17 de dezembro de 2014

10:02

Tipos de Exercícios Físicos para o controle do peso corporal



De acordo com o ACSM (2000) os exercícios físicos visando o emagrecimento podem ter tanto natureza aeróbica quanto natureza anaeróbica, esse último podendo ser treinamento resistido ou atividades intervaladas. Os exercícios também podem ser mistos, com parte aeróbica e parte anaeróbica.

Exercícios Aeróbicos

Os Exercícios aeróbicos têm sido largamente difundidos como método eficaz no controle do peso corporal, este deve ter ênfase na duração (volume) e freqüência de treino a fim de maximizar o gasto energético da atividade (Schneider; Meyer, 2007). Estudos têm demonstrado que exercícios aeróbicos tendem a diminuir a Massa Corporal (MC) e a Gordura Corporal (GC) total. (Figueroa-Colon et al, 1998).

    Eliakim et. al. (2002) submeteu crianças e adolescentes obesos a um programa de exercícios aeróbicos de duração de três a seis meses e comparou com um grupo controle de crianças e adolescentes. Os resultados mostraram uma redução na MC e no IMC no grupo submetido a exercícios aeróbicos em relação ao grupo controle.

    A grande vantagem dos exercícios aeróbicos reside no fato de ser o mais simples e barato entre os tipos de exercícios, porém, ainda assim proporcionando bons resultados (ANTUNES et al, 2006).

    A desvantagem dos exercícios aeróbicos está relacionada a esse tipo de exercício não impactar positivamente a Massa Corporal Magra (MCM), sendo que a MCM parece estar diretamente relacionada com a TMB que pode chegar a corresponder até 70% do gasto energético diário sendo fundamental no processo de controle do Sobrepeso e da Obesidade. Ou seja, quanto maior for a MCM maior será a TMB e, por conseguinte, o gasto energético diário (DEFORCHE et al, 2003).

Exercícios Anaeróbicos

    Estudos têm demonstrado que os exercícios anaeróbicos são capazes de aumentar a MCM e, conseqüentemente, TMB, promover gasto calórico considerável durante o exercício físico em si e provocar uma alto EPOC (consumo de oxigênio em excesso pós-exercício) proporciona que organismo continue gastando calorias de forma acelerada após o término dos exercícios, sendo que quanto maior a intensidade do exercício anaeróbico maior será o EPOC (CASTINHEIRAS NETO; FARINATTI, 2010).

    Sothern et. al. (2000) avaliaram 19 obesos durante 10 semanas em um programa de exercícios anaeróbicos, neste caso treinamento resistido. Foram avaliadas em relação a um grupo de controle que praticou caminhada também durante 10 semanas a MCM e o %GC. Ao final das 10 semanas AM bons os grupos tiveram resultados positivos de redução do %GC, porém o grupo que realizou exercícios anaeróbicos aumentou discretamente a MCM, porém no grupo que realizou exercícios aeróbicos houve redução da MCM, gerando assim redução da TMB e do gasto energético diário.

    Notadamente a grande vantagem dos exercícios anaeróbicos em relação aos exercícios aeróbicos é o aumento ou manutenção da MCM, proporcionando efeitos duradouros de redução ponderal e controle do peso corporal, além de proporcionar todos os outros benefícios do treinamento aeróbico, pois embora durante a realização da atividade os exercícios aeróbicos promovam maior gasto calórico após a atividade, por causa do EPOC, os exercícios anaeróbicos promovem maior gasto calórico. Essa relação tende a ser: maior gasto calórico total equilibrado entre aeróbico e anaeróbico ou tendendo ao exercício anaeróbico o maior gasto calórico (CASTINHEIRAS NETO; FARINATTI, 2010, BAR-OR, 2003).

    A desvantagem dos exercícios anaeróbicos se refere ao custo mais elevado para a realização dos mesmos. Em geral, necessita-se de uma academia para praticar os exercícios resistido e/ou intervalados, isso dificulta o acesso à parte da população a esse tipo de treinamento, pois existem poucas academias públicas no Brasil e as academias particulares têm uma mensalidade não condizente com o poder aquisitivo da maioria da população brasileira (ANTUNES et al, 2006).

Exercícios Mistos (Aeróbicos e Anaeróbicos)

    Os Exercícios Mistos consistem em utilizar na mesma sessão de treinamento tanto exercícios anaeróbicos quanto exercícios aeróbicos (ROCCA et. al, 2008).

    Pesquisas recentes têm demonstrado que os exercícios mistos são o melhor tipo de exercício mais eficaz na prevenção e no tratamento da obesidade, pois conseguem agregar tanto os benefícios dos exercícios aeróbicos quanto dos exercícios anaeróbicos (BRAITH; STEWART, 2006; SARSAN et al, 2006).

    Lemura e Maziekas (2002) concluíram em seu estudo que o treinamento composto por exercícios mistos era o mais eficaz no controle do peso corporal, pois este provocava redução da MC e GC e, além disso, conseguia manter ou aumentar a MCM e a TMB.

Fonte

15 de dezembro de 2014

11:19

Dieta Detox: Dicas e Informações Nutricionais

http://3.bp.blogspot.com/-ivdkBn1Sh9k/UcGn149sRFI/AAAAAAABASw/DwcxAtyUSiQ/s1600/dez+dicas+para+fazer+dieta+detox.jpg 

Primeiramente a Dieta Desintoxicante ou Detox, não tem como objetivo principal a perda de peso, mas sim a retirada de toxinas do organismo, principalmente do fígado, onde essas toxinas mais se acumulam e no intestino, que muitas vezes perde sua capacidade de absorção com o acumulo das mesmas.


Benefícios da Detox

A desintoxicação do organismo trazida pela detox trás milhares de benefícios para nossa saúde entre eles:

- melhora da nossa saúde intestinal, essencial para a saúde de todos nosso organismo;

- melhora do funcionamento de nosso fígado, importante para a manutenção de outros orgãos, como os rins, que tambám têm seu funciomamento melhorado com a detox.  Pessoas com esteatose hepática, acúmulo de gordura no fígado, davem fazer a detox para a melhora de seu quadro clínico;

- melhora da pele, órgão que reflete como nosso organismo está por dentro. Portanto, uma pele manchada ou com acnes pode significar excesso de toxinas;

- melhora do cabelo e unhas, algumas vitaminas são essenciais para a manutenção dos mesmos;

- auxilia na prevenção da hipertensão, hipercoleterolemia e diabetes;

9 de dezembro de 2014

07:35

Sete alimentos que ajudam a ganhar músculos

Para ganhar músculos é preciso seguir um programa de hipertrofia, exercitar-se com regularidade e não fazer corpo mole no treino. Mas bater ponto na academia não é suficiente. É necessário também comer os alimentos certos: proteína, conhecida dos adeptos do suplemento whey protein, e carboidrato. 

Os alimentos proteicos ideais são aqueles com alto valor biológico, isto é, que possuem todos os aminoácidos essenciais em quantidades certas para a construção muscular. Um desses aminoácidos em particular, a leucina, como comprovou uma recente pesquisa, estimula diretamente a síntese de proteínas por ativar uma enzima responsável pelo crescimento do músculo.

Confira a lista de sete alimentos que possuem a proteína necessária para estimulo e crescimento dos músculos:

Cereais e pães integrais
Pessoas que querem ganhar músculos devem consumir alimentos com baixo índice glicêmico (IG), aqueles que têm seus carboidratos transformados em açúcar pelo organismo de forma lenta. Produtos ricos em fibras, como os cereais e os pães integrais, são exemplos de comidas que possuem um baixo IG e, por isso, devem ser incorporados na dieta.


Foto: Reprodução

Batata Doce
A batata doce é composta de carboidratos de baixo índice glicêmico, o que prolonga a sensação de saciedade. O consumo de carboidratos ao longo do dia é importante porque possibilita que as lesões ocasionadas no músculo durante a atividade física sejam regeneradas. 

Mandioca
Assim como a batata doce e os cereais integrais, a mandioca é um alimento de baixo índice glicêmico. Seu carboidrato é transformado em energia aos poucos, o que auxilia tanto durante o treinamento, quanto na recuperação dos estoques de energia pós-treino. A mandioca deve ser ingerida sem exageros: 100 gramas têm 125 calorias. 

Carne vermelha
A carne vermelha é uma excelente fonte de proteína de alto valor biológico, isto é, possui todos os aminoácidos essenciais em quantidades certas para a construção muscular.  A recomendação é optar por cortes de carnes com menor teor de gordura, como patinho, alcatra e filé mignon. Em 100 gramas de carne vermelha há 26 gramas de proteína. 

Carnes brancas
Assim como as carnes vermelhas, as brancas, como peixes e frango, são fontes de proteína. Elas têm a vantagem, no entanto, de terem pouca gordura saturada, associada a problemas como de ganho de peso e colesterol alto. Em 100 gramas de frango há 25 gramas de proteína, enquanto no salmão há 20 gramas.  

Leite
O leite é um alimento proteico ideal para o crescimento muscular porque contém aminoácidos inteiramente absorvidos pelo organismo, como a leucina. Com mais oferta de proteína no corpo, o músculo terá mais facilidade para crescer. Um copo de leite tem 8 gramas de proteína.

 

Ovo
O ovo é uma boa fonte de proteína para o crescimento muscular principalmente por causa da clara, que é rica em albumina, uma proteína que o organismo consegue digerir, absorver e utilizar inteiramente. Um ovo de galinha médio possui 10 gramas de proteína.

5 de dezembro de 2014

10:52

Alimentos: quanto mais coloridos, melhor!

Você sabia que a cor de cada alimento interfere na sua função em nosso organismo?   Confira as dicas abaixo e saiba como escolher o alimento ideal para manter sua saúde em dia:


Alimentos de cor amarela/alaranjados: ricos em betacaroteno, precursor da vitamina A. Essa vitamina é fundamental para o crescimento e manutenção dos tecidos, e desempenha papel essencial na visão. Exemplos de alimentos: cenoura, manga, mamão, pêssego, manga, milho e caqui.

Alimentos de cor vermelha: o pigmento responsável pela cor vermelha é o licopeno,um carotenóide que funciona como antioxidante, protegendo contra o envelhecimento precoce das células, além de estimular o sistema imunológico. Existe também relação do consumo de licopeno e a redução de doenças crônicas não transmissíveis, como doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Exemplos de alimentos: tomate, cereja, caqui, melancia ,goiaba e pimentão vermelho.

Alimentos de cor arroxeada/azulada: os alimentos adquirem tonalidade arroxeada e azulada em função da antocianina, que atua como antioxidante. Este pigmento tem papel importante na saúde, já que contribui no sistema circulatório, favorecendo o sistema cardiovascular. Alguns exemplos desses alimentos são: uva roxa, beterraba, repolho roxo, figo, jabuticaba, berinjela e ameixa.

Alimentos de cor marrom: os alimentos de coloração marrom são ricos em vitamina E, vitamina antioxidante que atua na prevenção do envelhecimento precoce das células do organismo e de doenças cardíacas e câncer. Alguns exemplos desses alimentos: gérmen de trigo, arroz integral, castanhas, nozes e cereais integrais.

Alimentos de cor verde: alimentos dessa coloração são ricos em clorofila, que tem uma ação depurativa, capaz de desintoxicar as células do organismo combatendo os radicais livres e contribuindo com a prevenção de fadiga, anemia, insônia e doenças do coração. Exemplos são: abacate, kiwi, alface, pimentão verde, couve, vagem, ervilha, rúcula, brócolis, hortelã, escarola e espinafre.

3 de dezembro de 2014

10:00

Dietas para atletas de Natação

Gabriela Silva Semi finais 50 borboleta Roma 2009


A nutrição é importante em todas as modalidades esportivas, inclusive na natação. A composição corporal dos nadadores varia segundo o estilo desenvolvido e a intensidade do treinamento.

As recomendações dietéticas para o atleta de natação são: dieta fracionada (ao menos 5 refeições ao dia); hidratação durante treinos e competições; garantir que os estoques de glicogênio fiquem em níveis adequados por meio da ingestão dietética de 60 a 70% de carboidratos; refeição pré-competição rica em carboidratos de fácil digestão e baixo índice glicêmico; refeição pós-competição rica em carboidratos de alto índice glicêmico como forma de reposição do glicogênio muscular/hepático e incremento de massa magra.

Antes do treino:

Uma a duas horas antes do treino devem ser prioridades a ingestão de água, carboidratos e evitar o consumo de gorduras. Não praticar exercício físico em jejum, pois pode haver redução da performance.

- Suco de fruta ou fruta + sanduíche com queijo magro, ou pelo menos ingerir uma fruta ou barra de cereal.

Durante o treino:

Atletas de esporte aquático podem ter menor percepção da sensação de sede, portanto devem deixar na borda da piscina uma garrafa com água ou bebida contendo água e carboidrato.

- Três colheres de sopa de Maltodextrina em 500ml de água.

Em treinos ou provas acima de uma hora, deve ser ingerido de 30 a 60g de carboidrato a cada hora para evitar hipoglicemia, depleção de glicogênio e fadiga.

Deve ser utilizada bebida esportiva que contém carboidratos e sódio, por promover maior absorção de água e glicose, melhorar a palatabilidade e repor as perdas pelo suor.

Após o treino:

Em treinos de alta intensidade e acima de uma hora, além de carboidratos, pode ser utilizada proteína para repor o glicogênio muscular e acelerar a recuperação.

Indicação: 20g carboidrato + 10g de proteína para recuperação. Veja os exemplos abaixo:

- Sanduíche de queijo magro com geléia
- Maltodextrina com whey protein
- Sport drink: carboidratos com proteína

Alimentação adequada, individualizada, boa hidratação e descanso são fundamentais para a melhora da performance.

Dicas de hidratação

  • Mantenha uma garrafa de líquido no deck da piscina, para ser bebido entre repetições e sets.
  • Pese os atletas antes e depois do treino, estimulando-os a beber pelo menos 3 copos (680 ml) de líquido para cada 500 gramas perdidos durante o exercício.
  • Nadadores que habitualmente perdem mais de 1% de peso corporal durante a prática, devem ser incentivados a beber mais, para ficar mais hidratados.
  • Confira a cor da urina dos atletas. Urina de cor escura pode indicar que ele/ela está desidratado e precisa beber líquido.
  • Evite bebidas gasosas que podem causar inchaço e reduzir a quantidade de líquido consumido.
  • Evite bebidas com cafeína e alcoólicas, pois podem fazer o corpo perder líquido.

1 de dezembro de 2014

10:47

5 dicas para não engordar em encontros de fim de ano

http://www.blogangeloni.com.br/wp-content/uploads/2013/05/shutterstock_124623862.jpg

O final de ano está aí e todo dia tem alguém ligando querendo marcar um happy-hour, uma festinha de amigo secreto ou uma confraternização para rever os amigos.

Seguir rigorosamente a dieta é missão quase impossível. Não precisa ficar na seca, nem se recusar a abrir a boca. Alguns cuidados à mesa, no entanto, ajudarão a manter a forma para o verão que se aproxima.

Uma boa notícia: não é preciso passar por privação social para ter boa saúde. Veja abaixo 5 dicas para não ficar em casa em vez de sair com a turma do trabalho e e etc,...

1. Happy hour no barzinho, depois do expediente:

Prefira os alimentos ricos em fibras e proteínas. A nutróloga Mariela sugere: ovos de codorna (1 porção = 3 unidades); frutas secas (1 porção = 6 unidades); oleaginosas (1 porção = 2 castanhas do Pará + 15 amendoins sem sal + 5 nozes + 5 castanhas de caju); tiras de cenoura e pepino embebidos em água e uma pitada de sal (1 porção = 10 tiras de cada); pipoca sem gordura e com baixo teor de sódio (1 porção = 1 xícara de chá). 

2. Evite:

Alimentos muito calóricos e/ou gordurosos, que devem ser consumidos com moderação (calorias por porção de 100g): castanha do Pará (683); amendoim (638); empada (466); coxinha (443); pão de queijo (434); risole (425); croquete de carne (346); linguiça (300); pastel de queijo (301); salsicha (292); batata frita (280); salame (272); salaminho (272).

3. Escolha a bebiba certa

Você pode pedir sucos de fruta natural, de preferência sem açúcar. Os de limão, maracujá ou acerola são os menos calóricos. Existem ainda opções interessantes de espumantes não alcoólicas e com valor calórico reduzido. Outras opções válidas são os chás verde e vermelho gelados ou os 'suchás' (combinação de frutas e chás)

Das bebidas alcoólicas, a menos calórica é a cerveja, depois vêm os vinhos e os destilados (whisky, vodca, pinga). A caipirinha com adoçante terá menos calorias do que a feita com açúcar. Mas claro que tudo depende do quanto você bebe! E é muito importante intercalar com os líquidos não alcoólicos e menos calóricos.

4. Não vá a encontros de estomago vazio

Antes de ir para qualquer evento procure fazer um lanche saudável. Sugestão: pão integral com alface, cenoura crua ralada, peito de peru ou frango ou rosbife, azeite extra-virgem ou maionese light. Ou uma salada de verduras (folhas inteiras) e legumes crus com azeite ou maionese light e algumas torradas. Também pode ser uma salada de frutas, com iogurte desnatado, aveia ou granola light. Nunca vá de estômago vazio!

Não se esqueça também da pré-hidratação. Isso é essencial para reduzir as chances de intoxicação alcoólica e alimentar. De modo geral, um adulto deve tomar cerca de dois litros de água ao dia. Cafés, chás ou energéticos não são bons hidratantes, pois estimulam a diurese e ficam menos tempo dentro do organismo.

5.  Faça a desintoxicação apos as saídas

É uma boa ideia fazer uma alimentação mais leve depois de tantos abusos. Consuma frutas ou suco naturais, verduras, legumes, carnes magras. Mas não precisa fazer greve de fome ou jejum. Modere, mas não corte pão, arroz, batata e massa.

Com relação ao álcool, é indicado ficar pelo menos quatro dias na semana sem usá-lo, especialmente as mulheres.

Moderação, portanto, é a chave. Afinal, esse não será o último dezembro de sua vida.

26 de novembro de 2014

12:31

10 doenças ligadas à obesidade


http://ecos-redenutri.bvs.br/article_image.php?image_type=article&id=624

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), desde 1980, os níveis de obesidade no mundo duplicaram. Em 2008, 1,4 bilhões de adultos acima de 20 anos estavam acima do peso, sendo que desses, 200 milhões de homens e 300 milhões de mulheres eram obesos.

E os dados são ainda mais alarmantes, pois 65%¨da população mundial vive em países onde o sobrepeso e a obesidade matam mais do que condições relacionadas com o baixo peso. Ainda temos o fato que 40 milhões de crianças abaixo da idade de 5 anos estavam com sobrepeso em 2011.

Veja os 10 principais problemas de saúde que a obesidade pode causar:

obesidade e os seus malefícios

Os fatos concretos são os malefícios que a obesidade causa, veja os 10 principais problemas de saúde que a obesidade pode causar.

