6 dietas famosas que contêm erros graves

6 dietas famosas que contêm erros graves


De tempos em tempos surgem na mídia dietas da moda que prometem sucesso na eliminação do excesso de peso. Entretanto, se você é daqueles que não pode ouvir falar em novos métodos de emagrecimento que já quer testá-los, saiba que antes de sair aderindo a uma dieta é preciso fazer uma análise mais profunda para perceber se ela realmente funciona para o seu caso específico e, principalmente, não irá prejudicar a sua saúde de alguma maneira.

Pensando nisso, reunimos uma lista de 6 tipos de métodos de emagrecimento que possuem erros graves. Confira quais são eles a seguir:

1. Dieta de baixo teor de gordura

Todo mundo sabe que não dá para se empanturrar de alimentos ricos em gordura e achar que não vai engordar. Mas isso também não quer dizer que basear a dieta em produtos alimentícios que se autodenominam com baixo teor de gordura será receita de sucesso para a boa forma.

Isso porque, se por um lado, certos alimentos industrializados não possuem tanta gordura, a sua quantidade de carboidratos e açúcar é dobrada, o que irá fazer com que a pessoa ganhe peso de qualquer maneira. Além disso, sabe-se hoje que gorduras boas são importante também para o processo de emagrecimento.

2. Dieta de baixo teor de carboidratos

Se durante os anos 80 e 90 a gordura foi considerada a grande vilã do emagrecimento, anos mais tarde foram os carboidratos que assumiram esse papel, muito por conta da famosa dieta Atkins.

Os adeptos desse tipo de dieta excluem do cardápio alimentos como macarrão, batata, pão e cerveja, mas também podem ser muito extremos deixando de consumir grãos como feijão, frutas e até vegetais.

Se por um lado seguir essa dieta realmente ajudou muitas pessoas a perder peso, por outro, elas não conseguiam manter o peso ideal e por conta de uma interpretação equivocada em relação ao método, acabavam privando o organismo de nutrientes. O grande problema é o extremismo, onde tudo que é proteína e gordura, não importa sua qualidade, está liberado. Não pode ser assim.

Algo que não podemos esquecer é que os carboidratos atuam como fonte de energia para o nosso corpo e por isso não podem ser eliminados completamente da dieta. A recomendação, portanto, é obter o nutriente por meio de alimentos mais saudáveis como grãos integrais, feijão, iogurte, frutas e vegetais. Outra dica importante é saber dividir bem os nutrientes consumidos na dieta, fazendo com que 1/3 das calorias ingeridas corresponda a carboidratos, 1/3 a gorduras e 1/3 a proteínas.
3. Dieta Paleo

Popular entre os praticantes de CrossFit, a dieta Paleo determina que a pessoa coma bastante carne, aves, peixe, frutas e vegetais e exclua da alimentação legumes, grãos, açúcares refinados, laticínios e alimentos processados em geral.

E apesar de ter pontos positivos como a eliminação de produtos industrializados da dieta e o enfoque em gorduras saudáveis, vegetais e proteína magra, o fato de excluir grãos, laticínios e legumes não agrada especialistas da área de nutrição

A nutricionista Heather Mangieri explica que a Paleo exclui grãos e legumes da alimentação por conta da presença dos chamados fitatos, componentes que diminuem a biodisponibilidade (velocidade pela qual o organismo absorve um nutriente) de substâncias como vitaminas e minerais.

Mangieri disse também que essa prescrição não faz muito sentido, já que frutas e vegetais também contêm essa substância e estão inclusos no plano.

Outro problema com a Paleo é que ao tirar laticínios e grãos da alimentação, a dieta restringe muito as opções da pessoa ingerir nutrientes como cálcio e vitamina D.

Para a nutricionista Keri Glassman, é melhor que os grãos sejam mantidos nas refeições. Ela ainda afirmou que não é necessário comer altas quantidades desse alimento para adquirir os nutrientes necessários e diz que o melhor é fazer uma adaptação na dieta Paleo, pegando os seus pontos positivos, mas não sendo tão restrito quanto o plano determina.

4. Dieta sem glúten

Quem sofre de doença celíaca, problema que faz com que a pessoa seja intolerante ao glúten, uma dieta sem glúten é de grande importância. Entretanto, quem não tem esse problema deve pensar duas vezes antes de eliminar essa proteína da alimentação.

De acordo com a nutricionista Heather Mangieri, uma dieta livre de glúten não é necessariamente sinônimo de uma dieta saudável. Isso porque, assim como ocorre com os alimentos com baixo teor de gordura, os produtos industrializados que se dizem livres de glúten acabam tendo mais calorias e açúcar que as comidas que não são. Outro problema é que ao tirar da alimentação comidas como farinha, centeio e cevada, por exemplo, perde-se também importantes fontes de fibras, proteínas, vitaminas e minerais.
5. Dieta rica em gordur

Depois da descoberta que os carboidratos vazios – que praticamente não oferecem nutrientes ao organismo – e os açúcares adicionados atuam como vilões no ganho de peso e no aparecimento de diabetes, um erro que algumas pessoas podem cometer é exagerar no consumo das gorduras saudáveis, extrapolando o número de calorias ingeridas diariamente e acabar ganhando peso de qualquer jeito.

Para evitar que isso aconteça, a dica principal é saber equilibrar a quantidade de gordura, proteína e carboidratos saudáveis obtidas na alimentação.

6. Dieta dos alimentos crus

O principal fundamento dessa dieta é que ao comer apenas os alimentos crus e integrais, a pessoa não perde os nutrientes que poderiam ser eliminados caso eles fossem preparados cozidos. Entretanto, o seu problema está na dificuldade que ela exige da pessoa que resolva segui-la.

O que complica é que para obedecer esse plano, é preciso ter bastante tempo disponível para estar constantemente na cozinha para preparar as refeições e para algumas pessoas que vivem atarefadas com o trabalho e cuidados com a casa, isso é um tanto quanto irrealista.

Além disso, a tese de que os alimentos perdem valor nutricional quando cozidos não é verdade em todos os casos. Por exemplo, o tomate e o espinafre têm seus nutrientes potencializados quando passam pelo processo de preparo.

O Que São Alimentos Construtores?

O Que São Alimentos Construtores?

Alimentos proteicos

O que são alimentos construtores? Alimentos construtores são aqueles que têm a função de ajudar na construção de tecidos musculares do organismo. Geralmente são alimentos ricos em proteína e que, de forma natural, ajudam um atleta a conseguir a hipertrofia ou pessoas de uma forma geral a ganhar mais musculatura nos treinos ou práticas esportivas.

Muitas pessoas, ao invés de procurar as quantidades necessárias de proteína presentes nos alimentos, optam por ingerir suplementos com estes compostos para estimular e agilizar o processo de construção muscular, porém, sabe-se que através do consumo de certos alimentos pode-se conseguir o efeito desejado de forma saudável e livre de riscos.

A necessidade de proteínas que uma pessoa precisa para manter seu organismo em pleno funcionamento e aprimorar a construção muscular varia. Na verdade, uma criança precisa muito mais de proteína do que um adulto, por exemplo, pois está em fase de crescimento, ou seja, construindo o corpo. Já o adulto geralmente precisa de proteína apenas para reparar os tecidos desgastados, renovar a pele, reparar fraturas ósseas e cicatrizar feridas ou aumentar a massa muscular. Mulheres grávidas também devem aumentar o consumo de alimentos construtores durante os 9 meses de gestação para ajudar na formação do bebê.

Alimento funcional e a nova ideia de base alimentar

Alimento funcional e a nova ideia de base alimentar
Quatro tendências de alimentação saudável para manter em 2020 | GZH

Muita gente tem falando bastante sobre alimento funcional, inventando moda e por aí vai, vale a pena definir o que eles são e descobrir se devem mesmo fazer parte de uma alimentação equilibrada. Nem sempre um bom alimento funcional é aquele que está na moda ou o mais caro, fique atento!

