21 de dezembro de 2021

Alimentação para o adolescente desportista



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Atividade física e nutrição reduzem custos com medicação no tratamento de  Diabetes tipo 2 | RR Nutrição Clínica

Muitas vezes os pais perguntam-se sobre que tipo de alimentação é melhor para os seus filhos. Estas dúvidas são legítimas, mas no fundo todos temos a noção do que é mais e menos correto. A prática regular de uma atividade física não traz grandes alterações ao nível da alimentação, havendo somente a necessidade de aumentar a quantidade de comida, mantendo-se as proporções em relação aos alimentos, e de ajustar os horários das refeições em função dos treinos/competições.

As refeições antes e após o treino/competição são as que devem obedecer com maior rigor às necessidades específicas desses dois momentos e devem ser compostas por:

  • Sopa, com caldo fino e passado, com um fio de azeite, com couves e engrossada com arroz ou massa;
  • Prato, peixe magro, lulas ou polvo, de preferência cozido ou grelhado (nunca frito), com batata, arroz ou massa. Na refeição após o treino/competição também se pode usar carne magra, confecionada de modo semelhante;
  • Pão, deve ser consumido em forma de tostas ou pão torrado;
  • Sobremesa, fruta simples, em salada ou em papas;
  • Bebida, água, chá ou sumo de fruta.

As outras refeições e atitudes alimentares devem obedecer ao regime normal, ou seja, não estar mais de três horas sem comer, repartir harmoniosamente os alimentos a consumir num dia, para evitar o empanturramento numa ou duas refeições, nunca deixar de tomar um bom primeiro almoço - vulgar pequeno-almoço -, cozidos, grelhados ou assados sem adição de gordura, como principais modos de confeção, preferir pão escuro ou de mistura ao pão branco, riqueza de produtos hortícolas e frutas cozidos e/ou em cru, 0,75l de leite por dia e muita água. Refrigerantes, fritos, guloseimas e outros doces são de evitar e as bebidas alcoólicas estão proibidas.

A importância de uma refeição adequada

Uma refeição do tipo acima descrito é de fácil digestão, pobre em gorduras, rica em calorias, em vitaminas e minerais. É uma refeição que tomada 2 horas antes da atividade, previne a hipoglicemia durante o esforço e 1hora após o mesmo permite uma melhor e mais rápida reposição do glicogénio e água perdidos, devido à intensa atividade física.

A grande dificuldade na alimentação do jovem desportista está no adequar o horário ao tipo refeição. Sempre que a última refeição antes do treino/competição não for do tipo do modelo proposto, ela deve conter alimentos semelhantes. Nesse caso torna-se ainda mais importante que a refeição posterior ao treino/competição não fuja dos parâmetros propostos, pois só assim é possível repor com eficácia o que se perdeu. Quando depois do treino/competição o jovem se mostra tão cansado que nem lhe apetece comer, apesar da fome que sente, tem que se lhe pedir mais esse pequeno (?) esforço.

Ser atleta e ter gosto em sê-lo exige alguns sacrifícios e muita disciplina para que se possam retirar da atividade desportiva todos os benefícios físicos, emocionais e sociais, quer para o indivíduo, quer para a sociedade, que lhe são inerentes.

Publicada em 14/05/14 e revisada em 21/12/21


1 de dezembro de 2021

Abordagens da Nutrição Espotiva



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4 grandes mitos da nutrição esportiva - Nutritotal Para todos

Nos últimos anos, tem ocorrido um aumento considerável do número de pessoas que praticam atividades físicas, como a musculação, a corrida de rua, a caminhada ou a dança, por exemplo. Em alguns casos, essas atividades passam a fazer parte da rotina dessas pessoas, transformando-se em hobbies ou mesmo fazendo com que o praticante se torne um atleta amador ou profissional.
Esse cenário tem evidenciado ainda mais a nutrição esportiva. Ao contrário dos outros tipos de abordagens nutricionais, ela não tem como foco principal a perda de peso, mas sim a melhoria do desempenho no esporte e nas atividades físicas.

Para aumentar a massa muscular, por exemplo, são necessárias mais calorias do que se gasta. Mas, não qualquer caloria. Para o processo de construção do músculo - chamado de síntese muscular - é necessário mais proteína no cardápio, sem esquecer do carboidrato. 'Em alguns casos, dependendo da intensidade do treino, é necessário até duas vezes mais proteína do que para uma pessoa sedentária
O processo de hipertrofia muscular, ou crescimento do músculo, funciona com estímulos como o da musculação, por exemplo. Ao levantar peso as fibras musculares se rompem, para depois, nas próximas 24 a 48 horas, acontecer o processo inverso, o músculo voltar a se formar, desta vez um pouco maior. Para isso, o organismo precisa de proteína, e de carboidrato, para garantir a energia para esse trabalho.

Logo após o treino, o pico de absorção de carboidrato e proteína é maior, período que deve ser aproveitado por quem se interessa em ganhar músculos. O suplemento pode ser incorporado à dieta, desde que de forma adequada. 'Neste caso, em que se quer aproveitar o momento logo após o treino, o uso de suplemento é interessante pela praticidade, pois é muito mais fácil de levar à academia, do que um lanche, por exemplo.

A abordagem da nutrição esportiva é realizada de acordo com a modalidade e o objetivo pretendido, ou seja, aumento da força, aumento da massa muscular, melhoria da saúde, entre outros.
Assim, na hora de montar o planejamento alimentar do paciente em questão, o nutricionista leva em consideração as características físicas e clínicas do atleta, a fisiologia e a bioquímica do esporte praticado, o treinamento esportivo que é desenvolvido por ele e os parâmetros nutricionais exigidos por suas atividades.



18 de novembro de 2021

Como equilibrar nutrientes e exercícios físicos



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Confira dicas para potencializar os exercícios físicos aliando a uma ótima  alimentação - ODC - O Olhar da Cidade

Quando falamos de uma vida saudável, nada mais justo do que unir uma alimentação, que fornece nutrientes necessários para o organismo, e a prática de atividades físicas regulares. E, para que isso funcione da maneira correta, é necessário o equilíbrio em ambas as partes para alcançar uma boa performance.
 
O consumo de carboidrato é essencial na prática de atividades físicas pois fornece energia para o nosso corpo. Nós podemos encontrá-lo em alimentos como arroz integral, nos feijões, na batata doce, nos macarrões e pães integrais e nos vegetais de folhas verdes escuras como espinafre, couve e brócolis.
 
O carboidrato é a nossa primeira fonte energética. Se você tem um consumo apropriado de carboidrato, você consegue otimizar melhor esses estoques iniciais do glicogênio muscular, que é a forma como armazenamos o carboidrato para a prática de atividades físicas, assim, como a manutenção da glicose durante o esporte, para que não tenhamos nenhum quadro de hipoglicemia, e para repor essas reservas de glicogênio na fase de recuperação, já que você gasta essa energia durante a prática. Logo, se você não faz essa reposição ideal, você também compromete sua fase de recuperação e faz com que a sua construção de massa muscular não seja tão otimizada.

A recomendação é muito individual, depende do gênero, dos níveis de atividade física, da ingestão que você vai fazer por dia, então não é algo muito abrangente. Mas geralmente, para os atletas, costumamos recomendar 6 a 10g de carboidrato por quilograma corporal. Isso vai equivaler cerca de 60 a 70% do valor energético total de uma alimentação por dia", ressalta a profissional.

Quem pratica atividades físicas necessita de uma alimentação adequada e equilibrada, onde precisaremos encontrar os carboidratos, as proteínas e os lípídios (gorduras), aliadas a uma boa quantidade de fibras alimentares, vitaminas e minerais. Além disso, é de suma importância a ingestão de água antes, durante e depois das práticas, afinal, hidratar o corpo é fundamental para mantermos a temperatura corporal e melhora o desempenho do nosso metabolismo. 

