO
Não fique obcecada por seu peso. Há outros números no corpo que também importam. Chris Powell, treinador do programa “Extreme Weight Loss” no canal de televisão norte-americano ABC [exibido no Brasil pela Discovery Home & Health como 'Quilo por Quilo'], revela que essa é uma das maiores razões que faz com que as pessoas desistam de suas dietas. É necessário saber um pouco mais sobre seu corpo antes de iniciar um plano de dieta, como a largura de sua cintura, quadril e coxas, o número que você usa, o tempo que leva para correr 1km e o número de flexões que consegue fazer em um minuto. Não esqueça de acompanhar cada uma das informações durante todo o período e depois.

MONTE UM TIME DE APOIO
Piscóloga no Centro de Saúde da Mulher em Cleveland, nos Estados Unidos, Susan Albers-Bowling afirma que o apoio dos amigos e da família é essêncial. Por isso, é importante que você encontre o time ideal para te acompanhar, formado por pelo menos quatro pessoas: um parceiro, um encorajador, uma pessoa que sirva como modelo e um mentor.

SE LIVRE DAS DESCULPAS
Todas as razões que te impedem de continuar com a dieta devem ser listadas. A dificuldade de encontrar tempo para se exercitar, as muitas tarefas de casa, ou qualquer que seja o motivo. Anote-as e trabalhe para encontrar uma solução possível para cada uma delas. Se tiver problemas, peça ajuda ao “time de apoio”.

TREINANDO A MENTE
Sua mente também requer preparação para as mudanças que ocorrerão em seu corpo nas próximas semanas. Deixe de lado os pensamentos negativos como “nunca conseguirei perder peso” e transforme os positivos em um mantra – “Eu mereço ter um corpo saudável”, “Sou capaz de perder peso”. Estes pensamentos são o que diferem os vencedores dos desistentes, segundo Thomas N. Bradbury, psicólogo e professor da “University of California”, em Los Angeles.

SE LIVRE DA DISPENSA NEGATIVA
Jogue fora todos os produtos que não estão mais de acordo com seus novos planos, como refrigerantes, doces, frituras, sorvetes e salgadinhos. Também é bom se livrar daquilo que tem efeito viciante e te faz querer comer mais do que necessário.

RENOVE O GUARDA ROUPA
Se livre das roupas velhas e desgastadas de ginástica e invista em novas peças, que te motivarão a praticar mais atividades físicas. Uma boa dica é levar isso, da mesma forma, para a cozinha e adquirir novos livros de receitas saudáveis, por exemplo.

HORA DE COMEMORAR
Mesmo antes de começar a dieta, é importante pensar no que você fará depois de atingir o objetivo. Muitas mulheres se animam ao ver a balança marcar o peso desejado e não pensam duas vezes antes de abandonar os hábitos saudáveis, apenas para ganhar todo o peso perdido mais uma vez. Planeje uma comemoração que esteja de acordo com o que você deseja para o futuro: uma vida mais saudável.

14:46

Importância da atividade física no controle da glicemia



http://www.funcel.org.br/arquivos/Image/atividadefisica.jpg

A atividade física é indispensável no tratamento do diabetes (5). A pratica de atividades regulares auxilia no controle da glicemia, reduz a resistência à insulina (12), hemoglobina glicosilada (13), resistência vascular periférica (14), risco de doenças cardíacas (15), pressão arterial (16), níveis de colesterol no sangue (17), auxilia na perda e manutenção do peso, aumenta a vascularização periférica e o gasto energético de repouso (18).

Recomenda-se para o diabético acumular pelo menos 1000kcal diárias em atividades aeróbias. O diabético deve manter controle da glicemia todos os dias, desta forma recomenda-se o a pratica de atividades físicas todos os dias da semana, com intensidade inferior a 70% do VO2máx., por pelo monos 30 minutos diários (18).

Diversos estudos tem verificado a importância da atividade física no controle glicêmico no diabético e manejo de complicações advindas do diabetes (12,15,17,19).

Em um estudo com 26 pacientes, Fritz et al. (16) observaram que a realização de 45 minutos de atividades 3 vezes por semana reduziram as concentrações plasmáticas de lipídios, a pressão arterial e o IMC (Índice de Massa Corpórea). Em pessoas idosas, reduziu o total de gordura e a gordura abdominal e menor risco de doença cardiovascular (17).

