27 de setembro de 2016

10:34

Vitaminas e Minerais na Atividade Física



Vitaminas e minerais são fundamentais para quem pratica atividade física por participarem do metabolismo energético e por estarem envolvidos em processos celulares, como resposta imune, função antioxidante, contração muscular, assim como reparação e crescimento desse tecido. Os micronutrientes desempenham papel importante na produção de energia, na manutenção da massa óssea, no desenvolvimento adequado do sistema imunológico e na proteção contra os radicais livres. Em praticantes de atividade física auxiliam na síntese e recuperação muscular após o exercício físico. Nesses casos, como o exercício demanda adaptações do metabolismo, maior quantidade desses nutrientes é necessário, principalmente proveniente da alimentação.

As vitaminas atuam regulando as funções metabólicas e muitas delas, como o complexo B, exercem papel fundamental no metabolismo energético e sua deficiência pode prejudicar a performance dos atletas. Alem disso, algumas vitaminas, são capazes de neutralizar eventuais danos provocados por espécies reativas de oxigênio aos tecidos celulares e modular a função imune. Como exemplo, podemos citar a vitamina C, que além de ser necessária para síntese de colágeno e manutenção da saúde do tecido cartilaginoso, age como importante antioxidante no organismo, combatendo o excesso de radicais livres e evitando comprometimento dos treinos. Podemos citar também as vitaminas do Complexo B desempenham papel fundamental para manter as funções normais do organismo. Compreende diversas substâncias, com características e ações diferentes, mas com ação semelhante: manter a saúde, a tonicidade muscular e auxiliar as enzimas relacionadas ao metabolismo energético.

Os minerais são compostos inorgânicos, não sintetizados pelo organismo, essenciais a diversas funções, como controle do equilíbrio ácido-básico, proliferação de impulsos nervosos, contração muscular, entre outros. Sua ingestão em doses adequadas é essencial para o correto funcionamento do organismo e manutenção da performance.

O ferro é outro micronutriente fundamental que merece destaque, pois sua deficiência acomete bastante indivíduos atletas, sendo os grupos de maior risco: atletas do sexo feminino com grandes perdas durante o ciclo menstrual, atletas que seguem dietas com restrição calórica, corredores de longa distância que podem ter perdas de ferro gastrointestinais elevadas, atletas que treinam de forma intensa em clima quente e tem elevada transpiração e pessoas vegetarianas. No entanto, deve-se estar atento à possibilidade da “anemia do esporte”, que é uma “falsa” anemia decorrente do treino pesado, que gera aumento do volume sanguíneo com consequente hemodiluição, dando a falsa impressão de que há uma redução do ferro.

O cobre, por exemplo, é um mineral importantíssimo para o organismo, pois participa do metabolismo protéico, sintetiza RNA e melhora o aproveitamento do oxigênio pela célula, influenciando no ganho de massa muscular. Além disso, é um poderoso antioxidante que possui efeitos antiinflamatórios, estimula a função imune e aumenta os níveis plasmáticos de HDL-colesterol.

O status de zinco também pode afetar de forma significativa o desempenho, uma vez que esse mineral participa de reações que auxiliam o metabolismo anaeróbio das fibras musculares tipo II, facilita a respiração celular pela maior eliminação de CO2 das células, participa na síntese de proteína e atua no estoque e liberação de insulina. Seu papel antioxidante também está bem estabelecido, atuando na proteção de agrupamentos sulfidrila de proteínas de membranas celulares.

Por tudo isso, a nutrição adequada com acompanhamento profissional é indispensável, principalmente para indivíduos ativos.

14 de setembro de 2016

08:30

Nutrição Esportiva: estude e saiba mais!


A Nutrição esportiva é a área que aplica a base de conhecimentos em: nutrição, fisiologia e bioquímica no esporte e atividade física. Os principais objetivos da nutrição esportiva são: Aumentar o desempenho físico, desportiva, evolucional do atleta. Para o profissional estar atualizado nesta área, é preciso muito estudo.

Os Cds Universitários trabalham com conteúdo específico para determinados temas. A reunião de artigos e matérias é feita com base no mercado e em publicações nesses assuntos. Um desses assuntos é a Nutrição Desportiva.

O CD específico de Nutrição Desportiva traz conteúdo para estudantes e profissionais estarem atualizados com assuntos pertinentes ao tema.

Tenha um ótimo conteúdo em mãos por menos do que você imagina. Conheça o Cd de Nutrição Esportiva.

8 de setembro de 2016

11:56

Sanduíches podem ser saudáveis e devem ser consumidos sem culpa

http://www.muitochique.com/wp-content/uploads/2015/07/lanche-natural-peito-de-peru_01-665x406.jpg

Quem se preocupa em emagrecer tende a ter muita culpa quando come um sanduíche. Será que dá para dar um jeito nisso?

Retire a culpa ao comer: é normal não comer direitinho todos os dias. Não se culpe, pense no prazer daquela refeição. A culpa por comer leva a sentimento de frustração, raiva e, por fim, necessidade de recompensa, muitas vezes com mais comida. A satisfação leva à serenidade para pensar na próxima refeição.

Sanduíches são práticos, baratos e é possível aprender alguns truques para que eles façam parte de uma alimentação saudável e possam substituir algumas refeições. Os truques podem estar na bandeja, guardanapo, pote de canudinho ou qualquer elemento da cena lanchonete.

Vamos aprender algumas dicas para o consumo de sanduíches:

1 - Siga a regra do prato saudável. Um alimento construtor (proteína), um alimento energético (carboidratos e gorduras) e um alimento regulador (fonte de fibras, vitaminas e minerais).

2 - Se o sanduíche está pobrinho, opte pela fruta na sobremesa.

3 - Divida com alguém o sanduíche exagerado.

4 - Menos queijo, por favor.

5 - Deixe o sanduíche ser o protagonista e não a batata frita, sobremesa e etc.

A sensação de estômago ocupado (saciedade) dura menos com as gorduras. As fibras são as que mais garantem essa sensação, seguidas pelas proteínas, carboidratos e, por fim, as gorduras. Por isso que, às vezes, ficamos com fome rápido quando comemos um sanduíche com mais gordura do que outros grupos de alimentos, como aquele sanduíche de mortadela ou o cachorro quente. Além disso, muitas vezes não prestamos atenção quando estamos saciados. Só percebemos a sensação de muita fome e de estufamento.

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *