HIIT aumenta a queima de gordura



Estudos demonstraram que o HIIT pode ajudá-lo a perder gordura.

Uma revisão analisou 13 experimentos e 424 adultos com sobrepeso e obesos.

Curiosamente, ele descobriu que tanto o HIIT quanto os exercícios tradicionais de intensidade moderada podem reduzir a gordura corporal e a circunferência da cintura.

Além disso, um estudo descobriu que as pessoas que realizam HIIT três vezes por semana durante 20 minutos por sessão perderam 4,4 libras, ou 2 kg, de gordura corporal em 12 semanas – sem quaisquer alterações na dieta.

Talvez mais importante tenha sido a redução de 17% na gordura visceral, ou na gordura promotora de doenças que envolve seus órgãos internos.

Vários outros estudos também indicam que a gordura corporal pode ser reduzida com HIIT, apesar do compromisso de tempo relativamente baixo.

No entanto, como outras formas de exercício, o HIIT pode ser mais eficaz para a perda de gordura em pessoas com sobrepeso ou obesidade.

RESUMO: Intervalos de alta intensidade podem produzir perda de gordura semelhante aos exercícios de resistência tradicionais, mesmo com um comprometimento de tempo muito menor. Eles também podem reduzir a gordura visceral prejudicial à saúde.

Vou finalizar esse texto sem antes te dar uma boa dica. Se você quiser estudar mais sobre as aplicações do HIIT e como potencializar o seu uso nas suas aulas, clique aqui e veja esses cursos sobre HIIT, com excelentes professores e conteúdos diferenciados.

Carboidrato e a Atividade Física

Carboidrato e a Atividade Física

Carboidrato ou proteína? O que comer antes, durante e depois do treino |  VEJA
Para quem pratica atividade física regularmente o carboidrato é um dos nutrientes mais importantes na alimentação do praticante de atividade física. O motivo é que esse nutriente será responsável em aumentar seus estoques antes do exercício, fornecer energia durante o treino e também terá um papel fundamental no período de recuperação pós-treino.


O consumo antes do exercício físico é importante para manter adequados os níveis de glicogênio muscular e hepático (a massa muscular de um adulto armazena em média 450 g de carboidrato e o fígado, em média 70 g), preservando assim o rendimento do praticante durante e após a atividade física. A glicose que chega às células via corrente sanguínea vem desse estoque de glicogênio muscular e hepático.

Os estoques corporais de carboidratos são as maiores fontes energéticas para o trabalho muscular de baixa intensidade (aquele que consome abaixo de 70% do volume de oxigênio máximo, o VO2 max): 50% da energia necessária para esse tipo de exercício vem de carboidratos e o restante, de proteínas e gordura. Já em exercícios com intensidade igual ou superior a 70% do VO2 max, a proporção de carboidratos em relação aos outros macronutrientes é ainda maior. A intensidade, duração, treinamento e a própria dieta interferem na utilização do carboidrato durante a atividade física.

Para permitir tempo suficiente para digestão e absorção dos alimentos, prover quantidade adicional de glicogênio e glicose sanguínea e ainda evitar a sensação de fome recomenda-se o consumo de 200 a 300 g de carboidrato (1 a 3 horas antes) de baixo índice glicêmico - indicador baseado na ingestão do carboidrato de um dado alimento elevar os níveis de glicose sanguínea pós-prandial, comparado com um alimento referencia, a glicose ou o pão branco. Ex.:frutose, amendoim, feijão de soja, lentilha, pera, damasco, maçã, leite desnatado etc.

Se houver algum alimento no estômago durante a realização da atividade física, o praticante pode se sentir nauseado, devido ao desvio do fluxo sanguíneo do trato gastrintestinal, responsável pela digestão, para os músculos.

O jejum não é recomendado antes da atividade física, pois os estoques de glicogênio hepático diminuem em cerca de 80%, podendo prejudicar o desempenho do esportista, principalmente daqueles que dependem da glicose sanguíneo, que são os que treinam ou competem em atividades de longa duração.

Busca por perda de peso pode causar distúrbio

Busca por perda de peso pode causar distúrbio
5 descobertas científicas sobre a perda de peso | Exame

Em busca de um corpo perfeito, de acordo com os padrões estéticos aceitos e impostos atualmente pela sociedade, muitas pessoas fazem de tudo, como encarar dietas muito restritivas e exagerar nos exercícios físicos. Com o objetivo de emagrecer a qualquer custo, esses indivíduos, principalmente mulheres, acabam desenvolvendo alguns distúrbios alimentares, como a anorexia e a bulimia, doenças sérias que precisam de acompanhamento e tratamento médico.

As duas doenças, apesar de terem o emagrecimento como objetivo, apresentam diferenças entre si. A anorexia nervosa é a distorção de imagem corporal, ou seja, o paciente enxerga-se acima do peso mesmo estando magro ou até abaixo do peso mínimo recomendado para sua altura e estrutura óssea. Assim, apresenta recusa em se alimentar e medo de ganhar peso. Já a bulimia nervosa é caracterizada por crises bulímicas ou episódios de compulsão alimentar, em que as pessoas ingerem grandes quantidades de alimento em curto espaço de tempo e, depois da compulsão, têm comportamentos compensatórios: provocam vômitos, utilizam laxantes, diuréticos ou fazem jejuns e exercícios físicos em excesso.

Mesmo que de formas diferentes, tanto a anorexia como a bulimia afetam o organismo. A anorexia, em estágios mais avançados, pode levar à desnutrição e várias complicações associadas a esta condição, como alterações de pele, queda de cabelo, atrofia muscular, alterações de ritmo cardíaco, anemia, osteoporose, entre outras. A bulimia, quando há vômitos provocados, pode causar alterações do equilíbrio de sais (como cloro e potássio), gastrite, esofagite, alterações de pele, cáries dentárias. A anorexia e a bulimia hoje afetam principalmente as mulheres (em especial as mais jovens), sendo que elas representam 90% dos casos.

Causas

A anorexia e a bulimia são transtornos alimentares provocados por causas diversas como influência da cultura da magreza, aspectos genéticos, contexto familiar e também histórico de compulsões e de outros vícios na família. Sob o aspecto psicológico, ela afirma que o tratamento da anorexia costuma ser mais longo e difícil. Quem tem anorexia se acha gorda e tem uma distorção da autoimagem. Estas pacientes geralmente não querem ajuda, elas acham um absurdo ter que comer e querem ser extremamente magras. Já quem sofre com bulimia costuma aceitar que não está bem e que precisa de tratamento.

Diagnóstico e tratamento complexos

O diagnóstico da anorexia e bulimia nem sempre é fácil. Estes transtornos interferem na percepção do apetite, do peso, da imagem corporal e nos hábitos alimentares, levando a marcantes prejuízos psicológicos, sociais e aumento de mortalidade. Além da avaliação física e psicológica, os médicos utilizam o cálculo do índice de massa corporal (IMC) no auxílio ao diagnóstico, principalmente da anorexia.

Os tratamentos destas doenças requerem apoio de uma equipe multidisciplinar, que deve incluir psiquiatra, psicólogo, clínico, endocrinologista e nutricionista. Deve-se abordar a desnutrição com os recursos médicos necessários. Em quadros mais graves, o internamento é fundamental para proteger a vida do paciente. Algumas medicações podem ajudar no tratamento de doenças associadas, como depressão, transtorno bipolar e ansiedade. No entanto, segundo ele, nenhuma medicação apresenta eficácia comprovada para o tratamento da anorexia nervosa.

Já no caso de bulimia, além da psicoterapia, a orientação nutricional contribui para um aprendizado sobre formas mais adequadas de se alimentar a fim de evitar os episódios bulímicos, por exemplo. Alguns antidepressivos podem ajudar a reduzir os episódios de compulsão alimentar e, por consequência, a frequência dos vômitos provocados e outros comportamentos compensatórios.

