26 de novembro de 2018

15:25

Saiba mais sobre os Macronutrientes



A maioria das pessoas tende a pensar somente nas calorias que eles fornecem ao organismo, sem saber de onde esta energia vem.

Embora cada pessoa necessite de nutrientes e vitaminas diferentes de acordo com as suas necessidades, existem alimentos que fornecem a energia básica e essencial para a vida. Sem eles, não é possível realizar as atividades mais básicas do nosso dia-a-dia. Esses alimentos são conhecidos como macronutrientes.

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O grupo dos macronutrientes é formado por três tipos de nutrientes: os carboidratos, as proteínas e os lipídios (gorduras). Para compreender o importante papel exercido pelos macronutrientes na alimentação das pessoas, é necessário entender a função de cada elemento desse grupo tão essencial.

  • Carboidratos: a primeira fonte de energia do corpo
  • Erroneamente, muitos acreditam que os carboidratos são os vilões das dietas. É muito comum, quando se pretende emagrecer, fazer a restrição de alimentos fontes desse nutriente, o que pode trazer algumas conseqüências como, fraqueza e sonolência. Além disso, os carboidratos são a única fonte de energia para o cérebro e são os primeiros a serem utilizados como fonte de energia para o funcionamento do corpo. São classificados em monossacarídeos (glicose, frutose e galactose); dissacarídeos (sacarose, maltose e lactose) e polissacarídeos (amido, dextrina, glicogênio e celulose).

    Entre os alimentos ricos em carboidratos encontram-se: macarrão, pães, batata, batata doce, mandioca, mandioquinha, grão de bico, lentilha, cará, pinhão, farinhas, arroz, frutas, mel, geléias e leite.

    Cada grama de carboidrato fornece 4 Kcal.

  • Proteínas: os alimentos construtores
  • Elas estão intimamente relacionadas com a fabricação de proteínas que compõem os tecidos do organismo como, também, na composição de enzimas e hormônios. Participam da defesa do organismo na forma de anticorpos.

    A quebra da proteína resulta em aminoácidos. Alguns aminoácidos são descritos como essenciais, pois o organismo não consegue produzí-los em quantidades suficientes, por isso, eles devem ser adquiridos através da alimentação. Os aminoácidos têm importância na síntese de vitaminas e de transmissores cerebrais como a serotonina.

    Os alimentos ricos em proteínas são os de origem animal (carne vermelha, aves e peixes). Entre a leguminosas que apresentam teores significativos de proteínas estão os feijões, a soja, lentilha, ervilha, nozes e amêndoas.

    Cada grama de proteína fornece 4 Kcal.

  • Lipídeos: o nutriente energético
  • Por muito tempo, acreditava-se que o vilão das dietas seriam os carboidratos. Mas, agora já se sabe que o maior fornecedor de energia são os lipídeos ou gorduras. Assim, ele deve compor, no máximo, 30% do valor calórico total da dieta. Entretanto, alguns pequenos cuidados podem ser tomados. Quando for ao supermercado, dê preferências às gorduras de origem vegetal. Prefira as margarina ao invés de manteigas. Compre óleos de canola, milho ou girassol. Com esse simples cuidado, ocorre um aumento da ingestão de gorduras insaturadas e polinsaturadas, relacionadas com o aumento do bom colesterol.

    Alimentos fonte ou ricos em gorduras: óleos, manteigas, margarinas, azeites, castanhas, nozes, bolos, tortas, doces, maioneses, molhos e cremes.

    Cada grama de gordura fornece 9 Kcal.

    9 de novembro de 2018

    08:46

    Perigos do efeito sanfona

    É comum que as pessoas com pressa para emagrecer busquem por dietas restritivas, sejam elas com baixos teores de gordura ou carboidrato, diminuição ou isenção de açúcar, jejum intermitente, entre outras. Mas se engana quem acha que esta é a solução! Estes métodos extremistas não fazerem bem à saúde e, como consequência, podem produzir o famoso "efeito sanfona".


    Restringir a dieta a um só tipo ou grupo de alimentos pode até levar à perda rápida de peso no primeiro momento, mas, por falta de nutrientes importantes, pode gerar sintomas como fraqueza, mal estar, alterações na pressão e hormonais. Esse efeito rebote ocorre quando o metabolismo entre em "alerta" diminuindo seu gasto calórico e estocando energia, afinal, não se sabe quando e como será a próxima refeição.


    Uma pesquisa publicada no periódico americano New England Journal of Medicine em 2017 comprovou que engordar e emagrecer com frequência aumenta o risco de problemas cardiovasculares e de morte prematura, especialmente entre pessoas que já apresentam fatores de risco para doenças do coração, como níveis altos de colesterol. De acordo com o estudo, pessoas que entram no efeito sanfona com flutuação constante com mais de quatro quilos, por exemplo, têm uma incidência 124% maior de ataques do coração quando comparadas com aquela que mantêm o peso estável a vida toda.


    O jeito mais eficaz de não sofrer esta consequência é evitar a perda de massa magra e priorizar a perda de gordura conciliando a atividade física com uma alimentação balanceada, contemplando todos os grupos alimentares, na quantidade certa. Dormir bem também é fundamental, cerca de 8 horas por noite. Noites mal dormidas podem liberar pouco hormônio leptina – que ajuda a regular a fome e a manter o metabolismo ativo – e, assim, a válvula de escape pode ser buscar combustível nos alimentos.

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