O ideal é que faça um cuidadoso planejamento alimentar com um profissional que sejam adaptadas ao estilo de vida de cada um, sempre passando conhecimento para que o padrão alimentar seja um pouco modificado e que isso possa fazer parte de uma educação alimentar e consequentemente a melhora da performance e a saúde", finaliza a profissional.


15 de novembro de 2021

Alimentos para Hipertrofia Muscular



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Alimentos importantes no dia a dia - Lu Explica - Magazine Luiza

Proteína é o bloco de construção do tecido muscular (entre muitos outros tecidos). Quando você está treinando muito você precisa garantir que está recebendo proteína suficiente para ajudar com a recuperação e reparo das suas células musculares para chegar à hipertrofia. Proteína também te ajudará a se sentir cheia por mais tempo e tem um efeito térmico, o que quer dizer que ela precisa de mais calorias para ser digerida, então também é boa para perda de gordura.


A batata doce é o primeiro alimento da lista, ela é rica em carboidratos e livre de gorduras, ajuda no ganho de massa magra, dá energia para o treino e ajuda na recuperação muscular pós-treino. Clara de ovo é um alimento rico em proteínas e aminoácidos, possui altíssimo valor biológico o que a torna fundamental na dieta de um atleta para conquistar a hipertrofia muscular e manter a boa saúde.

A Carne Vermelha é mais uma fonte de proteínas e contém muito aminoácidos necessários para a hipertrofia muscular, além disso, é fonte de outras vitaminas como ferro que facilita o transporte de oxigênio pelo corpo, mas ao consumir carne vermelha opte por cortes magros e prepare-a cozida, grelhada, até mesmo assada e evite fritura.

Peito de Frango é um alimento saboroso e nutritivo, é rico em proteínas e possui baixa concentração de gorduras, mas ele deve ser consumido sem pele, pois a pele de frango possui gordura e colesterol.
O ideal é procurar um profissional da área para lhe receitar uma dieta adequada para suas condições e objetivos. Também é importante para conhecer melhor as necessidades nutricionais do seu organismo.


19 de outubro de 2021

Prática de Exercícios Físicos x Vitamina C



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A prática de exercícios físicos de forma exagerada provoca o o estresse oxidativo, propiciando a formação de radicais livres – espécies reativas de oxigênio, que podem causar lesões musculares e danos celulares, prejudicando o desempenho dos atletas.

Praticantes de atividades físicas precisam consumir mais calorias e demandam por maiores quantidades de proteínas, carboidratos, vitaminas e minerais. A suplementação nutricional com antioxidantes é uma alternativa viável para minimizar os efeitos nocivos dos radicais livres em atletas.

A vitamina C (ácido ascórbico) funciona como um potente antioxidante hidrosolúvel natural, capaz de reduzir em até 30% os efeitos do estresse oxidativo, podendo ser uma alternativa nutricional para otimizar o treinamento e potencializar a ação dos demais oxidantes.

Além disso, a vitamina C exerce papel importante na defesa do organismo contra infecções, é fundamental para a integridade da parede dos vasos sanguíneos e para a formação de fibras colágenas existentes praticamente em todos os tecidos do corpo humano.

A vitamina C é encontrada em alguns alimentos como: acerola, laranja, abacaxi, agrião, limão, kiwi e espinafre. Lembrando que a vitamina C é fotosenssível, ou seja, degradável quando exposta à luz, então os alimentos citados anteriormente devem ser consumidos antes que ocorra exposição prolongada.

As recomendações para o consumo de vitamina C são variáveis e devem ser ajustadas de acordo com a rotina e a intensidade dos exercícios praticados.



19 de agosto de 2021

HIIT aumenta a queima de gordura



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Estudos demonstraram que o HIIT pode ajudá-lo a perder gordura.

Uma revisão analisou 13 experimentos e 424 adultos com sobrepeso e obesos.

Curiosamente, ele descobriu que tanto o HIIT quanto os exercícios tradicionais de intensidade moderada podem reduzir a gordura corporal e a circunferência da cintura.

Além disso, um estudo descobriu que as pessoas que realizam HIIT três vezes por semana durante 20 minutos por sessão perderam 4,4 libras, ou 2 kg, de gordura corporal em 12 semanas – sem quaisquer alterações na dieta.

Talvez mais importante tenha sido a redução de 17% na gordura visceral, ou na gordura promotora de doenças que envolve seus órgãos internos.

Vários outros estudos também indicam que a gordura corporal pode ser reduzida com HIIT, apesar do compromisso de tempo relativamente baixo.

No entanto, como outras formas de exercício, o HIIT pode ser mais eficaz para a perda de gordura em pessoas com sobrepeso ou obesidade.

RESUMO: Intervalos de alta intensidade podem produzir perda de gordura semelhante aos exercícios de resistência tradicionais, mesmo com um comprometimento de tempo muito menor. Eles também podem reduzir a gordura visceral prejudicial à saúde.

Vou finalizar esse texto sem antes te dar uma boa dica. Se você quiser estudar mais sobre as aplicações do HIIT e como potencializar o seu uso nas suas aulas, clique aqui e veja esses cursos sobre HIIT, com excelentes professores e conteúdos diferenciados.


19 de maio de 2021

Carboidrato e a Atividade Física



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Carboidrato ou proteína? O que comer antes, durante e depois do treino |  VEJA
Para quem pratica atividade física regularmente o carboidrato é um dos nutrientes mais importantes na alimentação do praticante de atividade física. O motivo é que esse nutriente será responsável em aumentar seus estoques antes do exercício, fornecer energia durante o treino e também terá um papel fundamental no período de recuperação pós-treino.


O consumo antes do exercício físico é importante para manter adequados os níveis de glicogênio muscular e hepático (a massa muscular de um adulto armazena em média 450 g de carboidrato e o fígado, em média 70 g), preservando assim o rendimento do praticante durante e após a atividade física. A glicose que chega às células via corrente sanguínea vem desse estoque de glicogênio muscular e hepático.

Os estoques corporais de carboidratos são as maiores fontes energéticas para o trabalho muscular de baixa intensidade (aquele que consome abaixo de 70% do volume de oxigênio máximo, o VO2 max): 50% da energia necessária para esse tipo de exercício vem de carboidratos e o restante, de proteínas e gordura. Já em exercícios com intensidade igual ou superior a 70% do VO2 max, a proporção de carboidratos em relação aos outros macronutrientes é ainda maior. A intensidade, duração, treinamento e a própria dieta interferem na utilização do carboidrato durante a atividade física.

Para permitir tempo suficiente para digestão e absorção dos alimentos, prover quantidade adicional de glicogênio e glicose sanguínea e ainda evitar a sensação de fome recomenda-se o consumo de 200 a 300 g de carboidrato (1 a 3 horas antes) de baixo índice glicêmico - indicador baseado na ingestão do carboidrato de um dado alimento elevar os níveis de glicose sanguínea pós-prandial, comparado com um alimento referencia, a glicose ou o pão branco. Ex.:frutose, amendoim, feijão de soja, lentilha, pera, damasco, maçã, leite desnatado etc.

Se houver algum alimento no estômago durante a realização da atividade física, o praticante pode se sentir nauseado, devido ao desvio do fluxo sanguíneo do trato gastrintestinal, responsável pela digestão, para os músculos.

O jejum não é recomendado antes da atividade física, pois os estoques de glicogênio hepático diminuem em cerca de 80%, podendo prejudicar o desempenho do esportista, principalmente daqueles que dependem da glicose sanguíneo, que são os que treinam ou competem em atividades de longa duração.


7 de maio de 2021

Busca por perda de peso pode causar distúrbio



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5 descobertas científicas sobre a perda de peso | Exame

Em busca de um corpo perfeito, de acordo com os padrões estéticos aceitos e impostos atualmente pela sociedade, muitas pessoas fazem de tudo, como encarar dietas muito restritivas e exagerar nos exercícios físicos. Com o objetivo de emagrecer a qualquer custo, esses indivíduos, principalmente mulheres, acabam desenvolvendo alguns distúrbios alimentares, como a anorexia e a bulimia, doenças sérias que precisam de acompanhamento e tratamento médico.

