O que faz o Nutricionista Esportivo?




O nutricionista é o profissional que se dedica à promoção, recuperação e manutenção da saúde por meio da alimentação. Entre as principais atividades do profissional formado em Nutrição, podemos destacar:

  • Elaborar diagnóstico nutricional dos pacientes.
  • Prescrever dietas e suplementos nutricionais para pessoas sadias ou com problemas de saúde.
  • Fazer controle de qualidade dos alimentos em restaurantes e refeitórios.
  • Desenvolver e avaliar produtos que possam ser utilizados na alimentação humana.

Ele pode optar por trabalhar em áreas como: nutrição clínica, nutrição esportiva, marketing nutricional, pesquisa e indústria alimentícia; atuando em hospitais, clínicas, indústrias de alimentos, academias, laboratórios de análise alimentar, entre outros.

Cursos online de Nutrição

Uma das áreas mais procuradas é a Nutrição Esportiva.

O especialista em nutrição esportiva deve avaliar, além do estilo de vida e hábitos alimentares do paciente, a preparação física e psicológica. A sua atuação, antes mais restrita ao meio do esporte de alto rendimento, hoje se estende ao universo das academias, expandindo seu campo de atuação.

O nutricionista pode trabalhar em clubes, academias, consultório e personal diet, fazendo atendimento personalizado e domiciliar. Quando se tratam de atletas profissionais, como jogadores e competidores, é provável que ele faça parte de uma equipe multidisciplinar.

As consultas devem avaliar o histórico do paciente. Assim como seus hábitos, a fim de criar um plano alimentar específico para a busca do equilíbrio do organismo e melhora da performance.

Ao prescrever um plano alimentar o profissional deve observar os micro e macronutrientes necessários ao bom desempenho de determinada atividade. Deve levar em consideração também os níveis de hidratação. Para isso, é preciso conhecer a fundo a rotina de preparação física, pois a dieta deve considerar os horários e durações dos treinos, garantindo o aporte de energia e de proteínas para a recuperação muscular.

Além disso, cabe a ele determinar a necessidade e, se for o caso, indicar suplementação. Além de uma dieta regular, o plano deve prever modificações alimentares de acordo com os objetivos para cada evento, como competições e períodos de recuperação.

Carboidratos e a Diabetes





Em geral, a alimentação dos diabéticos deve ser tão equilibrada, variada e completa como a alimentação de qualquer indivíduo saudável. À luz do conhecimento atual, não se justifica encorajar as pessoas diabéticas a não comer cardoidratos. De fato, é importante que incluam na alimentação diária o consumo de hortaliças, frutas, cereais de grão inteiro e legumes, todos ricos em  cardoidratos, mas igualmente ricos em fibra alimentar, vitaminas, minerais, antioxidantes e outras substâncias protetoras.

Uma das principais dúvidas que surgem é se pessoas com diabetes são totalmente proibidas de comer doces. E elas não são. Atualmente já se tem o conhecimento que o que mais importa para o bom controle da glicemia é a quantidade de carboidratos ingerida e não o tipo de carboidrato. O açúcar é apenas um tipo de carboidrato.

Entretanto, como se deve controlar a quantidade de carboidratos ingerida, o melhor é evitar a adição do açúcar, o qual eleva a glicemia rapidamente e tem pouco valor nutricional. Assim, é melhor que se escolha carboidratos provenientes de frutas, cereais integrais, leguminosas e laticínios desnatados. Mas nada impede que esse tipo de alimento seja incluído na alimentação de forma moderada e adequada. Lembrando: a escolha de alimentos in natura e preparações caseiras são melhores que os alimentos ultraprocessados.

Dito isso, embora muita gente pense ao contrário, os carboidratos não são os grandes vilões para quem tem diabetes. As diretrizes clínicas para um bom controle glicêmico e saúde em geral demonstram que os carboidratos devem ser a base da alimentação, provendo de 45 a 60% do valor energético total ingerido por dia. O que se deve observar é de não haver grande concentração dos mesmos na mesma refeição, respeitando um controle de porções de acordo com as necessidades nutricionais individuais.

Apesar dos diabéticos não estarem absolutamente proibidos de ingerir açúcar ou alimentos açucarados, convém lembrar que estes alimentos, além de contribuírem para uma rápida subida da glicemia (açúcar no sangue), apresentam, normalmente, uma elevada densidade calórica, e, simultaneamente, défices de fibras, vitaminas e minerais. Por isso, não acrescentam qualquer valor a uma alimentação que se pretende saudável, além de contribuírem para o aumento de peso.

É sempre importante termos o cuidado de, ao lidar com diabéticos, prestar atenção no consumo de carboidratos, seja ele qual for. Como dito acima, é fundamental ter alimentos que tenham carboidratos e fibras, por exemplo. A junção  deles vai trazer uma boa qualidade de alimentação.