Além da terapia, medicamentos e apoio psicológico, os doentes também precisam de acompanhamento nutricional, para apreenderem novos e saudáveis hábitos alimentares. Com o tratamento, orientação do nutricionista e a retomada da alimentação, os déficits de vitaminas e minerais podem ser diminuídos. Neste sentido, é importante procurar um profissional, devido à gravidade destas doenças e de seus impactos no organismo.

A importância da Nutrição para Corredores

A importância da Nutrição para Corredores
Qual a Importância da Nutrição para sua Saúde? - Por Tati Flores  Nutricionista - Portal NotiSerra SC

O preparo para uma prova de corrida tão longa deve começar muito antes. Neste processo, o cuidado nutricional é muito importante. 

A nutrição desportiva é um acompanhamento profissional para maratonistas e esportistas de diversas modalidades. São planejados sugestões e cardápios para uma alimentação equilibrada e saudável, de acordo com o perfil de cada pessoa.

Neste tipo de atendimento, muitos conhecimentos são usados para que o maratonista tenha o melhor resultado nas atividades, desde estratégias de recuperação física, bem como a melhor alimentação durante o treino, inclusive.

Uma alimentação adequada, com dieta personalizada, contribui para aprimorar o desempenho físico durante a prova, adiando a fadiga do corredor, além de facilitar a recuperação dos tecidos, prevenir ou reparar as lesões e reduzir os danos dos radicais livres, muito comuns entre os atletas.

Para quem vive tentando melhorar o seu desempenho  diminuindo o seu tempo de prova, a nutricionista tem uma boa notícia pois uma dieta personalizada consegue melhorar o tempo do corredor, porque ela pode aumentar as reservas de glicogênio muscular e também fornecer o combustível adequado no tempo certo, prorrogando a fadiga e melhorando o desempenho. Além disso, deve-se atentar para as vitaminas e minerais que atuam de forma significativa no desempenho físico, quando o indivíduo apresenta alguma carência, há grandes chances de alteração do rendimento físico.

Então, antes de começar um treinamento sério para alguma prova, inclua a nutricionista para que o desempenho seja o melhor possível.

Carboidratos são essenciais para corredores

 



Carboidratos são essenciais para corredores e devem compor em torno de 60% a 70% das calorias totais da alimentação diária. Juntamente com as gorduras, e até mesmo proteínas, eles engordam. Mas somente se forem consumidos em quantidades acima das necessárias, pois o organismo estoca o excedente sob a forma de gordura.

Cada pessoa possui uma necessidade energética individualizada, de acordo com o metabolismo, treino e outras variáveis. O nutricionista é o profissional capacitado a mensurar estas necessidades e fazer as prescrições nutricionais de maneira adequada.

Regras básicas de nutrição para corredores

Consuma alimentos ricos em carboidratos uma ou duas horas antes da atividade física. Evite treinar pela manhã com o estômago vazio. O ideal é ingerir tipos de alimentos que tenham absorção rápida, como sucos naturais, cereais e pães.

Reponha suas reservas de carboidratos em momentos que seu organismo mais necessita: dentro das duas primeiras horas após finalizar seu treino. Você pode repor ingerindo bebidas esportivas, frutas, uma barra de cereais ou iogurte.

Realize uma refeição forte de duas a quatros horas após o treinamento.

Antes de uma competição planeje sua alimentação com tempo. Só assim você terá sua reserva de carboidratos musculares em nível máximo.

E não se esqueça: Para ter um bom rendimento na corrida, não basta correr. Comer (bem) é preciso!

O que faz o Nutricionista Esportivo?




O nutricionista é o profissional que se dedica à promoção, recuperação e manutenção da saúde por meio da alimentação. Entre as principais atividades do profissional formado em Nutrição, podemos destacar:

  • Elaborar diagnóstico nutricional dos pacientes.
  • Prescrever dietas e suplementos nutricionais para pessoas sadias ou com problemas de saúde.
  • Fazer controle de qualidade dos alimentos em restaurantes e refeitórios.
  • Desenvolver e avaliar produtos que possam ser utilizados na alimentação humana.