As duas doenças, apesar de terem o emagrecimento como objetivo, apresentam diferenças entre si. A anorexia nervosa é a distorção de imagem corporal, ou seja, o paciente enxerga-se acima do peso mesmo estando magro ou até abaixo do peso mínimo recomendado para sua altura e estrutura óssea. Assim, apresenta recusa em se alimentar e medo de ganhar peso. Já a bulimia nervosa é caracterizada por crises bulímicas ou episódios de compulsão alimentar, em que as pessoas ingerem grandes quantidades de alimento em curto espaço de tempo e, depois da compulsão, têm comportamentos compensatórios: provocam vômitos, utilizam laxantes, diuréticos ou fazem jejuns e exercícios físicos em excesso.

Mesmo que de formas diferentes, tanto a anorexia como a bulimia afetam o organismo. A anorexia, em estágios mais avançados, pode levar à desnutrição e várias complicações associadas a esta condição, como alterações de pele, queda de cabelo, atrofia muscular, alterações de ritmo cardíaco, anemia, osteoporose, entre outras. A bulimia, quando há vômitos provocados, pode causar alterações do equilíbrio de sais (como cloro e potássio), gastrite, esofagite, alterações de pele, cáries dentárias. A anorexia e a bulimia hoje afetam principalmente as mulheres (em especial as mais jovens), sendo que elas representam 90% dos casos.

Causas

A anorexia e a bulimia são transtornos alimentares provocados por causas diversas como influência da cultura da magreza, aspectos genéticos, contexto familiar e também histórico de compulsões e de outros vícios na família. Sob o aspecto psicológico, ela afirma que o tratamento da anorexia costuma ser mais longo e difícil. Quem tem anorexia se acha gorda e tem uma distorção da autoimagem. Estas pacientes geralmente não querem ajuda, elas acham um absurdo ter que comer e querem ser extremamente magras. Já quem sofre com bulimia costuma aceitar que não está bem e que precisa de tratamento.

Diagnóstico e tratamento complexos

O diagnóstico da anorexia e bulimia nem sempre é fácil. Estes transtornos interferem na percepção do apetite, do peso, da imagem corporal e nos hábitos alimentares, levando a marcantes prejuízos psicológicos, sociais e aumento de mortalidade. Além da avaliação física e psicológica, os médicos utilizam o cálculo do índice de massa corporal (IMC) no auxílio ao diagnóstico, principalmente da anorexia.

Os tratamentos destas doenças requerem apoio de uma equipe multidisciplinar, que deve incluir psiquiatra, psicólogo, clínico, endocrinologista e nutricionista. Deve-se abordar a desnutrição com os recursos médicos necessários. Em quadros mais graves, o internamento é fundamental para proteger a vida do paciente. Algumas medicações podem ajudar no tratamento de doenças associadas, como depressão, transtorno bipolar e ansiedade. No entanto, segundo ele, nenhuma medicação apresenta eficácia comprovada para o tratamento da anorexia nervosa.

Já no caso de bulimia, além da psicoterapia, a orientação nutricional contribui para um aprendizado sobre formas mais adequadas de se alimentar a fim de evitar os episódios bulímicos, por exemplo. Alguns antidepressivos podem ajudar a reduzir os episódios de compulsão alimentar e, por consequência, a frequência dos vômitos provocados e outros comportamentos compensatórios.

Além da terapia, medicamentos e apoio psicológico, os doentes também precisam de acompanhamento nutricional, para apreenderem novos e saudáveis hábitos alimentares. Com o tratamento, orientação do nutricionista e a retomada da alimentação, os déficits de vitaminas e minerais podem ser diminuídos. Neste sentido, é importante procurar um profissional, devido à gravidade destas doenças e de seus impactos no organismo.