Em um programa de aconselhamento sobre atividade física com duração de 12 meses, Kirk et al. (19) observaram que o grupo de diabéticos que foi acompanhado por profissionais aumentou significativamente as atividades físicas diárias. Entretanto, o autor não apresenta benefícios advindos do aumento das atividades habituais no grupo acompanhado.

Já o estudo de Christ-Roberts et al. (20) verificaram que 8 semanas de exercício aeróbico aumentam significativamente a expressão do GLUT-4 em pacientes obesos diabéticos. Por outro lado, este período não foi suficiente para reduzir a resistência à insulina.

Como observado nos dois estudos anteriores, os resultados benéficos na saúde do diabético tendem a aparecer em curto espaço de tempo. Brekke et al. (21) observaram que 16 semanas após modificarem os hábitos de atividade física um grupo de 71 diabéticos do tipo II reduziu os níveis de colesterol total, LDL, e CC. Yokoyama et al. (22) observaram que o exercício aeróbico por 3 semanas reduziu a significativamente a pressão arterial de diabéticos.

O exercício pode auxiliar no manejo de co-morbidades associadas ao diabetes. Febraio et al. (23) observaram que 25 minutos de exercício aeróbico reduzem significativamente a liberação do TNF-α. Demonstrando ser o exercício um fator de proteção contra a aterosclerose e problemas cardiovasculares. Revisando sobre o exercício e a proteção cardiovascular em diabéticos, Li et al. (15) ressaltam que a atividade física pode ser um tratamento não farmacológico para problemas cardíacos em diabéticos, uma vez através da atividade física o paciente pode controlar a glicemia e os lipídios plasmáticos. Por outro lado, em algumas situações o exercício deve ser evitado por diabéticos. Em situações de hiperglicemia o exercício pode precipitar a angina e o infarto do miocárdio. Diabéticos com avançado grau de neuropatia podem desenvolver arritmia cardíaca durante o exercício. Antes de se iniciar um programa de atividade física o diabético deve verificar se apresentam ecocardiograma normal.

Em relação à natureza do exercício, atividades de caráter aeróbico tem sido as mais estudadas. Dentre os efeitos benéficos do exercício aeróbico podemos citar o aumento do Vo2máx (25), aumento da vascularização periférica e maior expressão do GLUT4 (20). Já o exercício de caráter anaeróbico tem sido associado ao aumento da taxa metabólica basal, melhora no controle glicêmico e resistência à insulina, advindo do ganho de massa magra (25). Testando a combinação dos dois exercícios em um modelo de circuito (exercício de força combinado com intervalo aeróbico durante 8 semanas), Maiorana et al. (26) verificaram aumento na massa muscular, Vo2máx, tempo total de atividade, redução dos níveis de hemoglobina glicosilada, glicemia de jejum e percentual de gordura. Este estudo demonstrou que os ganhos advindos das atividades aeróbicas e anaeróbicas podem ser combinados em um único programa.

Em relação à intensidade do exercício, maiores cuidados devem ser tomados com o diabético do tipo. De acordo com Hopkins (27), no exercício de alta intensidade aumenta-se a demanda de energia advinda dos carboidratos, como diabéticos do tipo I apresentam menores estoques de carboidratos corporais, o exercício em alta intensidade poderia levá-lo rapidamente a um quadro de hipoglicemia.

Além da intensidade do exercício, outro fator que deve ser controlado é a infusão de insulina antes do exercício. Como o exercício tende a reduzir os níveis de glicemia no sangue, recomenda-se a reduzir a insulina aplicada antes do exercício a fim de se evitar a instalação da hipoglicemia durante a atividade física (28). Para se fazer o ajuste na quantidade de insulina aplicada deve-se levar em conta o tipo de insulina. Comparando a infusão de insulina rápida em relação à insulina normal, Yamakita et al. (29) observaram que a insulina de ação rápida, associada ao exercício aeróbico subseqüente, induz a hipoglicemia mais rapidamente em relação à insulina normal. Deve-se ressaltar que a carga de carboidratos ingerida antes do exercício foi de 9kcal/kg de peso corporal. Caso a refeição pré-exercício apresente concentração diferente de carboidratos, as respostas podem variar em relação às obtidas por estes pesquisadores.