Ele pode optar por trabalhar em áreas como: nutrição clínica, nutrição esportiva, marketing nutricional, pesquisa e indústria alimentícia; atuando em hospitais, clínicas, indústrias de alimentos, academias, laboratórios de análise alimentar, entre outros.

Cursos online de Nutrição

Uma das áreas mais procuradas é a Nutrição Esportiva.

O especialista em nutrição esportiva deve avaliar, além do estilo de vida e hábitos alimentares do paciente, a preparação física e psicológica. A sua atuação, antes mais restrita ao meio do esporte de alto rendimento, hoje se estende ao universo das academias, expandindo seu campo de atuação.

O nutricionista pode trabalhar em clubes, academias, consultório e personal diet, fazendo atendimento personalizado e domiciliar. Quando se tratam de atletas profissionais, como jogadores e competidores, é provável que ele faça parte de uma equipe multidisciplinar.

As consultas devem avaliar o histórico do paciente. Assim como seus hábitos, a fim de criar um plano alimentar específico para a busca do equilíbrio do organismo e melhora da performance.

Ao prescrever um plano alimentar o profissional deve observar os micro e macronutrientes necessários ao bom desempenho de determinada atividade. Deve levar em consideração também os níveis de hidratação. Para isso, é preciso conhecer a fundo a rotina de preparação física, pois a dieta deve considerar os horários e durações dos treinos, garantindo o aporte de energia e de proteínas para a recuperação muscular.

Além disso, cabe a ele determinar a necessidade e, se for o caso, indicar suplementação. Além de uma dieta regular, o plano deve prever modificações alimentares de acordo com os objetivos para cada evento, como competições e períodos de recuperação.

Carboidratos e a Diabetes





Em geral, a alimentação dos diabéticos deve ser tão equilibrada, variada e completa como a alimentação de qualquer indivíduo saudável. À luz do conhecimento atual, não se justifica encorajar as pessoas diabéticas a não comer cardoidratos. De fato, é importante que incluam na alimentação diária o consumo de hortaliças, frutas, cereais de grão inteiro e legumes, todos ricos em  cardoidratos, mas igualmente ricos em fibra alimentar, vitaminas, minerais, antioxidantes e outras substâncias protetoras.

Uma das principais dúvidas que surgem é se pessoas com diabetes são totalmente proibidas de comer doces. E elas não são. Atualmente já se tem o conhecimento que o que mais importa para o bom controle da glicemia é a quantidade de carboidratos ingerida e não o tipo de carboidrato. O açúcar é apenas um tipo de carboidrato.

Entretanto, como se deve controlar a quantidade de carboidratos ingerida, o melhor é evitar a adição do açúcar, o qual eleva a glicemia rapidamente e tem pouco valor nutricional. Assim, é melhor que se escolha carboidratos provenientes de frutas, cereais integrais, leguminosas e laticínios desnatados. Mas nada impede que esse tipo de alimento seja incluído na alimentação de forma moderada e adequada. Lembrando: a escolha de alimentos in natura e preparações caseiras são melhores que os alimentos ultraprocessados.

Dito isso, embora muita gente pense ao contrário, os carboidratos não são os grandes vilões para quem tem diabetes. As diretrizes clínicas para um bom controle glicêmico e saúde em geral demonstram que os carboidratos devem ser a base da alimentação, provendo de 45 a 60% do valor energético total ingerido por dia. O que se deve observar é de não haver grande concentração dos mesmos na mesma refeição, respeitando um controle de porções de acordo com as necessidades nutricionais individuais.

Apesar dos diabéticos não estarem absolutamente proibidos de ingerir açúcar ou alimentos açucarados, convém lembrar que estes alimentos, além de contribuírem para uma rápida subida da glicemia (açúcar no sangue), apresentam, normalmente, uma elevada densidade calórica, e, simultaneamente, défices de fibras, vitaminas e minerais. Por isso, não acrescentam qualquer valor a uma alimentação que se pretende saudável, além de contribuírem para o aumento de peso.

É sempre importante termos o cuidado de, ao lidar com diabéticos, prestar atenção no consumo de carboidratos, seja ele qual for. Como dito acima, é fundamental ter alimentos que tenham carboidratos e fibras, por exemplo. A junção  deles vai trazer uma boa qualidade de alimentação.

Nutrição Infantil no Esporte

Nutrição Infantil no Esporte

 Nutrição para Corredores: Saiba como compor sua alimentação - Guia da  Corrida de Rua

A nutrição desportiva é um acompanhamento profissional para maratonistas e esportistas de diversas modalidades. São planejados sugestões e cardápios para uma alimentação equilibrada e saudável, de acordo com o perfil de cada pessoa.

Neste tipo de atendimento, muitos conhecimentos são usados para que o maratonista tenha o melhor resultado nas atividades, desde estratégias de recuperação física, bem como a melhor alimentação durante o treino, inclusive.


A importância da nutrição durante todo o ciclo vital é notável, sendo que na infância, além da sobrevivência, a nutrição adequada é indispensável para o crescimento e desenvolvimento. A nutrição constitui o alicerce para o desempenho físico, sendo muito importante para a saúde geral do praticante de exercício físico, em qualquer faixa-etária. No caso de crianças praticantes de esportes, é necessária atenção especial em relação à adequação do consumo de alimentos e nutrientes

As necessidades de energia de crianças praticantes de atividade física devem ser baseadas na ingestão alimentar diária, índice de crescimento, idade e atividade física. O treinamento esportivo contribui para o aumento da necessidade energética.


As crianças necessitam de uma maior quantidade de energia que aquela necessária para um adolescente ou para um adulto durante a prática de atividades esportivas.

A ingestão energética inadequada está associada à ingestão marginal de macro e micronutrientes, principalmente de carboidratos, piridoxina, cálcio, folato, zinco e magnésio. Tal associação tem consequências prejudiciais sobre o crescimento, tais como o aumento do risco de aparecimento de doenças e a diminuição da taxa metabólica.

Existem vários métodos para estimar o valor energético da dieta de crianças, como os que serão descritos neste artigo, no entanto, alguns conceitos devem ser inicialmente definidos:

Gasto Energético Basal (GEB): O gasto energético basal (GEB) é o valor energético que as crianças necessitam apenas para ficar deitadas, sem realizar qualquer tipo de movimento ou atividades físicas;

Gasto Energético Total (GET): compreende o GEB mais as atividades diárias das crianças;

Valor energético Total (VET): é o valor energético necessário ao indivíduo, que já compreende o GEB e o GET.

Macronutrientes

    As fontes de energia devem estar equilibradas entre carboidratos, lipídios e proteínas. Recomenda-se para crianças e adolescentes fisicamente ativos uma dieta adequada em lipídios (20-25% do VCT), rica em carboidratos (60-70% do VCT), com quantidade equilibrada de proteínas (10-15% do VCT) e variando qualitativamente para alcançar as recomendações de micronutriente

Micronutrientes

É recomendado que todas as necessidades de micronutrientes sejam atingidas com uma dieta quali-quantitativamente adequada que supra a demanda energética do treinamento. Deve-se dar atenção especial para o ferro e o cálcio.

O ferro é indispensável para a prática de atividade física, pois além de exercer as funções de transporte de oxigênio no sangue e no músculo, faz parte de diversas enzimas relacionadas aos processos oxidativos e à proliferação celular. O baixo consumo de ferro pode prejudicar a capacidade de transporte do oxigênio, diminuindo o desempenho e interferindo no treinamento, podendo em longo prazo, ocasionar a anemia ferropriva.

Hidratação

A produção de energia pelo organismo aumenta durante os exercícios devido à maior produção de calor metabólico. As crianças produzem mais calor por unidade de peso corporal que os adultos. Sabe-se que a evaporação do suor é a principal via para dissipar o calor produzido pelo organismo.

