25 de setembro de 2013

09:39

Alimentação e treinamento de força


Nos últimos anos, a prática do treinamento de força para ganho de massa muscular tem crescido bastante nas academias. Considerado o mais efetivo para hipertrofia e definição muscular, esse tipo de treinamento está em maior evidência em decorrência de uma nova cultura estética, na qual um corpo musculoso é sinônimo de saúde, e principalmente beleza.

Além de um treinamento adequado proposto pelo educador físico e da dedicação necessária do aluno na correta execução dos exercícios, uma alimentação que favoreça a recuperação e o crescimento muscular é essencial. O desempenho do músculo durante o treino e na recuperação pós-exercício depende da disponibilidade de determinados nutrientes. Observando que a reserva de glicogênio muscular é a principal fonte de energia para o treinamento de contra-resistência, quanto menor a sua reserva, maior será a utilização de aminoácidos (proteína) como fonte de energia.

Sendo assim, apesar de as proteínas (carnes, ovos, laticínios, soja, etc.) terem papel fundamental na formação de novas proteínas musculares, se a oferta desse nutriente não for acompanhada de calorias não-protéicas, principalmente carboidratos, o corpo utilizará os aminoácidos que "formariam o músculo" para a produção de energia.

Sabendo que a grande maioria dos atletas e praticantes de atividade física sem orientação nutricional ingere elevadas quantidades de proteínas, a dificuldade maior no ganho de massa muscular é sim atingir as recomendações totais de carboidratos na dieta. Os carboidratos devem representar cerca de 60% das calorias diárias, quantidade que deve ser distribuída durante todo o dia, em especial nos períodos anterior e posterior ao treino.


Para maiores informações e uma orientação personalizada, uma consulta com um nutricionista contribui para a obtenção de um melhor aproveitamento do treinamento de força.

18 de setembro de 2013

09:39

Dieta sem carboidrato não pode passar de 7 dias; veja dicas e receitas



Para perder peso, algumas pessoas investem em uma dieta sem carboidratos. Mas fica o alerta: ela só pode ser adotada por períodos curtos, entre cinco e sete dias, segundo a nutricionista Alessandra Paula Nunes, da Clínica Bem Nutrir. Além disso, também são necessários alguns cuidados, como apostar em carnes brancas, leites e derivados (na versão desnatada, light ou zero), aumentar a ingestão de verduras, legumes e água.

Isso porque a retirada completa de carboidratos por longos períodos de tempo pode trazer prejuízos ao organismo, uma vez que a ingestão de proteínas e lipídeos se torna maior. "Excluir totalmente os carboidratos pode levar à fadiga, irritabilidade e perda de concentração", explicou a nutricionista.

Além disso, fazer a dieta sem carboidrato por mais tempo do que indicado interfere na massa magra. "Com a eliminação dos carboidratos, a pessoa perde peso de forma mais rápida e acentuada, porém, a maior parte dessa perda vem da massa magra, o que a longo prazo diminui o trabalho do metabolismo (o corpo passa a gastar menos energia para manter-se em atividade). Eliminando o carboidrato por um tempo curto, não há prejuízos na massa magra."

Atitude certa
Consumir os tipos certos de carboidratos é o segredo para perder peso e se manter magro. A nutricionista Paula Castilho, da Sabor Integral Consultoria em Nutrição, recomenda que os carboidratos representem entre 40% a 50% do consumo calórico diário.As apostas certeiras são os carboidratos complexos ou cereais integrais, que são digeridos mais lentamente pelo organismo. Milho, batata-doce, aveia, cevada, trigo, arroz integral e macarrão integral podem e devem ser priorizados, como informou a nutricionista Alessandra.

Na contramão dos pontos positivos estão os carboidratos simples, também conhecidos como refinados. A nutricionista Paula explica que elevam fácil e rapidamente o índice glicêmico e, quanto mais alta é essa taxa, mais acelerada é a queda da glicose no sangue, o que diminui o tempo de saciedade, fazendo a pessoa sentir fome mais vezes ao longo do dia. Portanto, tente evitar açúcar, arroz branco, farinha de trigo refinada.

Receitas
Na galeria, você confere receitas para uma alimentação equilibrada, incluindo substituições de carboidratos refinados e inclusão de carboidratos complexos.

11 de setembro de 2013

09:38

Alta ingestão de proteínas traz benefícios?



Alta ingestão de proteínas: será que essa alta ingestão traz mesmo benefícios? Alta ingestão de proteínas: será que essa alta ingestão traz mesmo benefícios? É prejudicial para o organismo? Quando falamos de nutrição esportiva não tem como não citar os famosos Shakes de proteína, que são hoje em dia o tipo de suplemento mais vendido no mercado. Desde atletas profissionais até o indivíduo que entrou na academia semana passada, todos eles já estão com o seu shake de Whey Protein ou de outros tipos de proteína.

A proteína tem papel fundamental na alimentação de qualquer individuo. Quando falamos de atletas ou pessoas fisicamente ativas, podemos ressaltar que a sua principal importância seria a construção e manutenção da massa muscular. Como nossos músculos são feitos de proteína e o nosso corpo não fabrica quantidades suficientes de proteína para a manutenção e/ou ganho de massa muscular, temos que fazer a ingestão através da alimentação comum e/ou de suplementos alimentares.

Sem sombra de dúvida, a suplementação proteica pode trazer ótimos resultados para praticantes de diversas modalidades esportivas. O problema é quando usar, a hora certa, se você realmente precisa dessa suplementação ou não. Tudo depende de como esta o resto da sua alimentação. Antes de continuar, quero acabar com esse Mito que todo mundo falar que comer proteínas em excesso faz mal a saúde, especialmente aos rins. Esse é um dos maiores mitos da nutrição, isso quando falamos de indivíduos saudáveis, pessoas que não possuem nenhum problema renal ou outras patologias que podem levar a uma sobrecarga da função renal como a diabetes. Então só para deixar bem claro, pessoas saudáveis, sem nenhuma patologia, não terão problemas renais pelo excesso de ingestão de proteína. Os rins podem sobrecarregar? De certo modo sim, mas chamamos isso de uma mera adaptação fisiológica, o sistema renal acaba se adaptando a esse aumento de filtração. Mas nem por isso vamos sair por ai nos enchendo de proteína sem saber a quantidade certa que estamos ingerindo, até porque proteína em excesso também vira gordura.

Para que a suplementação proteica tenha efeito, você deve saber o horário de ingerir cada tipo de proteína, albumina, Whey Protein, caseína e outros tipos de proteína. Como cada uma tem um tempo de absorção diferente cada uma traria mais benefícios se usadas em horas estratégicas. E também tudo depende da quantidade geral de proteína que você ingere no seu dia através da alimentação normal, se tiver ingerindo grandes quantidades vai estar jogando dinheiro fora e ainda podendo ganhar um pouco de tecido adiposo. Se tiver usando esse tipo de suplementos e não tiver uma alimentação balanceada, no geral você vai estar ingerindo uma quantidade de proteína relativamente baixa que não te trarão os efeitos desejados.

Antes de usar qualquer tipo de suplemento, consulte um nutricionista, só ele esta capacitado para te indicar algum produto conforme os seus objetivos e a sua alimentação. O nutricionista é o único profissional por lei que está autorizado a prescrever dieta. Não se esqueçam disso. Ao invés de saírem gastando fortunas com suplementos importados de embalagens bonitas e atraentes consultem um profissional.

4 de setembro de 2013

09:37

Alimentos com potássio são aliados contra o inchaço



Está sentindo a roupa mais apertada do que no dia anterior? Costuma ter dores nas pernas? A sensação de inchaço tem se tornado uma rotina? Fique atento, pois pode ser resultado de uma alimentação com muito sal, do consumo inadequado de água ou até sintoma de várias doenças. Descartada esta última hipótese, aposte nos alimentos ricos em potássio para se prevenir contra o problema do acúmulo de líquidos no organismo.

De acordo com a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, "o edema ou inchaço é resultado do extravasamento de líquidos que saem dos vasos sanguíneos e vão para o tecido subcutâneo".

A nutricionista Renata Bressan, nutricionista da Clínica Alfredo Halpern e membro da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), complementa: "o sódio (sal) é quem carrega a água para dentro dos vasos. Quando há um consumo excessivo de sódio, o organismo fica sobrecarregado de líquidos e o rim, responsável por eliminar o líquido acumulado, não consegue cumprir esta tarefa, o que causa o edema".

O efeito disso pode ser sentido no inchaço dos pés, mãos, coxas, tornozelos, mamas e região abdominal, o que é visível se pressionarmos o dedo sobre a pele, pois deixa uma marca temporariamente. A pele fica com um aspecto brilhante também. E o peso pode subir cerca de 2 quilos. Além de ter uma alimentação com uma quantidade adequada de sal e beber muita água, outros hábitos são indicados para prevenir o problema, como o consumo de alimentos diuréticos e, como já citado, os ricos em potássio.Hormônios

Desequilíbrios no nosso organismo, como variação de pressão sanguínea, quantidade de proteínas no sangue, alterações hormonais, ficar muito tempo em pé, uso de alguns medicamentos ou sedentarismo também podem favorecer o aparecimento de edemas.

Além disso, há hormônios que podem provocar o inchaço: progesterona, cortisol, antidiurético, renina e aldoesterona. A nutricionista Roseli Rossi esclarece que "esses hormônios favorecem a retenção de líquidos. A progesterona, por exemplo, prepara o organismo para a gravidez, deixando o revestimento do útero pronto para a implantação do óvulo fertilizado. Isto faz aumentar o fluxo de líquidos pelo corpo".

E não é só na gravidez que a progesterona entra em ação, mas também antes da menstruação. Renata Bressan acrescenta: "no ciclo menstrual, após a ovulação até o sangramento, a progesterona está em níveis aumentados. E o hormônio é responsável pela retenção de líquidos e sódio, entre outras alterações".

O cortisol é produzido em situações de estresse, colaborando para a retenção de líquidos. Já a renina estimula a produção de um hormônio que eleva a pressão sanguínea, o que pode causar falha renal. E a aldoesterona atua nos rins aumentando a reabsorção de sódio e, conseqüentemente, de água.

Atividades físicas e drenagem

O inchaço causa um desconforto estético, certamente. Pior do que isso, pode trazer dores, dificuldade para andar e diminuição da elasticidade da pele, afetar a circulação sanguínea e aumentar o risco de infecções. Mas os maiores agravantes são o aumento da pressão arterial e a sobrecarga renal. A hipertensão pode levar a infarto, derrame, desmaios etc.

Além do tratamento médico, há mudanças no comportamento e outras medidas que podem ser coadjuvantes contra o problema, como praticar atividades físicas e fazer drenagem linfática. Ambas ativam a circulação. Entretanto, Bressan avisa: "a drenagem linfática funciona desde que a alimentação e a hidratação sejam adequadas". Ou seja, uma coisa não compensa a outra.

Antes de qualquer coisa, é importante descartar algumas patologias que podem estar causando o inchaço, segundo Bressan. Entre elas, a insuficiência renal crônica ou cardíaca, desnutrição, problemas hepáticos ou doenças da tireoide.

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