14 de abril de 2021

A importância da Nutrição para Corredores



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Qual a Importância da Nutrição para sua Saúde? - Por Tati Flores  Nutricionista - Portal NotiSerra SC

O preparo para uma prova de corrida tão longa deve começar muito antes. Neste processo, o cuidado nutricional é muito importante. 

A nutrição desportiva é um acompanhamento profissional para maratonistas e esportistas de diversas modalidades. São planejados sugestões e cardápios para uma alimentação equilibrada e saudável, de acordo com o perfil de cada pessoa.

Neste tipo de atendimento, muitos conhecimentos são usados para que o maratonista tenha o melhor resultado nas atividades, desde estratégias de recuperação física, bem como a melhor alimentação durante o treino, inclusive.

Uma alimentação adequada, com dieta personalizada, contribui para aprimorar o desempenho físico durante a prova, adiando a fadiga do corredor, além de facilitar a recuperação dos tecidos, prevenir ou reparar as lesões e reduzir os danos dos radicais livres, muito comuns entre os atletas.

Para quem vive tentando melhorar o seu desempenho  diminuindo o seu tempo de prova, a nutricionista tem uma boa notícia pois uma dieta personalizada consegue melhorar o tempo do corredor, porque ela pode aumentar as reservas de glicogênio muscular e também fornecer o combustível adequado no tempo certo, prorrogando a fadiga e melhorando o desempenho. Além disso, deve-se atentar para as vitaminas e minerais que atuam de forma significativa no desempenho físico, quando o indivíduo apresenta alguma carência, há grandes chances de alteração do rendimento físico.

Então, antes de começar um treinamento sério para alguma prova, inclua a nutricionista para que o desempenho seja o melhor possível.


24 de março de 2021

Carboidratos são essenciais para corredores



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Carboidratos são essenciais para corredores e devem compor em torno de 60% a 70% das calorias totais da alimentação diária. Juntamente com as gorduras, e até mesmo proteínas, eles engordam. Mas somente se forem consumidos em quantidades acima das necessárias, pois o organismo estoca o excedente sob a forma de gordura.

Cada pessoa possui uma necessidade energética individualizada, de acordo com o metabolismo, treino e outras variáveis. O nutricionista é o profissional capacitado a mensurar estas necessidades e fazer as prescrições nutricionais de maneira adequada.

Regras básicas de nutrição para corredores

Consuma alimentos ricos em carboidratos uma ou duas horas antes da atividade física. Evite treinar pela manhã com o estômago vazio. O ideal é ingerir tipos de alimentos que tenham absorção rápida, como sucos naturais, cereais e pães.

Reponha suas reservas de carboidratos em momentos que seu organismo mais necessita: dentro das duas primeiras horas após finalizar seu treino. Você pode repor ingerindo bebidas esportivas, frutas, uma barra de cereais ou iogurte.

Realize uma refeição forte de duas a quatros horas após o treinamento.

Antes de uma competição planeje sua alimentação com tempo. Só assim você terá sua reserva de carboidratos musculares em nível máximo.

E não se esqueça: Para ter um bom rendimento na corrida, não basta correr. Comer (bem) é preciso!



24 de fevereiro de 2021

O que faz o Nutricionista Esportivo?



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O nutricionista é o profissional que se dedica à promoção, recuperação e manutenção da saúde por meio da alimentação. Entre as principais atividades do profissional formado em Nutrição, podemos destacar:

  • Elaborar diagnóstico nutricional dos pacientes.
  • Prescrever dietas e suplementos nutricionais para pessoas sadias ou com problemas de saúde.
  • Fazer controle de qualidade dos alimentos em restaurantes e refeitórios.
  • Desenvolver e avaliar produtos que possam ser utilizados na alimentação humana.

Ele pode optar por trabalhar em áreas como: nutrição clínica, nutrição esportiva, marketing nutricional, pesquisa e indústria alimentícia; atuando em hospitais, clínicas, indústrias de alimentos, academias, laboratórios de análise alimentar, entre outros.

Cursos online de Nutrição

Uma das áreas mais procuradas é a Nutrição Esportiva.