Se um indivíduo alguma vez mordeu uma barrinha energética, bebeu um copo de suco de laranja enriquecido com cálcio ou tomou uma sopa reforçada com vitaminas, minerais e probióticos, ele se deliciou com um alimento funcional. Tecnicamente, o termo alimento funcional refere-se a um produto que beneficia o desempenho ou a saúde. A American Dietetic Association, em seu documento de intenções sobre alimento funcional, define esses produtos como “qualquer alimento ou ingrediente alimentar modificado que ofereça benefício à saúde além dos nutrientes tradicionais que contém”.


Veja alguns produtos que se encaixam na definição de alimento funcional

• Alimentos em que açúcar, gordura, sódio ou colesterol foram reduzidos ou excluídos. Exemplos: queijo isento de gordura, geléia sem açúcar, sopa pobre em sódio. Alimentos funcionais como esses são convenientes para pessoas que estão sob dieta de restrição e podem ser úteis na prevenção ou no controle da obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes e hipertensão arterial.

• Alimentos nos quais foram reforçados componentes já presentes naturalmente, como cereais matinais e massas enriquecidas com fibras ou vitaminas. Alimentos modificados dessa maneira podem desempenhar um papel importante na prevenção de doenças.

• Alimentos reforçados com nutrientes normalmente ausentes, como pão enriquecido com ácido fólico, iogurte com vitamina D e sopas incrementadas com ervas. Alimentos enriquecidos fazem as pessoas ingerirem mais nutrientes e ajudam a preservar e manter o bem-estar geral.

• Iogurte probiótico e outros produtos derivados do leite, aos quais foram acrescentadas bactérias saudáveis como parte do processo de fermentação. Acredita-se que esses alimentos aumentem a flora intestinal boa, e isso favorece a digestão e previne doenças.

Cuidados especiais:

É aconselhável incorporar esses alimentos à dieta, caso já não façam parte? A resposta é sim, especialmente se comodidade for importante e a intenção for potencializar a saúde, força e crescimento muscular. Vale lembrar que de nada adianta o uso de alimento funcional se a dieta diária não for rica em nutrientes, proteína magra e laticínios, frutas, grãos integrais, hortaliças e dos tipos certos de gordura.

Sete benefícios da água de coco

Sete benefícios da água de coco
 

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A água de coco possui diferentes benefícios, dentre eles sua ação diurética, isotônica e com alto índice de potássio, o que a torna uma poderosa bebida que, além de refrescar, é responsável por repor os nutrientes dos indivíduos.

A principal característica da água de coco é a super hidratação que ela proporciona para o organismo.

Confira sete benefícios do alimento:

Ela cuida do coração e dos rins

O potássio encontrado na água de coco é um nutriente fundamental para o bom funcionamento dos rins, que eliminam o sódio do organismo. O excesso de sódio pode causar diversas doenças, dentre elas a hipertensão.

Ela é rejuvenescedora

A água de coco contém citocininas, que protegem as celulas do envelhecimento. "As citocininas são hormônios vegetais responsáveis pela divisão celular, por isso atuam na renovação das células, garantindo uma pele jovem e saudável", explica a nutricionista Caroline Dalcero, em entrevista ao GNT. A rápida divisão celular também diminui a probabilidade de aparecimento de células cancerígenas.

Ela evita a desidratação
Por apresentar uma grande quantidade de sais minerais, a água de coco é um hidratante poderoso.

Ela fortalece o sistema imunológico

Rica em vitamina C, a água de coco aumenta a produção de glóbulos brancos, células que fazem parte do sistema de defesa do corpo humano e combatem estruturas estranhas.

Ela é rica em minerais

A água de coco tem cinco minerais essenciais: potássio, sódio, magnésio, cálcio e fósforo. Segundo a nutricionista, eles são essenciais para o bom funcionamento do organismo. "Quando a pessoa sofre deficiência de algum desses elementos, pode ter fraqueza, espasmos musculares, confusões mentais, entre outros malefícios", alerta.

Ela é digestiva

"Os sais minerais (como o magnésio e o potássio) que ela possui ajudam na digestão, agindo contra o intestino preso", explica Caroline.

Ela é um combustível para os músculos

O alimento ajuda no fornecimento de energia para os músculos, além de ajudar na reposição de minerais que são perdidos durante a prática de atividades físicas.