As recomendações dietéticas, prescrições de exercício e infusão de insulina pré-exercício devem ser ajustadas dia a dia. Não existe uma formula geral para tratamento, cada diabético responde diferentemente aos diversos estímulos ambientais. Nota-se que diabéticos não-insulino dependentes suportam níveis elevados de glicemia em repouso próximos a 200mg/dL, entretanto quando submetidos ao exercício estes valores declinam para 100mg/dL (30).

Como observado neste estudo, a dieta balanceada e a atividade física regular são fundamentais para o sucesso no tratamento do diabetes. Por mais minucioso que seja o trabalho desenvolvido pelos profissionais, dificilmente os resultados serão alcançados quando o próprio paciente não se conscientiza sobre a importância em se adotar hábitos de vida saudáveis para o sucesso do tratamento. Persell et al. (31) observaram em 670 diabéticos que, o auto-conhecimento sobre a doença auxilia no seguimento das orientações dietéticas, na manutenção da atividade física planificada. Neste estudo o conhecimento do paciente foi positivamente relacionado ao controle da glicemia sanguínea.

Fonte

12 de março de 2014

10:55

Saiba mais sobre Minerais


São substâncias de origem inorgânica que fazem parte dos tecidos duros do organismo, como ossos e dentes. Também encontrados nos tecidos moles como músculos, células sangüíneas e sistema nervoso. Possuem função reguladora, contribuindo para a função osmótica, equilíbrio ácido-básico, estímulos nervosos, ritmo cardíaco e atividade metabólica.

Classificação:
Macroelementos: Elementos maiores: Cálcio, magnésio, sódio, potássio e fósforo.

Microelementos ou oligoelementos: Elementos traço: Ferro, cobre, iodo, manganês, zinco, molibdênio, cromo, selênio e flúor.

Macroelementos:

Cálcio:
É um dos elementos mais abundantes do organismo. Está presente em 1,5 a 2% do peso corporal e em 39% dos minerais corporais. Entretanto, 99% desse mineral encontra-se nos ossos e dentes, Apenas 1% está no sangue.
Funções: Formação de ossos e dentes, coagulação sangüínea, ativação de enzimas, condução de impulsos nervosos e contração muscular.
Carência: Retardo do crescimento, dentes e ossos frágeis, raquitismo e osteoporose.
Excesso: Calcificação dos ossos e tecidos moles, comprometimento renal e prejudica a absorção do ferro.
Fontes alimentares: Leite, iogurte, queijos, peixes, gema do ovo, hortaliças verdes, gergelim e feijão.
Necessidades diárias: 1000 a 1200mg para homens e mulheres.


Magnésio:
Depois do potássio, é o segundo mineral mais abundante encontrado nos fluidos intracelulares. Encontrado nos ossos, músculos, tecidos moles e líquidos extracelulares.
Funções: Necessário para a atividade normal das enzimas e para o uso de energia. Crescimento de ossos. Fundamental para a função normal do cálcio.
Carência: Irritabilidade, função nervosa anormal, perda de apetite, náuseas, vômitos, sonolência e espasmos musculares.
Excesso: Problemas respiratórios, pressão baixa, ritmo cardíaco alterado e inibição da calcificação da calcificação óssea.
Fontes alimentares: Gérmen de trigo, nozes, damasco, tofu, água de coco, camarão, cereais integrais, soja, acelga, quiabo.
Necessidades diárias: 320 a 400mg para homens e 320mg para mulheres.



Sódio:
Representa 1% do peso corporal ou 70g para um homem adulto. É um elemento facilmente encontrado na natureza.
Funções: Equilibra os líquidos corporais, juntamente com o potássio e cloreto, manutenção do equilíbrio ácido básico, excitabilidade de músculos e controla a pressão osmótica.
Carência: Convulsões, fraqueza e letargia.
Excesso: Hipertensão, cefaléia, parada respiratória e eritema da pele.
Fontes alimentares: Sal de cozinha, carnes e produtos com base de carne, embutidos, queijos, bacon, sopa, vegetais enlatados, pão e cereais matinais.
Necessidades diárias: 500mg para homens e mulheres.

Potássio:
Cerca de 85% do potássio ingerido pela dieta é absorvido.
Funções: Manutenção do líquido intracelular, contração muscular, condução nervosa, freqüência cardíaca, produção de energia, e síntese de proteínas e ácidos nucléicos.
Carência: Cansaço, fadiga, fraqueza, dores musculares, hipotensão, vômitos e dilatação cardíaca.
Excesso: Distúrbios cardíacos, confusão mental e paralisia muscular.
Fontes alimentares: Frutas secas, frutas frescas, banana, cítricas, vegetais crus ou cozidos, vegetais verdes folhosos e batata.
Necessidades diárias: 2000mg para homens e mulheres.

Fósforo:
É um elemento essencial.
Funções: Formação de ossos e dentes, absorção da glicose, metabolismo de proteínas, gorduras e carboidratos. Participa de sistemas enzimáticos.
Carência: Dor nos ossos, osteomalácia, miopatias, acidose metabólica, taquicardia e perda de memória.
Excesso: Sensação de peso nas pernas, confusão mental, hipertensão, derrame e ataque cardíaco.
Fontes alimentares: Leite, peixe, fígado, ovos e feijão.
Necessidades diárias: 700mg para homens e mulheres.

11 de março de 2014

12:23

Cãibras no esporte: Como a nutrição pode ajudar?

http://nutricaoedesenvolvimento.com.br/wp-content/uploads/2013/10/nutricao-esportiva-pos-graduacao-6.jpg

Apesar de existirem muitas razões para que uma cãibra apareça, alguns pontos nutricionais são muito importantes. Uma cãibra forte é capaz de tirar um atleta da competição ou um praticante da academia, em ambos os casos, há o transtorno e o prejuízo. Por ser algo que incapacita o atleta, técnicos e jogadores temem muito sua incidência, afinal, você já deve ter visto em alguma competição esportiva, principalmente o futebol, atletas desabarem repentinamente no campo e logo depois vem a informação de que o mesmo está com cãibras. Sem contar a dor e o trauma que uma cãibra em um momento ruim causa: derrota e eliminação do local esportivo. Mesmo para praticantes ela é um incômodo, afinal, ninguém quer ter que passar por uma situação dessa no meio da academia ou da piscina, quadra, etc.

Caracterizada pela contração dolorosa e involuntária dos músculos, a cãibra é um problema comum que apesar de não sinalizar doença grave, funciona como um termômetro que mede o equilíbrio de água e nutrientes do nosso organismo.

A principal causa das cãibras é a perda excessiva de líquidos e sódio. O sódio é um mineral importante para a transmissão dos sinais nervosos e ações que levam aos movimentos dos músculos e a falta desse elemento, juntamente com a falta de líquidos, pode tornar os músculos mais sensíveis.

Por muitos anos, as pessoas atribuíram cãibras à falta de potássio ou magnésio no corpo, porém, pesquisas mostram que esses minerais são menos importantes na situação. As quantidades de potássio e magnésio que se perdem no suor são baixas quando comparadas ao sódio e cloreto.

Outras causas de cãibras: diabetes, problemas vasculares, uso da creatina, doenças neurológicas, etc.

COMO PREVENIR?

Uma dieta equilibrada em nutrientes e líquidos de forma geral, já contribui para a prevenção das cãibras, porém, esse ponto é o mais difícil de conseguir. Sendo um atleta de elite ou um praticante, existem muitos tabus na nutrição esportiva, como por exemplo, as pessoas deixam de fazer uma dieta saudável por medo de ganhar peso, reter líquidos, ficar fraco, perder performance, etc. Então, o ideal é consultar um profissional da área para que todas as dúvidas e tabus sejam desmentidos. Seguem algumas dicas práticas:

- Manter-se bem hidratado durante todo o dia com água mineral, água de côco e suco de frutas;

- Beber muitos líquidos antes, durante e após o exercício, principalmente;

- Repôr sódio durante os intervalos de exercícios pesados com transpiração abundante. Utilizar uma bebida esportiva;

- Assegurar uma recuperação adequada com descanso, boa hidratação e boa alimentação (incluir comidas salgadas nesse período);

- Evitar o uso de alimentos e/ou medicamentos diuréticos, para minimizar a perda de água corporal;

- Quem pratica atividades intensas, não deve cortar todo o sal da comida (por medo de rtenção de líquidos, ganho de peso, etc.), afinal, a falta de sódio causa cãibras e outros problemas como tontura, desmaios, pressão baixa, etc.

Você que sofre de muitas cãibras, identifique onde possa estar fazendo algo de errado e faça já uma mudança, afinal, apesar dos diversos objetivos do esporte, a saúde é o mais importante.

Fonte:  ANutricionista.Com - Giovana Guido - CRN3 21630

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