O especialista em nutrição esportiva deve avaliar, além do estilo de vida e hábitos alimentares do paciente, a preparação física e psicológica. A sua atuação, antes mais restrita ao meio do esporte de alto rendimento, hoje se estende ao universo das academias, expandindo seu campo de atuação.

O nutricionista pode trabalhar em clubes, academias, consultório e personal diet, fazendo atendimento personalizado e domiciliar. Quando se tratam de atletas profissionais, como jogadores e competidores, é provável que ele faça parte de uma equipe multidisciplinar.

As consultas devem avaliar o histórico do paciente. Assim como seus hábitos, a fim de criar um plano alimentar específico para a busca do equilíbrio do organismo e melhora da performance.

Ao prescrever um plano alimentar o profissional deve observar os micro e macronutrientes necessários ao bom desempenho de determinada atividade. Deve levar em consideração também os níveis de hidratação. Para isso, é preciso conhecer a fundo a rotina de preparação física, pois a dieta deve considerar os horários e durações dos treinos, garantindo o aporte de energia e de proteínas para a recuperação muscular.

Além disso, cabe a ele determinar a necessidade e, se for o caso, indicar suplementação. Além de uma dieta regular, o plano deve prever modificações alimentares de acordo com os objetivos para cada evento, como competições e períodos de recuperação.



11 de fevereiro de 2021

Carboidratos e a Diabetes



Olá! Tudo bem? Sou a Dani e esse post fala sobre Carboidratos e a Diabetes.





Em geral, a alimentação dos diabéticos deve ser tão equilibrada, variada e completa como a alimentação de qualquer indivíduo saudável. À luz do conhecimento atual, não se justifica encorajar as pessoas diabéticas a não comer cardoidratos. De fato, é importante que incluam na alimentação diária o consumo de hortaliças, frutas, cereais de grão inteiro e legumes, todos ricos em  cardoidratos, mas igualmente ricos em fibra alimentar, vitaminas, minerais, antioxidantes e outras substâncias protetoras.

Uma das principais dúvidas que surgem é se pessoas com diabetes são totalmente proibidas de comer doces. E elas não são. Atualmente já se tem o conhecimento que o que mais importa para o bom controle da glicemia é a quantidade de carboidratos ingerida e não o tipo de carboidrato. O açúcar é apenas um tipo de carboidrato.

Entretanto, como se deve controlar a quantidade de carboidratos ingerida, o melhor é evitar a adição do açúcar, o qual eleva a glicemia rapidamente e tem pouco valor nutricional. Assim, é melhor que se escolha carboidratos provenientes de frutas, cereais integrais, leguminosas e laticínios desnatados. Mas nada impede que esse tipo de alimento seja incluído na alimentação de forma moderada e adequada. Lembrando: a escolha de alimentos in natura e preparações caseiras são melhores que os alimentos ultraprocessados.

Dito isso, embora muita gente pense ao contrário, os carboidratos não são os grandes vilões para quem tem diabetes. As diretrizes clínicas para um bom controle glicêmico e saúde em geral demonstram que os carboidratos devem ser a base da alimentação, provendo de 45 a 60% do valor energético total ingerido por dia. O que se deve observar é de não haver grande concentração dos mesmos na mesma refeição, respeitando um controle de porções de acordo com as necessidades nutricionais individuais.

Apesar dos diabéticos não estarem absolutamente proibidos de ingerir açúcar ou alimentos açucarados, convém lembrar que estes alimentos, além de contribuírem para uma rápida subida da glicemia (açúcar no sangue), apresentam, normalmente, uma elevada densidade calórica, e, simultaneamente, défices de fibras, vitaminas e minerais. Por isso, não acrescentam qualquer valor a uma alimentação que se pretende saudável, além de contribuírem para o aumento de peso.

É sempre importante termos o cuidado de, ao lidar com diabéticos, prestar atenção no consumo de carboidratos, seja ele qual for. Como dito acima, é fundamental ter alimentos que tenham carboidratos e fibras, por exemplo. A junção  deles vai trazer uma boa qualidade de alimentação.