29 de abril de 2015

15:20

Treinamento intervalado e a perda de gordura

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Intervalos de alta intensidade e curta duração, antes reservados a atletas de alta performance, agora estão sendo prescritos para praticantes das mais variadas modalidades, sejam eles iniciantes ou veteranos, principalmente se um dos objetivos é a perda de gordura.

Os treinos intervalados funcionam tão bem para perda de gordura é que eles exigem que o corpo se adapte metabolicamente. O corpo é obrigado a queimar gordura para sustentar o nível de intensidade necessária para tal atividade. Isto também eleva o consumo de energia por mais de 24 horas pós-exercício, o que apresenta um efeito dramático sobre a perda de gordura abdominal.

O treinamento intervalado é eficiente para perda de gordura porque estimula diferentes sistemas de produção de energia quando comparado ao exercício aeróbi0, pois os exercícios aeróbios tendem a utilizar primariamente os carboidratos e ativar vias que são degradantes musculares, enquanto os exercícios de alta intensidade tais como o levantamento de peso e as corridas de velocidade, irão queimar uma porcentagem maior das gorduras, aumentar a produção corporal de enzimas que participam no metabolismo da gordura e estimulam o desenvolvimento muscular.

Outra razão pela qual os intervalados anaeróbios são muito superiores para perda de gordura abdominal é porque estimulam o consumo de oxigênio pós-exercício (EPOC). Um estudo de revisão de 2006 demonstrou que protocolos de treinos mais anaeróbios, por natureza, estimulam mais os valores de EPOC quando comparados ao treinamento aeróbio contínuo, porque as células musculares treinadas devem descansar para restabelecer os aspectos fisiológicos dentro da célula, o que se traduz em um maior gasto energético.

Embora treinos longos venham a ser importantes em um programa de treino, treinamento intervalado de curta duração e alta intensidade pode ser uma boa estratégia para otimizar o tempo.


10 de abril de 2015

12:22

5 dicas alimentares para diabéticos fisicamente ativos

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A prática de exercícios deve ser realizada de três a cinco vezes na semana. Há restrição nos casos de hipoglicemia, de modo que pacientes não devem iniciar atividade física com a glicemia muito baixa, sob o risco de baixar ainda mais os níveis. Os pacientes devem privilegiar atividades físicas leves, pois quando o gasto calórico é maior do que a reposição de nutrientes após o treino pode haver a hipoglicemia. Em todos os casos, os pacientes devem sempre combinar com seus médicos quais são as melhores opções, pois o tratamento do diabetes tem muitas peculiaridades individuais

A grande questão do diabético é acertar a quantidade e tipo de alimentação e a quantidade de insulina antes, durante e depois do treino.  Estudos recomendam que os portadores da doença pratiquem algum tipo de exercício aeróbico de três a quatro vezes por semana, com duração de 20 a 60 minutos, não devendo ultrapassar a intensidade de 85% do VO2max (volume máximo de oxigênio que o corpo é capaz de utilizar durante uma unidade de tempo). Porém, alguns cuidados em relação à alimentação devem ser tomados para que se aproveite todos os efeitos positivos da atividade física, sem riscos.

- A aferição dos níveis de glicose sanguínea antes do exercício é primordial, uma vez que é preciso ingerir carboidratos adicionais caso a glicemia esteja <110 mg/dL. Se estiver >250 mg/dL, recomenda-se suspender a atividade

- No pré-treino, é importante a ingestão de alimentos fontes de carboidratos de baixo a médio indices glicêmicos. O índice glicêmico é responsável pelo tempo que a glicose do alimento leva para ficar disponível na corrente sanguínea. Recomendo o consumo de pães, cereais integrais ou frutas com farelos, que demoram mais tempo para serem digeridos, lançando lentamente a glicose na corrente sanguínea.

- Durante o exercício, as recomendações da American Diabetes Association para a a ingestão de carboidratos são as seguintes: 2 a 3 mg/kg/min de carboidrato para treinamentos leves e 5 a 6 mg/kg/min no caso de atividades extenuantes.

- É importante evitar também a perda de água e eletrólitos durante a atividade física. A desidratação aumenta a fadiga e pode levar a uma redução de até 3% no peso corporal, o que é perigoso em pacientes diabéticos, por provocar uma pseudo-hiperglicemia e aumentar o risco de fenômenos trombóticos e episódios cardíacos.

- Atletas diabéticos também podem recorrer ao uso de suplementos. As bebidas esportivas, que contenham carboidratos a uma porção de 6% a 8 %, podem ser consumidas normalmente desde que, durante o exercício, a taxa de glicose esteja regulada.

O exercício físico regular é indicado para o controle de todos os tipos de diabetes. Então, pratique atividade física!

Com ajuda daqui

6 de abril de 2015

13:52

A especificidade na alimentação dos praticantes de atividade física

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A alimentação para atletas iniciante e avançado (que já faz a atividade há mais tempo) deve ser diferente.

A idéia para manter o corpo hidratado e alimentado para garantir um ótimo desempenho na prática das atividades.

Há quantidades recomendadas de proteínas, carboidratos, eletrólitos, aminoácidos, etc, que foram encontrados para ser mais vantajosa durante o exercício. Com base em resultados de pesquisas, nutricionistas esportivos estão continuamente revisando as percentagens destes nutrientes que promovem o "ótimo" desempenho esportivo.
No entanto, considerando a maioria de nós só quero chegar lá e andar de skate, não vamos mergulhar em percentagens ou específicos de nutrição neste momento, mas reconhecem a importância de fazer em ir escolhas alimentares saudáveis. Mantê-lo simples muitas vezes pode ser o melhor motivador.


A alimentação é diferenciada de acordo com a performance e as necessidades. Com a prática e o aumento do tempo ou da intensidade da atividade, podem ser necessários alguns complementos ou suplementos.

Quando o atleta aumentar a carga de treinamento, deve se alimentar de outra forma. Dependendo da intensidade e do tempo, tem que utilizar suplementos. Os nadadores podem deixar na borda da piscina a solução de maltodextrina para repor a glicose. Os ciclistas também devem tomar maltodextrina e água. Após os treinos, até umas duas horas, Whey protein (com carboidrato) para acelerar a recuperação muscular e diminuir índice de lesões.

Procurar orientação para o planejamento alimentar quando se inicia a prática esportiva é de suma importância. O programa deve ser individual, respeitando os limites e, assim, evitando hipoglicemia ou uso de suplementos sem indicação

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