  1. Pressão alta: A hipertensão arterial é a causa primária de morte na população norte americana acima de 25 anos. Milhões de pessoas sofrem deste mal, que também é um fator de risco para doenças do coração. A pressão arterial tende a aumentar com o ganho de peso e a idade. Quem está acima do peso e tem pressão alta, com uma perda de peso em torno de 4 quilos, pode surpreender-se com o retorno da pressão arterial a níveis seguros.
  2. Diabetes: A obesidade é considerada como um dos fatores mais significativos para o desenvolvimento de resistência à insulina, que acaba levando ao diabetes do tipo 2. De acordo com a OMS, mais de 90% dos diabéticos no mundo tem esse tipo da doença. Estar acima do peso ou obeso contribui para o diabetes por tornar as células mais resistentes aos efeitos da insulina. Uma perda de peso de 7 a 9 quilos ajuda muito a diminuir este risco.
  3. Doenças do coração: Obesidade é um fator importante de risco para desenvolvimento de doença coronariana, que pode levar a um ataque cardíaco. Quem está acima do peso tem risco aumentado de sofrer um ataque cardíaco antes dos 45 anos. Adolescentes obesos têm uma chance maior de ter um ataque cardíaco antes dos 35 anos do que adolescentes não obesos. Assim como no caso do diabetes, perder 7 a 9 quilos ajuda a reduzir o risco de doenças do coração. E exercitar-se regularmente reduz ainda mais este risco.
  4. Colesterol elevado: É uma das principais causas de ataques cardíacos. O tipo de colesterol que está envolvido no aumento deste risco é o LDL. Quando seus níveis aumentam, o risco de doenças coronarianas sobe 20%. E, novamente, perder peso ajuda a jogar estes níveis de LDL para baixo.
  5. Câncer: Estar acima do peso aumenta as chances de desenvolver inúmeros tipos de câncer em 50%. Mulheres obesas, por exemplo, têm risco aumentado de câncer de endométrio. 
  6. Infertilidade: Estar obeso pode causar mudanças nos níveis hormonais das mulheres, que podem resultar em insuficiência ovariana. Mulheres acima do peso estão em risco mais elevado de ter problemas de infertidade, assim como câncer de ovário. Nosso organismo deve estar em um peso adequado para produzir a quantidade certa de hormônios e regular a ovulação e menstruação. E não pense que homens são imunes à infertilidade, pois homens obesos têm chance maior de desenvolver problemas de mobilidade e baixa contagem espermática.
  7. Dor lombar: A obesidade é um dos fatores que mais contribuem para dores lombares e articulares. O peso excessivo pode causar lesões nas partes mais vulneráveis da coluna, que carregam o peso corporal. Quando essas partes precisam sustentar o peso excessivo, as chances de ter uma lesão espinhal ou dano estrutural aumentam. Estar acima do peso também aumenta o risco de desenvolver osteoporose, dor lombar, artrite e osteoartrose.
  8. Infecções de pele: Obesos e indivíduos acima do peso podem ter dobras na pele. Essas dobras podem ficar irritadas pelo atrito e suor, o que em última análise leva a infecções de pele.
  9. Úlceras: De acordo com estudo do National Institute of Health (NIH), a obesidade pode ser um fator contribuinte para o desenvolvimento de úlceras gástricas. Estas ocorrem quando existe um desequilíbrio no estômago, com predomínio do conteúdo ácido secretado. O risco é maior no caso dos homens.
  10. Pedras na vesícula biliar: Estar muito acima do peso aumenta o risco de desenvolver pedras na vesícula, especialmente nas mulheres. Elas ocorrem quando o fígado elimina uma quantidade elevada de bile, a qual é armazenada na vesícula biliar. A bile tem a função de ajudar a dissolver as gorduras, e uma dieta rica em gorduras aumenta a sua produção. As pedras na vesícula são mais comuns em mulheres mais velhas, e com história familiar da doença.

Como vimos, não são poucos os problemas de saúde que podem estar associados a obesidade.

Vamos nos cuidar?

20 de novembro de 2014

10:45

Confira alimentos que diminuem o risco de câncer de próstata


O câncer de próstata é o segundo mais comum no Brasil, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma.

A estimativa apresenta 68.800 novos casos da doença este ano, segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer). Alimentos com poder antioxidantes e de cor avermelhada ajudam na prevenção da doença, que atinge os homens de maneira silenciosa e lenta. O tumor pode levar 15 anos para atingir 1 cm³.

Alimentos a base de licopeno, pigmento avermelhado presentes em vegetais e frutas como pimentão vermelho, tomate, melancia, rabanete e também a jabuticaba, além dos que contém selênio - mineral com um alto poder antioxidante - colaboram para a prevenção do câncer de próstata. Em contrapartida, dietas ricas em cálcio aumentam a incidência da doença. A próstata está localizada abaixo da bexiga e à frente do reto, sendo responsável, também, por parte da produção do sêmem.

O diagnóstico do câncer de próstata pode ser realizado por meio do toque retal e exame de sangue PSA, que é a dosagem no sangue do antígeno prostático específico, além da biópsia. A doença costuma ocorrer a partir dos 65 anos de idade. A hereditariedade é fator de predisposição para a doença, além da obesidade, e quanto mais cedo a doença for detectada, mais fácil será o tratamento, já que a enfermidade pode se espalhar em outros órgãos.

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral e da Sociedade Brasileira de Cancerologia, Dr. Robson Moura, hábitos saudáveis continuam sendo maneiras de prevenção do câncer. "Evitar o tabagismo, dieta equilibrada, prática de atividades físicas, além de consultas anuais, a partir dos 45 anos, a fim de avaliar a saúde da próstata são medidas que certamente podem ajudar na prevenção deste câncer", aconselha o Dr. Robson Moura.

Os homens não estão habituados a se cuidar, além do preconceito de alguns, em realizar o exame de toque retal. O propósito da campanha mundial novembro azul é uma maneira de conscientizar a população masculina da importância dos cuidados com a saúde do público masculino.

Alimentos que contribuem para a prevenção do câncer de próstata:

Castanha do Pará


Reprodução


Brócolis

Reprodução


Cogumelo


Reprodução


Salmão

Reprodução


Tomate

Reprodução


Melancia

Reprodução
Reprodução

13 de novembro de 2014

15:49

Como o Whey Protein pode beneficiar a sua saúde


Apesar de esse produto ter se tornado popular entre os marombeiros, engana-se quem pensa que se trata de um item sintético ou cheio de hormônios. Na verdade, o whey é a proteína do soro do leite, um elemento proveniente da indústria de laticínios. Só que, antigamente, ele era jogado no esgoto pelas grandes fábricas..

Seu destino mudou quando algo curioso foi observado: bactérias e fungos se multiplicavam ao entrar em contato com ele. Aí seu potencial nutritivo foi descoberto. Ele reúne proteínas de alto valor biológico. Em outras palavras, contém todos os aminoácidos - as moléculas constituintes das proteínas - de que o nosso organismo necessita mas é incapaz de fabricar. Pra melhorar, no whey eles vêm aos montes, respondendo por 35 a 90% de sua composição. No leite, esse índice não passa de 20%.

Benefício extra

Recorrer ao suplemento também é uma boa pedida para acelerar a recuperação de bíceps, tríceps e companhia. Além da leucina, um aminoácido do whey capaz de contribuir bastante nessa empreitada é a arginina, que aumenta o fluxo de sangue pelo corpo. Com isso, mais nutrientes e oxigênio desembarcam na musculatura para repará-la. Em última instância, os incômodos que surgem após a ginástica desaparecem depressa e há uma maior disposição para voltar a se exercitar no dia seguinte.

Até por isso faz mais sentido utilizar o produto no pós-treino. Inclusive, quanto menor o tempo entre o término das atividades físicas e a ingestão proteica, melhor será a resposta em termos de ganho muscular. Esse período é conhecido como janela de oportunidade. Geralmente, 20 gramas de whey logo em seguida à malhação dão conta do recado.

O exagero no consumo de proteínas (isso inclui a do whey) pode afetar rins e fígados já fragilizados. Em indivíduos saudáveis, essa ameaça ainda é apurada - mas não há por que abusar.

A regrinha básica é nunca comer mais do que 2 gramas de proteínas por quilo de peso. Colocando na ponta do lápis, um homem de 75 quilos e uma mulher de 60 não deveriam ingerir mais de 150 e 120 gramas desse nutriente ao dia, respectivamente. É importante lembrar que o limite vale para pessoas ativas. Quem não se mexe tanto poderia parar em 1 grama por quilo de peso. Perceba: estamos falando de proteínas, e não somente de whey. Em outras palavras, ele deve ser somado às demais fontes de proteína, como carnes, leguminosas e lácteos.

Os tipos de whey

Concentrado
Tem de 35 a 80% de proteína. Quanto mais alto o valor, menor a presença de lactose, gorduras e minerais.

Isolado
Mais puro, reúne cerca de 90% de proteína, com resquícios mínimos dos demais compostos do soro do leite.

Hidrolisado
Costuma concentrar 80% de proteínas. A vantagem: elas estão quebradas em pequenos pedaços, os peptídeos. Logo, digestão e absorção são facilitadas.

3 de novembro de 2014

16:24

Dicas básicas e práticas para perder peso


Dicas básicas e práticas para perder peso

Não é segredo que o excesso de peso e a obesidade se tornaram um grave problema de saúde pública em muitos países.Por exemplo, nos Estados Unidos, a obesidade é considerada uma epidemia que causa cerca de 400 mil mortes por ano e custa à economia mais de US$ 123 bilhões.

Mas o que podemos fazer para resolver o problema? Confira algumas dicas básicas e práticas para perder os quilos extras.

A primeira coisa é entender que o excesso de peso e a obesidade decorrem do consumo excessivo de calorias. Em média, o corpo necessita de 2.000 calorias por dia para realizar suas funções básicas.

1. Leia atentamente os rótulos com as informações nutricionais de cada produto e escolha os que contiverem a menor quantidade de calorias por porção.

2. Tente consumir produtos com baixo teor de gorduras saturadas, carboidratos e açúcar, mas ricos em proteínas.

3. É recomendável mastigar ao menos dez vezes cada porção e comer devagar para acelerar a sensação de saciedade.

4. Não é aconselhável passar longos períodos de tempo sem se alimentar. Recomenda-se comer pelo menos 5 vezes por dia, mas porções pequenas que não excedam o total de calorias diárias recomendadas pelo nutricionista. Isso ajuda a acelerar o metabolismo e a queimar gordura mais rapidamente.

5. Pratique atividades físicas pelo menos quatro vezes por semana por pelo menos 30 minutos. Antes de iniciar um programa de exercícios, consulte seu médico para saber qual é o exercício mais indicado para seu estado de saúde e condição física.

6. Coma alimentos com baixo teor de sódio para limitar a ingestão de sal. Cerca de 70% do nosso peso corporal é composto por água, e consumir alimentos ricos em sódio aumenta a retenção de líquidos.

7. Tome de 2,5 a 3 litros de água por dia e limite o consumo de refrigerantes e doces. Ela também ajuda a eliminar as toxinas do corpo.

8. Consuma frutas, de preferência cruas e frescas, com o estômago vazio, sem combiná-las com outros alimentos. Espere de 20 a 30 minutos antes de comer outro tipo de alimento.

9. Evite ao máximo consumir alimentos antes de dormir, sobretudo os ricos em gorduras, carboidratos e açúcares.

Lembre-se de que o corpo é uma máquina perfeita e não necessita de grandes quantidades de alimento para funcionar.

20 de outubro de 2014

12:53

Exagerou na comida no fim de semana? Então leia!

http://2.bp.blogspot.com/-PUAnSHkKFbs/UyDw1spZndI/AAAAAAAAALs/Rc1dPyBb4wA/s1600/como-fazer-suco-verde.jpg

Se final de semana combina com exageros, certamente os outros dias combinam com uma alimentação saudável e, por que não, desintoxicante. Confira uma lista com 10 dicas que ajudam a limpar o seu organismo.

Água: Beba, no mínimo, 2 litros por dia;

Chá verde e chá branco: Contudo, antes de incluí-los na sua alimentação, consulte um médico. Caso não possa consumir, prepare sucos e sopas diuréticos (veja receitas abaixo);

Vegetais: Invista em couve, couve-flor, brócolis e repolho;

Temperos: Alecrim, cúrcuma e gengibre são temperos que deverão constar em grande parte das suas receitas;

Frutas cítricas: Abacaxi é a melhor opção. Prepare um suco e tome na hora do lanche;

Uva vermelha: Lembre-se que ela precisa ser orgânica, ou seja, livre de agrotóxicos;

Oleaginosas: Consuma nozes, avelãs, amêndoas, castanha-do-pará, castanha-de-caju e macadâmia, porém, tudo com moderação.

Cereais integrais: Comece o seu dia consumindo este tipo de produto. Por ser rico em fibras, ajuda no funcionamento do organismo.

Soja e derivados: Substitua a tão amada carne pela proteína de soja e os tradicionais queijos por tofu.

Peixes: Escolha o que você mais gostar. Porém, é sempre bom lembrar que eles devem ser assados.

Algumas dicas simples, mas que ajudam a retomar o ritmo da semana, principalmente com a volta das atividades físicas. Se você é como eu, que tira o final de semana para folga mesmo, essas dicas são bem legais!

16 de outubro de 2014

14:53

10 dicas para uma alimentação saudável

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Selecionar 10 dicas para esse post não foi fácil. Não foi fácil porque apesar de muitas dessas dicas serem faladas sempre, são importantíssimas para a melhora da alimentação e consequentemente nos dar uma saúde melhor.

Vamos as dicas:

1 - Faça as refeições com calma

Seu organismo precisa deste tempo para processar os alimentos. Grande parte das enzimas digestivas (50%) são secretadas por estímulos sensoriais (visão, olfato, tato, paladar).

2 - Mastigue bem os alimentos

A digestão se inicia na boca com a trituração dos alimentos e ação da salivação. A mastigação deve tornar o alimento pastoso, facilitando o processo digestivo. Quando há ansiedade, o controle da ingestão de alimentos é prejudicado e, muitas vezes, comemos mais. Quando mastigamos bem, automaticamente estamos trabalhando com a ansiedade e promovendo a saciedade fisiológica (verdadeira). Então, não coma em menos de 20 minutos cada refeição.

3 - Líquidos x Refeição

Não ingira líquidos junto com as refeições. O líquido faz com que você não mastigue bem os alimentos e atrapalha o processo digestivo. Procure utilizar líquidos 30 minutos antes ou 60 minutos após as refeições principais. No entanto, se a refeição estiver salgada o ideal é ingerir água durante.

4 - Horários para as refeições

Tenha horário para suas refeições. Ele faz com que nosso organismo mantenha um ritmo, com estabilidade nutricional e hormonal.

5 - Alimente-se a cada 3 horas

Nosso cérebro precisa de aporte constante de glicose (carboidrato). A inconstância em receber esse nutriente, traz redução da nossa disposição, além de proporcionar perda de massa muscular. Além disso, comendo de 3 em 3 horas, a fome e a voracidade se mantêm sob controle, evitando episódios de compulsão alimentar.

6 - Alimentos integrais

Consuma alimentos integrais. Eles contém vários nutrientes que estão na película do grão. São excelentes para manter os níveis de glicemia (açúcar no sangue), têm fibras que servirão de alimento para as bactérias benéficas do intestino, ajudam no controle do colesterol e na saciedade.

7 - Consuma frutas e hortaliças

Ingira verduras, legumes e frutas. Eles são ótimas fontes de fibras, vitaminas e minerais. Contém também fitoquímicos (polifenóis, carotenóides, flavonóides, dentre outros) os quais são excelentes antioxidades (protetores das nossas células)

8 - Evite alimentos refinados

Os alimentos considerados brancos (pão, açúcar, trigo, arroz), além de não conter mais a sua película - onde estava a maioria dos nutrientes - também passam por um processo químico chamado de branqueamento. Neste processo, diversas substâncias químicas são adicionadas, com potencial efeito negativo para nosso organismo. Os alimentos refinados não alimentam nossas bactérias "boas". Assim, poderá favorecer o crescimento das bactérias patogênicas (ruins) e desequilibrar nossa flora intestinal.

9 - Beba bastante líquido

A ingestão de líquidos durante o dia faz com que nosso corpo se mantenha bem hidratado e ajude o organismo a transportar os nutrientes que precisamos. O melhor método que temos para verificar nossa hidratação é a cor da urina, a qual deve estar amarela bem clara.

10 - Evite os industrializados

Evite alimentos industrializados, processados e embutidos. Estes produtos contêm inúmeras substâncias químicas que não são reconhecidas pelo nosso organismo. O consumo desses alimentos em quantidade excessiva demanda trabalho do fígado para neutralizar corantes, conservantes, etc, e depois eliminá-los, muitas vezes com auxílio dos rins. Alguns produtos com potencial efeito cancerígeno podem ser recebidos pela ingestão desses produtos ou serem produzidos no processo de desintoxicação. Pode haver comprometimento do sistema imunológico e processos alérgicos devido à ingestão de produtos estranhos ao nosso organismo.

Não deixe de se preocupar com a alimentação, em qualquer momento da vida. Ela é o alicerce da sua boa saúde

7 de outubro de 2014

17:50

Cuidados no exercício físico e digestão

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O exercício físico e o processo digestivo são duas situações que requerem ajustes fisiológicos particulares e caracterizam situações que até certo ponto podem ser consideradas incompatíveis. Situações nas quais aparecem perturbações da digestão durante a prática de exercícios podem ser consideradas até muito frequentes. Geralmente tais situações são desencadeadas por desconforto gástrico e episódios de vômitos como decorrência da existência de conteúdo no estômago durante o exercício.

Acesse o blog da Educação Física

Por outro lado, os efeitos positivos do exercício sobre a digestão estão associados ao controle do stress. O sistema gastrointestinal é extremamente sensível à ansiedade, raiva e depressão; quando está sob stress os músculos do abdómen contraem-se causando espasmos dolorosos, contribuindo para um amplo leque de doenças gastrointestinais. O exercício é sem dúvida uma das formas mais eficazes de combater o stress.

O exercício físico é uma situação que exige uma certa prioridade dos sistemas fisiológicos em função da grande demanda de energia requerida para sua realização. Na medida em que os músculos são exigidos a produzir energia, existe uma necessidade básica a ser atendida que é o aumento do fluxo sanguíneo.

Para proporcionar mais sangue e consequentemente mais oxigênio e nutrientes aos músculos, o coração aumenta sua função de bomba, e ao mesmo tempo a circulação se ajusta. Este ajuste circulatório, se caracteriza por uma dilatação dos vasos sanguíneos musculares e por uma "constrição" ou seja, diminuição do calibre dos vasos sanguíneos do sistema digestivo.

A consequência deste ajuste é que o sangue se "desvia" para os músculos e diminui sensivelmente no sistema digestivo. É exatamente esta restrição de fluxo sanguíneo para o tubo digestivo que torna incompatível digestão e exercício. A diminuição de fluxo lentifica e até interrompe a função digestiva, e a repercussão mais evidente é a restrição do esvaziamento do estômago.

Portanto, a ingestão de qualquer alimento antes de uma atividade física deve observar um intervalo de tempo suficiente para o estômago se esvaziar. A preferência deve ser o consumo de pequenos volumes, sempre diluídos, para evitar que a atividade física se inicie antes do estômago se esvaziar. Menores volumes, com baixa concentração de nutrientes proporcionam um esvaziamento gástrico mais rápido e evitam perturbações digestivas durante a atividade física.

15 de setembro de 2014

08:51

Manter a disciplina é mais importante que achar dieta certa


 

Uma equipe de pesquisadores canadenses pode causar frisson no "mercado das dietas" ao concluir que todas elas - de Atkins a Vigilantes do Peso, passando pela dieta da proteína e incluindo outras - têm resultados semelhantes, desde que seguidas com disciplina.

O estudo, divulgado na publicação científica da Associação Americana de Medicina, recomenda que quem quer perder peso simplesmente escolha aquela que melhor se adequa ao estilo de vida - e se mantenha fiel à sua opção.

Reunindo dados de 48 testes clínicos, a pesquisa observou que todas as dietas cortaram calorias a um nível semelhante, o que pode explicar os resultados.

Os cientistas da Universidade de McMaster, em Ontário, e do Hospital do Instituto de Pesquisa de Doenças Infantis, em Toronto, analisaram dados de mais de 7.286 pessoas acima do peso que estavam de dieta.

