28 de julho de 2016

17:19

10 dicas nutricionais para as crianças

 
Bebe a comer
 

As crianças estão em crescimento constante, daí a importância da sua alimentação diária que, tal como a dos adultos, deve ser variada e o mais saudável possível. Veja se o seu filho está a comer o que deve.

  1. Hidratos de carbono vs. Proteínas? Entre os hidratos de carbono e as proteínas, dê maior ênfase às segundas, uma vez que são as proteínas que proporcionam um nível de energia constante. Os especialistas recomendam que cada criança deve ingerir duas porções de carne, frango, peixe, tofu ou ovos por dia.
  2. Peixe no prato. O peixe deve ser parte integral da alimentação dos mais pequenos – principalmente o peixe de água fria, caso do bacalhau, salmão e arenque. Quanto mais cedo introduzir o peixe na dieta alimentar das crianças, mais depressa elas se habituam ao seu consumo regular, que deve ser de 2 ou 3 porções por semana.
  3. Uma porção de legumes. Embora a maioria das crianças parece ter uma enorme aversão a tudo o que seja legumes, este é um alimento fundamental para a dieta alimentar da criança. Para além de constar no seu menu diário, faça questão de variar não só entre os tipos de legumes disponíveis, como na forma como são cozinhados (por vezes salteados, outras vezes crus, por exemplo). Certifique-se que escolhe legumes muito coloridos – para além de serem mais apelativos para as crianças, contêm mais nutrientes.
  4. Uma porção de fruta. A fruta tem a mesma importância e convencer a pequenada a comê-la não é tão difícil como parece – é importante que a criança experimente todo o tipo de fruta, mas de preferência apenas o que estiver em época na altura. Tudo o que for orgânico é sempre bom para a pequenada e, mais uma vez, escolha fruta com cores vivas para assegurar a presença indispensável dos nutrientes.
  5. Integral sempre que possível. Se acha que os cereais integrais são um alimento exclusivamente adulto e pouco apropriado para as crianças, está enganado. Deve sim privilegiar todo to tipo de cereais integrais na confeção da comida dos seus filhos, optando sempre que possível pela versão integral de pão, cereais, massa e arroz.
  6. Nozes & Sementes. Um menu infantil também deve conter uma grande variedade de nozes e sementes. Para além de serem uma excelente solução para a hora do lanche ou para aquelas alturas em que os miúdos pedem uma bolacha ou outra guloseima, as nozes e sementes podem ser incluídas na confeção de vários pratos, incluindo cereais, saladas, arroz, massa e gratinados.
  7. Água, por favor. Certifique-se que a criança bebe água suficiente todos os dias – mesmo que ela não peça, faça questão de lhe lembrar ou de colocar um copo com água para beber às refeições. Por serem mais pequenas, as crianças podem ficar desidratadas mais fácil e rapidamente do que um adulto o que, para além de não ser benéfico para a saúde, restringe a absorção correta dos restantes nutrientes que consumir.
  8. Na cozinha com saúde. A forma como cozinha para a pequenada é tão importante como os alimentos que confeciona. Privilegie sempre o azeite e o óleo de canola, em detrimento do óleo de girassol ou de milho; prefira a manteiga à margarina; e tenha cuidado com os temperos, principalmente o excesso de sal.
  9. Hábitos alimentares. Vigie os hábitos alimentares da criança – se ela insistir em comer sistematicamente os mesmos alimentos (e você deixa porque é a única maneira de ela comer), a criança pode estar a ser privada de vitaminas e nutrientes fundamentais para o seu crescimento e desenvolvimento. Para além disso, quanto mais tempo permitir esse tipo de hábito, mais difícil será introduzir novos alimentos no dia-a-dia da pequenada. Nunca se esqueça que a variedade é fundamental na alimentação infantil.
  10. Suplementos: sim ou não? As crianças vivem várias fases à mesa, algumas mais tranquilas em que estão abertas a experimentar de tudo um pouco; outras em que a hora de jantar é uma birra gigante. Consulte o pediatra do seu filho para saber se a sua criança deve tomar algum suplemento de vitaminas e/ou minerais e se sim, quais e em que altura.

Fonte

22 de julho de 2016

15:42

Benefícios da romã para a sua saúde

Romãs

São diversos os estudos feitos em torno da romã que mostram que as propriedades desta fruta têm tido um crescente reconhecimento na promoção da saúde e do bem-estar, bem como na prevenção e combate de doenças como, por exemplo, o cancro.

Segundo o Daily Mail, um estudo publicado na semana passada por investigadores suíços, sugere que o consumo regular de romã pode fazer aumentar a esperança média de vida, fortalecendo os músculos e reduzindo as causas de envelhecimento. Aqui, os principais agentes são os elagitaninos, propriedade da romã que promove a regeneração celular.

As romãs contêm antioxidantes que podem ajudar a proteger o organismo contra os radicais-livres e, como tal, contra as doenças relacionadas com o envelhecimento", explicou a nutricionista Helen Bond ao Daily Mail.

Um outro estudo, de 2004, referido pelo Daily Mail, indica que também o colesterol pode ser reduzido através do consumo de um copo de sumo de romã por dia.

Já a investigação publicada no ano seguinte pelo Jornal Americano de Cardiologia concluiu que a ingestão das propriedades da romã têm também um papel importante na estabilização da pressão arterial e na redução do risco de ataque cardíaco.

O mesmo jornal refere ainda o estudo realizado em 2006 na Universidade da Califórnia, cujos resultados revelaram que o consumo diário de 227 mililitros de sumo de romã reduz significativamente o aparecimento e o progresso de cancro, especialmente da próstata. Aqui, também os elagitaninos têm um papel essencial, bloqueando o crescimento das células cancerígenas. Atualmente, nos Estados Unidos, está a ser testada, em 30 pacientes, medicação com extratos de romã que se propõe a protelar o progresso da doença.