Sempre que líquidos forem perdidos através do suor mais rapidamente do que são repostos, a pessoa entrará em desidratação. As crianças podem evitar a desidratação ao ingerirem líquidos a cada 15-20 minutos quando a atividade física for prolongada, mesmo que ela não tenha vontade de beber.

Competição

Para crianças que participam de competições é importante que seus estoques energéticos estejam adequados. Sugere-se que nos três dias anteriores à competição haja maior ingestão de alimentos ricos em carboidratos. No dia da competição a criança deve ser orientada a ingerir refeições ricas em carboidratos e com baixo teor de gordura, sem frituras ou molhos gordurosos. Os alimentos devem ser de fácil digestão e a última refeição deve acontecer de 2 a 4 horas antes do evento. Até 2 horas antes da competição, um lanche leve com carboidrato pode ser incluído (por exemplo: 1 sanduíche com pouco queijo e geléia ou banana com aveia).

A orientação nutricional às crianças fisicamente ativas representa um grande desafio, sendo necessário que o profissional possua parâmetros adequados para a avaliação da evolução do crescimento das crianças. A alimentação adequada é essencial para que a criança garanta seu potencial de crescimento e desenvolvimento e tenha seu desempenho maximizado durante a prática de atividades físicas.

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Saiba mais sobre os Nutrientes Energéticos




São denominados nutrientes energéticos essenciais carboidratos, gorduras, proteínas.

Carboidratos, gorduras e proteínas são as únicas fontes de energia alimentar; assim sendo, recebem a designação de nutrientes energéticos.

Por não possuírem carbono os minerais e a água constituem os nutrientes inorgânicos. As vitaminas desempenham papel metabólico em todas as células do organismo, com o complexo B sendo particularmente importante no metabolismo energético.


Carboidratos

Carboidratos são compostos químicos que abrangem o grupo nutricional denominado carboidratos. Açucares simples tipo glicose e frutose (monossacarídeos), açúcares duplos tipo sacarose e maltose (dissacarídeos) e açúcares complexos tipo amido e glicogênio ( polissacarídeos) estão entre os carboidratos mais importantes.

Fontes alimentares de carboidratos são o feijão seco, o pão, os bolos, os cereais, as frutas secas, o mel, as panquecas, as massa, as batatas, os espaguetes, a calda de açúcar, os vegetais (legumes) e os bolinhos.

Gorduras

Gorduras ou lipídios são encontrados no corpo principalmente como triglicerídeos, fosfolipídios e colesterol. Os triglicerídeos são armazenados nas células gordurosas existentes em todo o corpo e dentro dos músculos esqueléticos. Representam a forma de gordura utilizada como combustível alimentar na produção aeróbica de energia ATP (adenosina trifosfato).Fontes alimentares de ácidos graxos, as gorduras saturadas encontram-se habitualmente em forma sólida à temperatura ambiente. Incluem a maioria das gorduras animais como, por exemplo, as gorduras presentes nas carnes de gado, porco e carneiro. Os ovos e produtos lácteos também contêm altos níveis de gorduras saturadas. As gorduras insaturadas apresentam-se em estado líquido nas temperaturas ambientes.

São encontradas nos óleos vegetais tipo óleo de amendoim, óleo de milho, óleo de soja e óleo de algodão. Outras fontes de gordura são o toucinho, a manteiga, a margarina e os óleos para salada.

Proteínas

Proteínas desempenham uma ampla variedade de funções fisiológicas que são consideradas essenciais para a saúde e o desempenho físico. Apesar do papel da proteína no fornecimento de energia não tem sido considerado importante para a maioria das formas de atividades musculares, está se tornando cada vez mais claro que o catabolismo proteico aumenta durante a atividade de endurance (mais de 60 minutos) e pode contribuir com entre 5 e 15% das necessidades energéticas.

Fontes alimentares de proteínas, os alimentos mais ricos em aminoácidos essenciais são as proteínas animais e o leite. As proteínas vegetais contêm alguns porém não muitos dos aminoácidos essenciais. As fontes comuns de proteínas são os cereais, os queijos, os ovos, os peixes, as carnes magras, o fígado, o leite.