O estudo mostrou que, após 12 meses, quem seguiu uma dieta com pouco carboidrato e baixo nível de gordura perdeu em média 7,3 kg. Aqueles que seguiam uma dieta baixa em carboidrato perderam um pouco mais de peso nos primeiros seis meses.

Mas "as diferenças entre as dietas foram pequenas e pouco significativas do ponto de vista de quem quer perder peso", eles escreveram.

"Nossos resultados devem servir para reassegurar os médicos e o público de que não há necessidade de (escolher) uma única dieta que funcione para todos, porque dietas diferentes parecem oferecer benefícios (semelhantes) na perda de peso", diz o estudo.

"Os pacientes podem escolher, entre as dietas mais associadas à perda de peso, aquela que lhes oferece menos desafios."

No entanto, o estudo não analisou os efeitos mais amplos de cada dieta sobre a saúde dos indivíduos, por exemplo, em termos de níveis de colesterol, que podem variar de acordo com a escolha.

Vegetarianos, por exemplo, teriam dificuldade em seguir dietas ricas em proteína e pobres em carboidratos, enquanto pessoas que vivem sozinhas se adequam mais facilmente a uma dieta baseada em líquidos do que aquelas que precisam cozinhar refeições para a família, exemplifica.

É importante manter horários fixos para as refeições e aconselha evitar alimentos com grande teor de açúcar e gordura, como biscoitos, bolos e chocolates.

9 de setembro de 2014

10:46

Benefícios de 12 alimentos que ajudam contra o estresse


A alimentação pouco saudável pode ser um dos motivos da falta de qualidade de muita de muita gente estressada mundo a fora. Há a necessidade de se incluir frutas na rotina de alimentação. As frutas são fontes de água, vitaminas, sais minerais, açúcares, carboidratos, fibras e proteínas

Confira os benefícios de alguns alimentos que, além de coloridos, são repletos de aromas e de nutrientes

:: Abacate: fonte de ômega 9 que auxilia na redução e controle do colesterol. Seu consumo ajuda na redução do cortisol, hormônio relacionado à compulsão alimentar e ao acúmulo de gordura na região abdominal. Deve ser consumido com moderação devido ao alto valor calórico. Lembre-se que ingerir com colheradas de açúcar não vale

:: Açaí: rico em antioxidantes como a antocianina, a fruta combate a ação dos radicais livres, prevenindo contra o câncer e o envelhecimento. Também fonte de ômega 9, a fruta previne contra doenças cardiovasculares pois auxilia na redução e controle do colesterol. É uma excelente fonte de energia para o organismo. Consuma moderadamente, pois o açaí possui alto valor calórico

:: Abacaxi: fonte de bromelina, uma enzima que ajuda na digestão. Possui, ainda, efeito diurético. Dessa forma, ajuda na eliminação dos líquidos retidos

:: Maçã: Possui propriedade adstringente. Por isso é excelente para a garganta e as cordas vocais. Em sua casca, ela possui a pectina que auxilia na redução do colesterol, da glicose e evita a constipação intestinal. Fonte de antioxidantes que retardam o envelhecimento das células

:: Mamão: contém papaína, uma enzima que melhora a digestão. Seu consumo contribui para a melhora do funcionamento intestinal. A fruta também é fonte de betacaroteno e auxilia no bronzeamento da pele

:: Melão: rico em potássio, um mineral que ajuda na redução da pressão arterial. Também é fonte de bioflavonóides que possuem excelente ação antioxidante e antiinflamatória. Suas sementes são excelentes fontes de cálcio. Contém grande quantidade de água, ajudando na hidratação do organismo. Assim, contribui para a saúde e beleza da pele

:: Morango: fruta rica em ácido elágico, antioxidante que protege contra o câncer e retarda o envelhecimento. Rico em vitamina C, aumenta a imunidade, dá resistência aos tecidos, auxilia a cicatrização de ferimentos, evita hemorragias, atua contra infecções e melhora a memória

:: Uvas vermelhas: sua composição é rica em substâncias que ajudam na redução e controle do colesterol e da pressão arterial. Seu consumo previne contra doenças cardiovasculares. Ricas em resveratrol, antioxidante que protege contra câncer

:: Banana: fonte de potássio, mineral que auxilia na redução da pressão arterial. Contém triptofano, aminoácido que estimula a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pelo bem estar. Por isso, pode ajudar na melhora do humor

:: Goiaba: fruta rica em vitamina C, fortalece o sistema imune. Contém licopeno, antioxidante relacionado à prevenção contra o câncer de próstata e estimula o bronzeamento

:: Laranja: fonte de vitamina C, reforça as defesas do organismo e possui ação antioxidante

:: Maracujá: fonte de vitamina A e C, além de fibras solúveis que contribuem para o controle do colesterol e da glicose. Possui baixo valor calórico


Fonte: Bruna Murta, nutricionista da rede Mundo Verde

2 de setembro de 2014

14:37

A suplementação de aminoácidos de cadeia ramificada

http://www.dna.ind.br/images/noticias/480x360_aminoacidos-de-cadeia-ramificada-bcaa.png

A suplementação de aminoácidos de cadeia ramificada (AACR) surgiu com a hipótese da fadiga central. Este tipo de fadiga seria causado por um declínio da concentração plasmática de AACR permitindo então, um maior influxo de triptofano livre no cérebro, que por sua vez é precursor do neurotransmissor serotonina ou 5-hidroxitriptamina (5-HT) relacionado ao estado de letargia, cansaço e sono. Os AACR e o triptofano são aminoácidos neutros que competem na barreira hematoencefálica, logo aquele que estiver em maior concentração é transportado para dentro do cérebro. O aumento do triptofano livre durante o exercício deve-se a maior mobilização de gordura que aumenta os níveis de ácidos graxos no plasma que necessitam da albumina para serem carreados. Uma vez estando grande parte da albumina plasmática ligada à esses elementos não restaria albumina suficiente para então carrear o triptofano (único aminoácido que necessita de carreador plasmático) permanecendo este na forma livre (25-27).

Durante a atividade motora prolongada o músculo capta AACR da corrente sanguínea para oxidá-los na geração de energia, logo a ingestão de AACR poderia resultar num aumento de performance por oferecer ao músculo substratos que diminuíssem a necessidade da quebra do glicogênio (1). Da mesma forma reduziria a degradação protéica durante o exercício e aumentaria o ganho de massa magra no repouso (19). A ingestão conjunta de AACR e carboidratos diminuiria a degradação muscular durante o exercício minimizando o catabolismo por aumento da oferta de substratos energéticos (19,26).

Em exercícios prolongados nos quais a temperatura corporal eleva-se significativamente a fadiga poderia ocorrer de forma mais rápida em função da diminuição do volume sanguíneo, maior concentração de lactato plasmático e consumo de glicogênio. Mittleman et al (28) argumentam que a suplementação de AACR nas condições de exercício em altas temperatura reduzem em 50% a relação triptofano livre/AACR que pode por sua vez ser responsável pela prorrogação do aparecimento da fadiga encontrada neste estudo.

Calders et al. (29) observaram uma redução da relação triptofano livre/AACR plasmática e o aumento do tempo à exaustão em ratos que receberam injeção intraperitoneal de uma solução contendo 30 mg de AACR 5 minutos antes do esforço de resistência. Entretanto esses autores descreveram um aumento significativo da concentração sanguínea de amônia durante o exercício, fato também observado em outros estudos (26,30-32).

O aumento da concentração plasmática de amônia pode levar a um aumento do influxo de amônia no cérebro durante o exercício ocasionando a fadiga central por mecanismos ainda não totalmente esclarecidos. Uma das hipóteses seria a da detoxicação, onde a amônia incorporar-se-ia ao glutamato estimulando a síntese de glutamina no sistema nervosos central (SNC). O glutamato por sua vez é responsável pela síntese de GABA (ácido gama-aminobutírico) e ambos atuam como intermediários metabólicos e neurotransmissores. O glutamato é o aminoácido excitatório mais importante que dentre outras funções age no estímulo locomotor e o GABA é considerado o maior neurotransmissor inibitório envolvido na regulação da locomoção pela medula. Se o influxo de amônia no SNC estimula a síntese de glutamina, as concentrações de glutamato e GABA diminuem e seus efeitos sob a regulação motora também, podendo explicar a fadiga (33).

O exercício praticado em maiores altitudes promoveria uma maior degradação protéica e uma perda de peso variando entre 1,1 e 1,8 kg. Nestas situações uma adição diária de AACR poderia minimizar esse catabolismo (34). As concentrações plasmáticas de AACR normalmente diminuídas durante o exercício prolongado mantém-se e esse efeito preventivo está relacionado com a suplementação dietética de acordo com Bigard et al. (34). Contudo, apesar de mantidos os níveis plasmáticos de AACR, em seu estudo os autores não conseguiram demostrar alterações significativas de composição corporal (34).

Vukovich et al. (35) não observaram alterações de desempenho ou composição corporal com dosagens baixas de AACR (2,6 g/dia) isoladamente ou combinadas com treinamento de ciclismo.

Com doses muito elevadas (308 mg/kg) o efeito ergogênico parece ser mais significativo em 90 minutos de exercício dinâmico localizado segundo MacLean et al. (30). Os autores observaram em seu estudo uma elevação significativa da concentração plasmática de AACR acompanhada do aumento da captação desses aminoácidos pelo músculo e da redução dos níveis sanguíneos de lactato. Porém, a liberação de amônia, bem como glutamina e alanina também foi alta (32).

O momento de fadiga em exercícios de longa duração parece estar relacionado com o conteúdo de glicogênio muscular pré-exercício e a oferta de carboidratos durante o mesmo. A oferta de carboidratos na forma líquida durante as provas, além de ter grande praticidade parece não influenciar nas respostas glicêmicas e insulinêmicas de forma significativa (36). Alguns estudos associam a suplementação de AACR com carboidratos no intuito de potencializar o efeito ergogênico dos aminoácidos e poupar glicogênio durante o exercício de endurance. Contudo os resultados encontrados não favorecem esta conduta. Quando a glicose (100 mg) foi administrada antes do exercício o suplemento de AACR (30 mg) não demonstrou efeito adicional no desempenho, enquanto o suplemento de AACR (30 mg) isolado aumentou o tempo à exaustão em ratos (37). A administração de glicose + AACR durante exercício de endurance prolongado de 100 km de bicicleta com ciclistas treinados também não resultou em aumento de desempenho (38). Em outro estudo indivíduos treinados foram submetidos a exercício exaustivo a 75% do VO2 máx em bicicleta ergométrica após a redução de seus estoques de glicogênio e receberam soluções a 6% de carboidrato e 0,7% de AACR durante o teste. Nenhuma diferença foi encontrada em termos de desempenho entre os grupos que ingeriram só carboidrato e carboidrato + AACR. As concentrações musculares e plasmáticas de AACR aumentaram 35 e 120% respectivamente no grupo que ingeriu AACR + carboidrato, mas não influenciaram a degradação protéica durante o exercício (39).

A redução dos níveis de glicogênio muscular por efeito de jejum não interferiu na concentração plasmática de AACR durante o exercício, mas propiciou um aumento do aparecimento de triptofano livre na circulação sanguínea em função do maior catabolismo protéico e aumento da concentração sanguínea de ácidos graxos livres. Isto refletiu na elevação da relação triptofano livre/AACR plasmática nos indivíduos que iniciaram a atividade com pouca reserva de glicogênio em comparação àqueles que ingeriram carboidrato pré-exercício (40).

Numa situação de "overtraning" (aumento de 40% no volume de treinamento) não houve alteração na relação triptofano livre/AACR, sendo que a fadiga não pode ser relacionada com a hipótese do maior influxo de triptofano livre para o cérebro e dispensaria a suplementação de AACR (41).

Mais estudos ainda precisam ser feitos para afirmar ou negar os efeito ergogênicos dos AACR principalmente para exercícios de endurance.

Retirei daqui

11 de agosto de 2014

15:01

6 cursos online de Nutrição


Fazer cursos online é cada vez mais comum para o profissional que quer se atualizar e não tem tempo para certos cursos.

A grande vantagem do curso online é você fazer o seu horário, tendo a aula no seu horário escolhido.

Veja algumas dicas para Nutrição

Curso Personal Diet

O curso Personal Diet por meio da Educação a Distância oferece ao participante o conhecimento sobre atividades e atribuições de um Personal Diet, vantagens do atendimento domiciliar, recursos de marketing e captação de clientes e muito mais.

Curso Dietas da Moda

É destinado a todas as pessoas interessadas em saber quais são os tipos de dietas da moda e se realmente são eficientes. O curso abordará os seguintes tópicos: nutrientes, carboidratos, proteínas, gorduras, fibras, como avaliar o seu peso e tipos de dietas.
Curso Avaliação Nutricional

A avaliação do estado nutricional possui grande importância na prática clínica, para diagnóstico de alterações nutricionais, utilizando parâmetros complementares para obter melhor precisão do diagnóstico nutricional.

Curso Online de Nutrição Aplicada às Doenças Cardiovasculares

Curso Nutrição Aplicada às Doenças Cardiovasculares

O curso Nutrição Aplicada às Doenças Cardiovasculares, por meio da Educação a Distância, oferece ao profissional conhecimentos sobre hipertensão, dietoterapia nas doenças cardiovasculares, síndrome metabólica e muito mais.

Curso Online de Atendimento em Nutrição

Curso Atendimento em Nutrição

O curso Atendimento em Nutrição por meio da Educação a Distância oferece ao profissional o conhecimento sobre áreas de atuação profissional, atendimento em consultório, ética profissional e muito mais.

O curso Suplementação Nutricional para Atletas por meio da Educação a Distância oferece ao participante o conhecimento sobre macronutrientes, índice glicêmico dos alimentos, necessidades e gasto energético, suplementos e muito mais.


5 de agosto de 2014

21:01

Proteína no exercício: o equilibro é fundamental

euatleta info alimentos ricos em proteínas (Foto: Editoria de Arte / GLOBOESPORTE.COM)

As proteínas são constituintes básicas do organismo e estão presentes em todas as células e tecidos. São enzimas, hormônios, agentes protetores, têm ação anti-infecciosa e ainda são responsáveis pela regulação das reações químicas do organismo, pelo crescimento e pela reparação de tecidos.

Especificamente para os praticantes de atividade física, a ingestão de valor baixo de proteínas impede a recuperação plena do corpo após os exercícios. As proteínas também ajudam na reposição das reservas de glicogênio nos músculos e no fígado, que são bastante utilizadas durante a atividade física. Esta ingestão deve acontecer junto com alimentos que são fonte de carboidratos. A associação de carboidratos e proteínas é muito importante para a recuperação do treino, para repor as reservas de glicogênio muscular e aminoácidos essenciais. A maior absorção acontece até duas horas após a atividade física.

A proteína também é muito importante como reparadora de tecidos. Para o esportista, ingerir pouca quantidade de proteína impede a boa recuperação dos treinos. Entretanto, o excesso não resulta em melhor performance, aumento de massa muscular ou ganho de força, como muitos pensam.

Quando há depleção (queda) dos níveis de carboidrato e gordura, o corpo do atleta começa a utilizar a proteína muscular como fonte de energia, por isso a importância de seu consumo diário adequado. Juntamente com o treino de pesos (musculação), ela evita a perda da massa muscular.

Concluindo: ingerir pouca proteína faz com que o corpo não se recupere dos treinos, mas o excesso pode levar a problemas renais e doenças cardiovasculares (hipercolesterolemia e ateroesclerose). O importante é a variedade da dieta.

30 de julho de 2014

14:07

Estudo: Comer frutas e vegetais não faz emagrecer


É consenso que frutas e vegetais fazem bem para a saúde, mas um novo estudo mostra que o simples fato de consumí-los não causa grandes efeitos quando o assunto é emagrecimento. Com informações do site do jornal britânico Daily Mail.

De acordo com a pesquisa, publicada no American Journal of Clinic Nutrition, comer mais alimentos frescos não conduz necessariamente à perda de peso, especialmente se eles não substituírem alimentos calóricos. Os especialistas afirmam que o hábito de consumir mais frutas e vegetais deve vir acompanhado de outras mudanças no estilo de vida, como mais atividade física, para surtir algum efeito no peso.

Para chegar a estas conclusões, pesquisadores da University of Alabama, em Birmingham, analisaram estudos anteriores envolvendo o consumo de frutas e vegetais e o ganho de peso. Enquanto alguns confirmaram os benefícios à saúde das cinco porções diárias, não houve evidências suficientes para provar que isso possa promover a eliminação de quilos. 

Kathryn Kaiser, uma das pesquisadoras, disse ao NY Daily News que a recomendação sobre frutas e verduras muitas vezes é mal interpretada. "Em um contexto geral de uma dieta saudável, a redução de energia é um caminho, então para reduzir o peso você precisa reduzir a ingestão calórica", apontou.

Ela acrescentou que as pessoas acreditam que o consumo de alimentos com muita fibra irá substituir as opções menos saudáveis. "Mas nossos resultados mostram que o efeito parece não estar presente entre as pessoas simplesmente instruídas a aumentar a ingestão de frutas e legumes", finaliza. 

Fonte: Terra

28 de julho de 2014

17:34

A eterna batalha: suplementação x anabolizantes

http://www.ultrashopsuplementos.com.br/admin/artigos/img/suplementos.jpg

Suplemento alimentar, alimentação saudável ou anabolizante? Enquanto os primeiros são indicados para pessoas saudáveis, com alguma carência de nutrientes, os esteroides são medicamentos que devem ser usados apenas com receita, em casos muito específicos.

Os suplementos alimentares podem ser consumidos para prevenir e tratar doenças (no fígado e nos rins, por exemplo) e suprir a falta de apetite, restrições na dieta ou alimentação inadequada decorrente de estresse, correria ou maus hábitos, sendo vendidos em cápsulas, pó, pastilhas, líquidos, granulados e tabletes, entre outros formatos.

O uso de anabolizantes em curto prazo e contínuo pode trazer prejuízos à saúde. Os efeitos do uso de anabolizantes por praticantes de atividades físicas são ginecomastia, indução de acne, engrossamento da voz, aumento na quantidade de pelos, redução na produção de espermatozoides e queda na libido, alargamento facial (nariz, orelhas e língua), aumento dos pés, mãos e queixo, impotência, alterações menstruais, além de doenças como as cardíacas, dislipidemias, hipertensão, diabetes, tireoidianas, câncer, fechamento prematuro das epífises ósseas e redução na produção de anticorpos.

Eles são hormônios que têm como objetivos principais o aumento no desempenho em atividades físicas e construção de tecidos. Podem ser utilizados em tratamentos médicos ou com objetivo de aumento de massa magra por praticantes de atividade física e atletas.

Por outro lado, é recomendável fazer ingestão de suplementos alimentares quando a ingestão alimentar não for suficiente para alcançar a necessidade de nutrientes que o corpo precisa. Podem ser usados por praticantes de atividade física que não conseguem consumir quantidades adequadas de proteínas, carboidratos, calorias e eletrólitos, assim como por pacientes com câncer que têm um alto catabolismo, como também para fisiculturistas que possuem necessidades calóricas e proteicas bastante aumentadas, entre outras finalidades.

As pessoas devem se alimentar de forma saudável e equilibrada, contendo calorias, carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e sais minerais em quantidades adequadas às suas necessidades, pois um corpo saudável é conquistado com alimentos de boa qualidade e em quantidades suficientes a cada indivíduo.

Quando falamos em corpo bonito, temos que ter cautela, pois há diferentes concepções para isso. Para objetivos de definição ou hipertrofia muscular devemos avaliar cada paciente individualmente, considerando sua massa magra atual, tipo e intensidade de exercícios executados, suas limitações, doenças preexistentes, antecedentes familiares, hábitos alimentares, cultura, horários, gostos, entre outros fatores para a prescrição de uma alimentação adequada a este objetivo.

Dietas da moda, incluindo as indicadas por artistas, blogueiras, ou mesmo por revistas não científicas, podem trazer prejuízos ao corpo como perda de massa magra, queda de cabelo, unhas fracas, pele ressecada, e até mesmo consequências mais graves como anorexia e bulimia, sem contar a grande possibilidade de haver um efeito "sanfona" (engorda e emagrece), visto que são dietas limitantes em determinados nutrientes, não sendo possível levá-las muito tempo adiante. Por isso o mais indicado é se consultar com um profissional nutricionista para a prescrição de uma alimentação adequada e adaptada à realidade de cada indivíduo.

Alimentos que não devem ser ingeridos para quem busca vida saudável e corpo bonito são os ricos em açúcar, gordura e produtos industrializados ricos em conservantes, corantes, estabilizantes e sódio, estes devem ser evitados por todos os indivíduos de todas as faixas etárias, pois, além de afetarem a estética corporal, ainda podem trazer doenças graves como a obesidade, diabetes, doenças cardíacas, dislipidemias, como hipercolesterolemia (colesterol alto), entre outras complicações.

Uma alimentação baseada em alimentos naturais como frutas e verduras, alimentos integrais como pães, arroz, macarrão, leguminosas, carnes, leite e derivados, castanhas, entre outros devem compor uma alimentação saudável. Vale lembrar que algumas patologias requerem uma alimentação diferenciada e isso deve ser tratado com cautela. Procure manter o equilíbrio, a base de bastante proteína, carnes brancas como peixe e frango, os integrais, frutas, verduras e muita água. Em se tratando de "besteiras", às vezes come aos finais de semana no famoso "dia do lixo" e durante a semana volta para a dieta rígida.

25 de julho de 2014

09:05

Importância da Vitamina C na Musculação


Vitamina C é uma vitamina essencial para o corpo humano. Provavelmente é uma das vitaminas mais importantes. As principais fontes de vitamina C são frutas cítricas, como a laranja.

Existem vários benefícios para o uso da Vitamina C, entre os principais estão: fortalecimento dos ossos e tecido conjuntivo, aumento da capacidade de cicatrização e ajudando no sistema imunológico.

Um dos melhores atributos da Vitamina C é a sua incrível habilidade anti-oxidante, que protege os fluidos do corpo contra radicais livres, fortalecendo as paredes arteriais. Também tem um papel muito importante na manutenção da pressão sanguínea.

Um estudo publicado no "Journal of Strength and Conditioning Research" mostrou que a ingestão de 1000mg de vitamina C por dia pode reduzir a secreção de cortisol, permitindo um crescimento muscular muito maior comparando-se a pessoas que tem uma dieta deficiente em vitamina C.

Todos precisam de vitamina C, principalmente aquelas pessoas que treinam duro na academia. A vitamina C vai manter os níveis de testosterona altos enquanto deixa os níveis de cortisol lá em baixo. O corpo processa a vitamina C de forma muito rápida, vários especialistas recomendam tomar 2 doses de 500mg ao longo do dia. Para quem treina de forma intensa pode ser usado dosagens de até 3g por dia.

4 dicas:

Veja como usar esta vitamina para aumentar o crescimento e recuperação muscular!

A maioria dos aspirantes e atletas amadores não imaginam a importância da vitamina C no sucesso da sua rotina de treino. A vitamina C é a vitamina mais estudada nos esportes e se mostrou muito útil para os fisiculturistas, veja o porque:

1. A vitamina C é um antioxidante, ela protege as células musculares dos danos dos radicais livres, promovendo uma recuperação e crescimento mais rápidos.



Radicais Livres
Radicais livres são moléculas instáveis, pelo fato de seus átomos possuírem um número ímpar de elétrons. Para atingir a estabilidade, estas moléculas reagem com o que encontram pela frente para roubar um elétron.
Uma parte do oxigênio que respiramos se transforma em radicais livres, que estão ligados a processos degenerativos como o câncer e o envelhecimento.

2. A vitamina C também ajuda no metabolismo de aminoácidos, especialmente na formação de colágeno. O que diminui as chances de se lesionar.

Colágeno
O colágeno é uma proteína de importância fundamental na constituição da matriz extracelular do tecido conjuntivo. No corpo humano, o colágeno desempenha várias funções, como, por exemplo, unindo e fortalecendo os tecidos.

3. A vitamina C ajuda na absorção do ferro. O ferro é necessário para ajudar o oxigênio se juntar a hemoglobina do sangue. Sem o transporte adequado de oxigênio para o sangue, o corpo rouba dos músculos, o que pode reduzir a força e performance.

4. A vitamina C também ajuda na formação e liberação de hormônios esteróides, incluindo o hormônio mais anabólico: a testosterona.

O sucesso e o fracasso de uma rotina de treinamento estão nos detalhes, tenha certeza de que a sua dieta tem vitamina C suficiente para as suas necessidades(que são muito maiores do que uma pessoa "normal").

21 de julho de 2014

09:36

Busca enlouquecida por perda de peso pode causar distúrbio


Em busca de um corpo perfeito, de acordo com os padrões estéticos aceitos e impostos atualmente pela sociedade, muitas pessoas fazem de tudo, como encarar dietas muito restritivas e exagerar nos exercícios físicos. Com o objetivo de emagrecer a qualquer custo, esses indivíduos, principalmente mulheres, acabam desenvolvendo alguns distúrbios alimentares, como a anorexia e a bulimia, doenças sérias que precisam de acompanhamento e tratamento médico.

As duas doenças, apesar de terem o emagrecimento como objetivo, apresentam diferenças entre si. A anorexia nervosa é a distorção de imagem corporal, ou seja, o paciente enxerga-se acima do peso mesmo estando magro ou até abaixo do peso mínimo recomendado para sua altura e estrutura óssea. Assim, apresenta recusa em se alimentar e medo de ganhar peso. Já a bulimia nervosa é caracterizada por crises bulímicas ou episódios de compulsão alimentar, em que as pessoas ingerem grandes quantidades de alimento em curto espaço de tempo e, depois da compulsão, têm comportamentos compensatórios: provocam vômitos, utilizam laxantes, diuréticos ou fazem jejuns e exercícios físicos em excesso.

Mesmo que de formas diferentes, tanto a anorexia como a bulimia afetam o organismo. A anorexia, em estágios mais avançados, pode levar à desnutrição e várias complicações associadas a esta condição, como alterações de pele, queda de cabelo, atrofia muscular, alterações de ritmo cardíaco, anemia, osteoporose, entre outras. A bulimia, quando há vômitos provocados, pode causar alterações do equilíbrio de sais (como cloro e potássio), gastrite, esofagite, alterações de pele, cáries dentárias. A anorexia e a bulimia hoje afetam principalmente as mulheres (em especial as mais jovens), sendo que elas representam 90% dos casos.

Causas

A anorexia e a bulimia são transtornos alimentares provocados por causas diversas como influência da cultura da magreza, aspectos genéticos, contexto familiar e também histórico de compulsões e de outros vícios na família. Sob o aspecto psicológico, ela afirma que o tratamento da anorexia costuma ser mais longo e difícil. Quem tem anorexia se acha gorda e tem uma distorção da autoimagem. Estas pacientes geralmente não querem ajuda, elas acham um absurdo ter que comer e querem ser extremamente magras. Já quem sofre com bulimia costuma aceitar que não está bem e que precisa de tratamento.

Diagnóstico e tratamento complexos

O diagnóstico da anorexia e bulimia nem sempre é fácil. Estes transtornos interferem na percepção do apetite, do peso, da imagem corporal e nos hábitos alimentares, levando a marcantes prejuízos psicológicos, sociais e aumento de mortalidade. Além da avaliação física e psicológica, os médicos utilizam o cálculo do índice de massa corporal (IMC) no auxílio ao diagnóstico, principalmente da anorexia.

Os tratamentos destas doenças requerem apoio de uma equipe multidisciplinar, que deve incluir psiquiatra, psicólogo, clínico, endocrinologista e nutricionista. Deve-se abordar a desnutrição com os recursos médicos necessários. Em quadros mais graves, o internamento é fundamental para proteger a vida do paciente. Algumas medicações podem ajudar no tratamento de doenças associadas, como depressão, transtorno bipolar e ansiedade. No entanto, segundo ele, nenhuma medicação apresenta eficácia comprovada para o tratamento da anorexia nervosa.

Já no caso de bulimia, além da psicoterapia, a orientação nutricional contribui para um aprendizado sobre formas mais adequadas de se alimentar a fim de evitar os episódios bulímicos, por exemplo. Alguns antidepressivos podem ajudar a reduzir os episódios de compulsão alimentar e, por consequência, a frequência dos vômitos provocados e outros comportamentos compensatórios.

Além da terapia, medicamentos e apoio psicológico, os doentes também precisam de acompanhamento nutricional, para apreenderem novos e saudáveis hábitos alimentares. Com o tratamento, orientação do nutricionista e a retomada da alimentação, os déficits de vitaminas e minerais podem ser diminuídos. Neste sentido, é importante procurar um profissional, devido à gravidade destas doenças e de seus impactos no organismo.

15 de julho de 2014

13:49

Estudo: Alimentos orgânicos contribuem para retardar o envelhecimento



Um estudo publicado no periódico British Journal of Nutrition revelou que os alimentos orgânicos possuem mais antioxidantes que os convencionais.

Para chegar ao resultado, os cientistas analisaram 343 publicações. O estudo foi realizado pela Washington State University e pela Newcastle University.

Os pesquisadores concluíram que a substituição de frutas, vegetais e cereais convencionais por orgânicos aumenta o consumo de antioxidantes entre 20% a 40% — o que, numa dieta comum, equivale a cerca de duas porções extras de frutas e legumes por dia, sem aumentar a ingestão calórica.

Os antioxidantes limpam os radicais livres, que provocam a oxidação celular. Segundo estudos anteriores, os elementos contribuem para retardar o envelhecimento.

— Esse estudo mosta como a alimentação à base de vegetais orgânicos é superior em termos nutricionais — afirmou Charles Benbrook, da Washington State University, em nota publicada no site de divulgação científica EurekAlert.

A pesquisa concluiu ainda que, sem os pesticidas aplicados em culturas convencionais, os alimentos orgânicos tendem a produzir mais fenóis e polifenóis para se defender de pragas. Os fenóis e polifenóis podem ajudar a prevenir doenças coronárias, derrame e alguns tipos de câncer.

14 de julho de 2014

23:55

10 hábitos que favorecem a má digestão

Azia, gases, sensação de estômago pesado e sonolência são sintomas que já acometeram todos nós pelo menos uma vez. Apesar de serem comuns a pessoas com condições crônicas, como a doença do refluxo gastroesofágico, esses males podem surgir em qualquer um que exagerou no prato ou não tomou os devidos cuidados na refeição - mesmo aqueles que seguem uma dieta equilibrada. Confira os conselhos dos especialistas e fique atento aos deslizes que podem causar má digestão


mulher comendo bolacha - Foto Getty Images

Comer muito rápido

Ao comer rapidamente, cometemos dois erros cruciais - não mastigamos direito e não damos tempo suficiente ao nosso cérebro para perceber que estamos comendo. Quando começamos a mastigar, nosso organismo libera uma enzima que facilita a quebra do alimento, iniciando o processo de digestão. Desta maneira, é fundamental triturar bem os alimentos antes de engolir, para que a enzima tenha tempo de agir, facilitando o trabalho do estômago e evitando que o órgão fique sobrecarregado - fator que deixaria a digestão mais lenta. Além disso, cada refeição deve ter duração de pelo menos 20 minutos pois esse é o tempo médio que leva para o intestino liberar o hormônio que ativa o centro de saciedade do cérebro depois que começamos a nos alimenta. Almoçar em menos tempo que isso não irá proporcionar a sensação de saciedade, fazendo que com a ingestão seja exagerada, dificultando a digestão e favorecendo problemas como refluxo. Comer demais também torna o processo de digestão mais demorado, causando sensação de mal estar.  

mulher comendo deitada na cama - Foto Getty Images

Manias à mesa

Os órgãos do sistema digestivo se localizam na caixa torácica e, dependendo da forma como nos posicionamos, eles se comprimem, dificultando o processo digestivo, culminando na má digestão. Por isso, atitudes como comer deitado ou em qualquer posição que não seja ereta afeta diretamente a digestão. Outra mania comum é falar enquanto comemos - isso pode aumentar a ingestão de ar durante a refeição, favorecendo problemas relacionados a gases. 

amigos brindando na hora do almoço - Foto Getty Images

Líquidos durante a refeição

Quando alguém bebe muito líquido enquanto come, o estômago enche mais, podendo causar mal estar devido ao maior tempo de digestão necessário para esvaziar o órgão. Tomar um copo de suco de até 150 ml, no entanto, não interfere de forma significativa na digestão e pode até facilitar o processo de mastigação. Mas a ressalva fica para as bebidas gaseificadas: elas provocam a dilatação do estômago, levando a uma maior ingestão de comida e prejudicando o processo digestivo. Acompanhar a refeição com qualquer tipo de bebida não é recomendado apenas para quem sofre de doença do refluxo gastroesofágico, pois aumenta o risco de azia.

homem com uma fita colada na boca - Foto Getty Images

Jejum prolongado

Para entender porque o jejum prolongado interfere na digestão, é preciso conhecer o mecanismo do corpo que causa a azia. Na ligação do nosso esôfago com o estômago, temos um órgão chamado esfíncter esofágico inferior, uma espécie de anel responsável por permitir a passagem de comida e se manter fechado quando não estamos fazendo uma refeição. Ele se abre para o alimento passar do esôfago para o estômago e, em seguida, deve se fechar para reter o que foi ingerido e impedir que os sucos gástricos atuantes na digestão subam para o esôfago, causando a azia. Quando uma pessoa fica sem comer, o ácido gástrico produzido normalmente pelo estômago se acumula e pode refluir, irritando o final do esôfago e causando a azia. Comer a cada três horas mantém o sistema digestivo em funcionamento, sem sobrecarga na produção de ácido gástrico. 

mulher com a mão na boca - Foto Getty Images

Boca seca

Ficar com água na boca não indica apenas que você está com fome - a saliva é parte importante do processo de digestão, pois é ela quem inicia esse processo. É pela saliva que são liberada as primeiras enzimas que ajudam na trituração dos alimentos. Além disso, a saliva ajuda na eliminação de bactérias da cavidade bucal, prevenindo contra cáries e outras doenças. Dessa forma, pessoas que tem a boca mais seca podem ter o processo digestivo prejudicado, já que a saliva não será suficiente.

O uso de determinados medicamentos - entre anti-histamínicos, descongestionantes, analgésicos, diuréticos e remédios para pressão alta e depressão -, tabagismo, abuso de álcool, menopausa e doenças que afetam as glândulas salivares, como diabetes, Parkinson e HIV, são causadores de secura na boca. Ela também pode surgir uma vez ou outra, sem qualquer relação com esses problemas, mas se persistir o ideal é procurar um médico. Algumas dicas para evitar a secura na boca são beber bastante água, mascar gomas ou chupar balas sem açúcar e evitar bebidas com cafeína.  

cerveja e cigarro - Foto Getty Images

Fumo e álcool

Você deve estar se perguntando por que o cigarro iria interferir na digestão, já que a fumaça se deposita nos pulmões. A resposta é simples: a nicotina, quando entra na corrente sanguínea, também vai para o sistema digestivo, e lá provoca a diminuição da contração do estômago, dificultando a digestão. O uso contínuo do cigarro também enfraquece o esfíncter esofágico inferior, aumentando o contato do ácido gástrico com a mucosa esofágica e causando azia. Além disso, o tabaco altera o paladar e induz a produção de ácido clorídrico pelo estômago, o que facilita a infecção pelas bactérias Helicobacter pylori, causadoras da úlcera gástrica. O cigarro ainda estimula a ida de sais biliares do intestino para o estômago, tornando suco gástrico mais nocivo ao organismo e intensificando o aparecimento de úlceras.

Com o álcool não é diferente. Quando ingerimos alguma bebida alcoólica, a substância logo é absorvida pelo nosso sistema gastrointestinal, irritando as mucosas do esôfago e do estômago e alterando as membranas do intestino, prejudicando a absorção de nutrientes. Os resultados podem ser esofagite, gastrite e até diarreia. Já no fígado, o álcool vai alterar a produção de enzimas, sobrecarregando o órgão. Outro órgão afetado pelo excesso de bebidas alcoólicas é o pâncreas, responsável pela fabricação de insulina e de enzimas digestivas. O álcool pode causar uma inflamação no pâncreas, e essa inflamação pode evoluir para uma pancreatite. 

mulher com sono - Foto Getty Images

Sono inadequado

Descansar após as refeições, tirando um cochilo leve, pode ajudar na digestão porque está relacionada, sobretudo, ao repouso. Dando um tempo das atividades pesadas, o fluxo sanguíneo permanece focado nos órgãos envolvidos na digestão sem qualquer problema. Além disso, o ideal é repousar com a cabeça levemente inclinada para cima, pois isso ajuda na descida dos alimentos. Ficar completamente deitado pode favorecer o refluxo ou mesmo atrapalhar a digestão. A soneca, entretanto, deve durar apenas alguns minutos, pois ao entrarmos em sono profundo, o metabolismo fica lento, dificultando o processo de digestão. Caso queira dormir mais profundamente, espere de duas a três horas após a refeição.  

mulher tomando sopa - Foto Getty Images

Respirar pela boca ou sorver alimentos

É comum pessoas com alergias respiratórias passarem a maior parte do tempo com as narinas entupidas, precisando respirar pela boca. Nesse cenário, ela acaba respirando pela boca também enquanto come, levando mais ar para o estômago e causando gases. O mesmo acontece quanto usamos canudinho ou sorvemos alimentos, como uma colher cheia de sopa. O ato de sugar a bebida ou o alimento também traz mais ar para dentro do corpo, podendo causar má digestão ou então intensificando um problema que a pessoa já tenha normalmente, como refluxo ou azia.  

mulher correndo - Foto Getty Images

Erros ao fazer exercícios

Logo depois que você se alimenta, o organismo direciona maior fluxo sanguíneo para os órgãos envolvidos na digestão para que, dessa maneira, o processo seja realizado mais rapidamente. Quando fazemos exercícios, por outro lado, quem solicita maior fluxo sanguíneo são os músculos. Assim, é fundamental esperar a digestão completa da refeição - que leva cerca de duas horas - para treinar, pois, do contrário, nenhuma atividade será bem realizada. A diminuição do fluxo sanguíneo ocorre até mesmo no cérebro e, por isso, é normal sentirmos preguiça, cansaço ou dificuldade de concentração logo após comer. O ideal, portanto, é esperar cerca de 15 minutos para voltar a trabalhar, estudar ou realizar outra atividade que exija atenção. 

homem apertando o cinto - Foto Getty Images

Roupas ou cintos apertados

Usar calças ou saias com elásticos apertados, bem como abusar dos cintos, pode apertar o estômago e obrigar a comida a retroceder para o esôfago. Após as refeições, seu estômago dilata por conta da produção de ácidos gástricos, e a pressão das roupas pode fazer com que esses ácidos retornem para o esôfago, causando azia e refluxo. Esse problema é mais intenso em pessoas que estão acima do peso, pois a obesidade aumenta ainda mais a pressão no estômago. Essa pressão pode empurrar o conteúdo do estômago para dentro do esôfago, causando azia. 

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