Outros estudos revelam ainda que as propriedades anti-inflamatórias da romã podem ajudar a fortalecer a memória, os ossos e, até, a prevenir doenças como Alzheimer e Parkinson.

13 de julho de 2016

08:45

Dicas de alimentação para jogadores de futebol

http://www.centauro.com.br/futebol/wp-content/uploads/2013/10/470X313.png

A alimentação do atleta é muito importante para favorecer o melhor desempenho esportivo e evitar carências nutricionais. Com uma alimentação equilibrada, pode-se melhorar os depósitos de energia, reduzir as doenças, reduzir o cansaço, aumentar o tempo de atividade do atleta, recuperar os músculos depois do treino e melhorar a saúde geral.

Para isso, a dieta deve ser equilibrada, ter qualidade, variedade e moderação. Por isso, é importante conhecer os alimentos para saber em que eles podem ajudar ou prejudicar no desempenho esportivo.

CARBOIDRATOS:
São considerados nutrientes energéticos, pois têm como função o fornecimento de energia necessária para o corpo realizar atividades como: andar, trabalhar, estudar, correr, jogar futebol e outras. São encontrados em alimentos como: pães, massas (sem molhos gordurosos), arroz, batata, frutas, aipim, cereais, etc.

 
PROTEÍNAS:
São consideradas nutrientes construtores, pois constroem e reparam músculos, tecidos, células, produzem anticorpos (para combater doenças e infecções), enzimas e hormônios (que regulam funções do corpo). Suas fontes são: carnes, ovos, leite e derivados, feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, nozes, castanha, etc.
 

GORDURAS:
Também fornecem grande quantidade de energia, mas suas principais funções são: auxiliar na absorção de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), fornecer saciedade ao organismo, produzir hormônios, proteger e isolar órgãos e tecidos.

Existem 2 tipos de gorduras: as saturadas, que são encontradas em produtos de origem animal (carnes, manteiga, creme de leite, requeijão) ou origem vegetal sólidos (gordura vegetal hidrogenada, presente, por exemplo, em sorvetes, bolachas recheadas, bolos, salgadinhos, batata frita, pipocas – esta faz mal a saúde e deve ser evitada); e as insaturadas, que são mais saudáveis e são encontrados na forma líquida como os óleos de canola, soja, oliva, de milho e girassol.

Atenção: possuem absorção demorada e devem ser consumidos com moderação, para não prejudicar o desempenho do jogador.
 

VITAMINAS E MINERAIS:
São os elementos reguladores, importantes por participarem do funcionamento intestinal, digestão, circulação sanguínea e sistema imunológico (sistema de defesa contra doenças). São necessárias para o crescimento normal e manutenção da vida.

As vitaminas e minerais são obtidos através da ingestão diária de uma variedade de frutas, verduras e legumes. Se o atleta  tiver problemas com a ingestão de frutas e verduras, terá problemas com o aporte adequado de vitaminas e minerais. O ideal é selecionar no mínimo 3 cores diferentes de salada (ex: laranja-cenoura, vermelho-tomate, verde-alface).
 

ÁGUA:
A água, juntamente com o oxigênio, é o constituinte mais importante para a manutenção da vida. Portanto, a quantidade de água perdida através da urina, fezes, suor e ar expirado deve ser reposta para manter a saúde e a eficiência do organismo na digestão, absorção, circulação e excreção. Recomendação para atletas: 10 a 12 copos ou mais.

Antes do treino:
As grandes refeições (almoço e janta) devem ser realizadas até 4 horas antes do treino, para que possa se fazer total digestão. Esta refeição deve ser rica em carboidratos (arroz, macarrão, aipim, batata, farinhas, legumes, etc.), com pouca proteína (carnes magras, preferindo frango ou peixe, feijão, soja, ervilha, lentilha, leite e derivados,...) e com muito pouco ou sem gordura (óleo de soja, azeite, azeitona, creme de leite, maionese, etc).

As pequenas refeições (lanches) devem ser realizadas entre 2 a 1 hora antes do treino ou jogo. Este lanche deve ser rico em carboidratos (com pães, biscoitos, barras de cereal, frutas, sucos, bolo, etc), com muito pouco de proteína (requeijão, queijos, frios, carnes, etc) e sem gordura. A água também deve ser consumida durante o período que antecede o treino ou a partida.

Durante o treino:
Para os jogadores terem sucesso em campo, a hidratação deve ser feita periodicamente durante a partida. Podem ser usadas bebidas isotônicas e principalmente água.
                       
 Depois do treino:

Logo após o treino (ou a partida), os estoques de carboidratos devem ser repostos, para que a energia perdida seja recuperada. Os minerais e as vitaminas também precisam ser consumidos, pois previnem lesões, reduzem a fadiga do pós treino e melhoram o sistema imunológico; para isto, frutas e suco de frutas são ótimas opções.

A ingestão de proteína, neste momento, também é importante, pois é o nutriente responsável pela reestruturação da massa muscular que pode ficar comprometida durante o treinamento ou jogo intenso.

Ótimas opções de proteínas são: iogurtes, carnes magras, leite, queijos magros (ricota, queijo branco, minas ou lights), presunto magro ou peito de peru, ovos, feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, soja, barrinha de proteínas e etc. E para finalizar, mais uma vez, a água não pode faltar.

Suplementação Nutricional para Atletas
Suplementação Nutricional para Atletas

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *